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26.10.2016 Mercado Izmailovsky na Rússia

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Infelizmente eles não são muito divulgados e, quando citados em guias de turismo ganham sempre um pequeno destaque com poucas linhas sobre o que realmente significa, figurando sempre apenas na área da recomendação de lugar quando o assunto é economia em souvenirs.

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Dentro do Izmailovsky Kremlin


O Izmailovsky Kremlin (Измайловский Кремль – Kremlin  Izmailovo) que abriga também o Izmailovsky Market (Рынок Измайловский – Mercado Izmailovo), foi fundado por Alexander Fedorovich Ushakov e Marina V. Alexeyeva em 2003. A ideia era criar de um centro de cultura e entretenimento russo, onde anteriormente teria sido uma região para as olimpíadas de 1984.

Após um grave incêndio em 2005, ele voltou a ser reconstruído e hoje mantém firme uma arquitetura singular, repleta de encanto e magia. É uma atração imperdível que reúne história e tradição e permanece aberto todos os dias da semana.

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Bonecas Russas: variedade de tamanhos, cores e preços!


O Mercado Izmailovsky é sim o melhor local para comprar presentes, mas também é um dos maiores espaços para ter contato direto com a cultura russa. Isso porque, fora da rota tradicional turística, ele reúne os moscovitas para passeios de final de semana. O melhor dia para visitação é aos domingos, quando todas as atrações estão abertas.

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Programação dominical moscovita


Foi lá que conheci a minha amiga russa que fala português, Alexandra Grigorieva (conto sobre nosso encontro AQUI). Ela estava com sacolas cheias de comida para o almoço familiar de domingo, comprado em uma das centenas de barracas do mercado.

Inúmeros tipos de matrioskas (bonecas russas) pintadas à mão, objetos do período soviético e da II Guerra Mundial, quadros, tapetes de carcaça de animais, chapéus de pele, mercado de pulgas, echarpe de seda, câmeras antigas, miniaturas de igrejas e bustos do Lênin. É possível encontrar tudo isso e muito mais por lá. Uma dica: use e abuse do seu poder de barganha e ganhe facilmente descontos!

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Sim, por lá tem de tudo!

A parte do Kremlin é uma atração à parte. Certamente você vai suar para tentar encaixar todas as torres coloridas no enquadramento da foto. O lugar é surpreendente e abriga galerias inusitadas como o Museu da História da Vodka, o Museu do Chocolate, o Museu Vivo da Artes Folclóricas, Museu da Frota Russa, entre outros.

Crianças são bem vindas, pois o local possui um espaço enorme com diversas atrações interativas para os pequenos, além do Museu Russo dos Brinquedos.

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Bazar no Kremlin

Entrei curiosa em uma das casas e encontrei um bazar alternativo, com um rapaz tocando gaita e moças vendendo bijuterias.

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Clique para ampliar

O Izmailovsky oferece uma placa na porta com um mapa, mas acho eu que o mais legal é ir com tempo e se permitir perder-se por lá. De qualquer modo, aí vai o mapa (como tudo em Moscou, em russo)!



  Quer saber mais sobre a Rússia?

          + Viagem de trem: de Moscou a São Petersburgo

          + The Old Moscow Circus – o fantástico circo em Moscou

          + Como comprar ingressos para o Teatro Bolshoi

Como chegar ao “Complexo Izmailovsky “?

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Entrada do caminho que leva até o Mercado

Para chegar ao Kremlin Izmailovsky é fácil. Basta pegar a linha de metrô azul escura de número 3 Arbatsko-Pokrovskaya (Арбатско-Покровская) e descer na estação Partisanskaya (Партизанская). Achei os mapas um pouco confusos, mas não tem erro se você seguir o fluxo de visitantes saindo à esquerda da estação de metrô. Em uma pequena caminhada já é possível ver as torres da entrada ao fundo. Em muitos lugares li que havia taxa de entrada, mas não encontrei na porta do Mercado nenhuma bilheteria.

Confira mais imagens:

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Medoooo

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Medoooo 2

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Para aguentar o frio russo

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Antiguidades

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URSS X USA

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Lênin, sempre presente!

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Soviéticos

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Dá para enlouquecer aqui!

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Garimpando

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Mercado de Pulgas

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Moscovitas

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Imagem interna da porta principal do Kremlin

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Igreja de São Nícolas

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Mimos no Kremlin

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Parede do Bazar, no Kremlin

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Um lugar maravilhoso desses tem que aproveitar

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Som delícia no Bazar do Kremlin

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Mais um pouco do Bazar. Olha a maravilha dessa pintura na parede

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Dia inesquecível. Lugar imprescindível

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Arte russa

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Cada coisa mais linda que a outra 

Serviços:

Izmailovsky Kremlin  (Измайловский Кремль – Kremlin  Izmailovo)  e Izmailovsky Market (Рынок Измайловский – Mercado Izmailovo)
Endereço: Измайловское шоссе, 105187 Moscow
Telefone: +7 495 215-34-57

http://www.kremlin-izmailovo.com



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Olá, meu nome é Thatiane Ferrari

Jornalista especializada em cultura. Já zanzei por mais de 35 países, na maioria das vezes sozinha e com o orçamento curto. Decidi reunir aqui minhas andanças pelo mundo, com o objetivo de compartilhar e estimular a ideia de menos consumo e mais vivência. Viajar é possível, basta planejar!

Passeio virtual na Capela Sistina no Vaticano
22.04.2020 15 passeios virtuais pelo mundo

É tempo de passeios virtuais, então esqueça filas, lugares lotados e ingressos concorridos. Alguns dos mais interessantes atrativos culturais, artísticos e históricos já oferecem a possibilidade de visitar suas galerias, exposições e ambientes sem que você precise sair do conforto do seu lar.

Claro que nada sobrepõe uma visita presencial, mas os passeios virtuais pelo mundo permitem o acesso tranquilo a um rico material didático, com conteúdos explicativos e dinâmicos, capazes de possibilitar uma maior apreciação das peças e lugares. 

Passeios virtuais pelo mundo

Os principais espaços de arte e história do mundo possuem um acesso livre pela internet, seja suas salas, acervo ou do próprio edifício. Divirta-se em casa fazendo passeios virtuais!

1 – Grande Mesquita Sheikh Zayes (Abu Dhabi | Emirados Árabes) 

Difícil de não ter a curiosidade de saber como é uma mesquita por dentro, ainda mais sendo a terceira maior do mundo. A arquitetura inspirada nos antigos palácios persas, otomanos e mouros fazem dela um lugar ímpar. Tapetes, mosaicos, vitrais, cúpulas e minaretes podem ser observados nos mínimos detalhes durante a visita virtual. Ligue o som e aproveite a música! 

Acesso virtual a Grande Mesquita Sheikh Zayes!

2 – Parque Nacional de Vulcões do Havaí (Havaí | EUA)

Surreal! Sim, esse tour preparado pelo Google, envolvendo os principais parques nacionais americanos é totalmente incrível. No total são cinco passeios virtuais nas unidades de preservação, mas escolhi apresentar diretamente o Parque Nacional de Vulcões do Havaí. O passeio mostra penhascos, cavernas e até lavas. O ponto máximo é sobrevoar o vulcão ativo. A experiência é melhor aproveitada com fone de ouvido, pois o som ambiente complementa o visual.

Acesso virtual ao Parque Nacional de Vulcões do Havaí!

3 – Auschwitz-Birkenau (Cracóvia | Polônia) 

Passeio virtual em Auschwitz
Auschwitz oferece um passeio virtual bem didático e completo

Para quem tem curiosidade de saber como é, existe no site do museu um passeio virtual que leva pelos principais pontos do complexo. Auschwitz foi um campo de concentração onde ocorreu o maior extermínio em massa de judeus na história da humanidade. Conto um pouco de como funciona a visita presencial em uma matéria exclusiva aqui no Zanzemos. Existe uma estimativa de que mais de 1,3 milhão de pessoas foram mortas no local. Estive pessoalmente visitando o local e conto um pouco sobre a sensação em um post especial.

Acesso virtual ao Complexo Auschwitz! 

4 – Museu Afro Brasil (São Paulo | Brasil) 

Adentrar o Museu Afro Brasil, mesmo que virtualmente, é ter a possibilidade de conhecer a perspectiva africana que constitui a formação, identidade e cultura brasileira. Com o apoio do Google Arts & Culture, um parte do acervo do museu está disponível na internet. São gravuras, pinturas, esculturas e fotografias de autores brasileiros e estrangeiros, que abordam diferentes temáticas. Dentre as exposições online que mais gostei destaco a “Espírito da África”, que traz imagens de Alfred Weidinger sobre reis e chefes que atuam no continente africano.

Acesso virtual ao Museu Afro Brasil!

PLANEJAMENTO DE VIAGEM: 
Viajar com a Buser é confiável?  
Como economizar para viajar? 5 dicas imperdíveis!  
– Hospedagem em Hostel: guia completo!  

 5 – Tumba de Menna (Luxor | Egito)  

Já pude vivenciar a experiência única de adentrar em uma tumba e a sensação é extraordinária. Esta na cidade de Luxor, fica bem na antiga Tebas e é pertencente a 18ª dinastia, entre 1550 e 1295 a.C..  Durante a imersão virtual conseguimos perceber as cores, os detalhes e a riqueza arquitetônica que fazem da civilização egípcia, única.

Acesso virtual a Tumba de Menna!

6 – Museu da Frida Kahlo (Cidade do México | México)

Em um imenso quintal cheio de espécies nativas e obras de arte, fica a La Casa azul, local onde a pintora Frida Kahlo nasceu, viveu e morreu. Tudo ali remete a sua intensidade, seja pelas cores ou os objetos que faziam parte da sua cotidianidade. Foi ali que ela teve momentos únicos de um amor turbulento com o muralista Diego Rivera. Estive por lá e conto tudo nesta matéria aqui do Zanzemos. Mas, além do presencial também é possível fazer o passeio virtual. Ele é completo e bem fácil de usar. Complementando a área multimídia, é possível assistir um pequeno documentário contando a história do Museu.

Acesso virtual ao Museu da Frida Kahlo!

7 – Galerias Romanas da Rua da Prata (Lisboa | Portugal) 

Não é todo mundo que sabe, mas Lisboa guarda um grande segredo: as Galerias Romanas da Rua da Prata. O Museu de Lisboa abre apenas uma vez no ano, inscrições para 4 dias de visitas neste espaço. O passeio presencial dura apenas 20 minutos e só é realizado devido a retirada de água pelos bombeiros municipais. Como se deve imaginar, é algo super disputado, mas agora é possível explorar o espaço sem sair de casa, com uma visita 3D. 

O local foi construído durante a ocupação romana pelo imperador Augusto, entre os séculos I a.C e I d.C., porém só foi descoberto em 1770. 

Acesso virtual as Galerias Romanas da Rua da Prata!

Seguro Viagem America Do Norte

8 – Muralha da China (Jinshanling a Simatai | China) 

Uma das maiores e mais impressionantes estruturas da antiguidade, a Grande Muralha da China também está disponível para visitas pela internet. Com mais de 2 mil anos de história e 5 mil quilômetros, a caminhada virtual agrega apenas 10 quilômetros, mas é o necessário para poder contemplar a vista e estrutura original do local.

Acesso virtual a Muralha da China!

9 – Museus do Vaticano (Vaticano)

A beleza arquitetônica e artística dos museus instalados dentro do Vaticano podem ser visitados em uma plataforma de passeios virtuais própria, tudo no ângulo de 360 graus. Além de poder dar zoom nos detalhes das peças, todas as imagens possuem alta resolução. O destaque com certeza é a Capela Sistina, que pode ser visitada dentro da aba Museus.

Acesso virtual a Capela Sistina!

10 – Museu do Futebol (São Paulo | Brasil)

Museu do Futebol em São Paulo
Para os amantes da bola, visitar a área online do Museu do Futebol é uma boa pedida

É difícil explicar essa paixão pela bola que move milhares de brasileiros e brasileiras. Aqui por essas bandas, ao nascermos praticamente herdamos dos nossos pais o time do coração, sofremos a cada campeonato mundial (melhor não falar do 7X1) e se não gostamos de futebol, pelo menos sabemos que quarta de noite e domingo de tarde é dia de jogo.⠀

Ele está inserido em nossa cultura, por isso conhecer o Museu do Futebol em São Paulo, é também uma maneira de visitar as nossas raízes. Sobre a visita presencial tem matéria aqui no Zanzemos. Já com a Google Arts and Culture podemos ter acesso a uma série de exposições virtuais que fazem parte do acervo do museu.

Acesso virtual ao Museu do Futebol!

11 – Casa de Anne Frank  (Amsterdam |  Holanda) 

A história de Anne Frank, uma das mais famosas vítimas da perseguição nazista aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial chocou o mundo. A adolescente deixou documentado em seu diário os dois anos em que esteve trancada com sua família em um esconderijo, antes de serem descobertos. O local fica em Amsterdam, na Holanda e hoje se transformou em um museu, como eu mostrei aqui. No site da instituição é possível conhecer virtualmente cada um dos espaços do “Anexo Secreto”, com vídeos e explicação dos objetos.

Acesso virtual a Casa de Anne Frank! 

12 – Museu da Amanhã (Rio de Janeiro | Brasil) 

Um dos mais belos cartões postais modernos do Rio participa do projeto do Google Arts Culture. Na plataforma é possível conferir as exposições online que falam sobre as principais questões que movem a humanidade.⠀

Acesso virtual ao Museu do Amanhã!

13 – Museu Hermitage (São Petersburgo | Rússia) 

Museu Hermitage na Rússia
O Museu Hermitage da Rússia possui uma plataforma própria de passeio virtual

Se um visitante resolvesse olhar por um pequeno instante cada uma das mais de 3 milhões de obras do Hermitage, passaria anos dentro do museu. Localizado em São Petersburgo, a Rússia, o Palácio de Inverno dos Romanov é enorme. Para se ter uma ideia, são cinco grandes prédios, que serviam de residência para os czares. 

Sua coleção de peças com famosos pintores começou a ser montada pela Catarina, A Grande. Obviamente que o acesso era particular e restrito. Apenas com a Revolução Russa é que os bolcheviques decidiram abrir as portas do palácio e transformar em um popular museu. O passeio virtual no site oficial do museu é feito em inglês e é dividido em completos e galerias. O meu destaque é para o The Diamond Room e o The Gold Room.⠀

Acesso virtual ao Museu Hermitage! 

14 – Museu Arqueológico Nacional (Atenas | Grécia) 

Já o principal museu da Grécia oferece passeios virtuais pelo acervo, com informações e imagem detalhada sobre as principais peças, entre elas estátuas, vasos e artefatos da pré-história. Há uma ala destinada apenas a arte do Antigo Egito.

Acesso virtual ao Museu Arqueológico Nacional de Atenas!

15 – Templos de Ayutthaya (Aytthaya | Tailandia) 

Patrimônio Mundial pela UNESCO, Ayutthaya é a antiga capital da Tailândia. Repleta de ruínas de antigos templos, é possível encontrar uma diversidade de Budas, muitos decapitados. O mais famoso deles é o que está no Wat Mahathat, que é a cabeça do Buda envolto aos galhos de uma grande árvore. Há também a grande imagem do Buda Reclinado.

Acesso virtual aos Templos de Ayutthaya!

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Ronald McDonald na Tailandia
25.09.2019 McDonald’s pelo mundo: uso muito tudo isso!

Há quem não goste, mas aprendi durante as minhas viagens como mochileira a me sentir sempre em casa quando encontro McDonald’s pelo mundo. Calma, não é apenas sabor artificial da comida fast food que me leva a esse estado.

É que encontrar o McDonald’s pelo mundo, o grande vilão da dominação cultural americana, é ter a certeza de que teremos acessos aos itens básicos de viajante, sem nem ao menos ter a obrigatoriedade de gastar.

McDonalds no Vietna
Sanduíches oferecidos no McDonald’s do Vietnã

Estrutura: McDonald’s pelo mundo é salva-vida de viajantes

Os números realmente assustam! No mundo existem 37 mil pontos de vendas em 120  países, onde são vendidos cerca de 1,5 bilhão de Big Macs por dia.

Mas, atire o primeiro hambúrguer quem nunca procurou o McDonald’s só para usar o banheiro. É disso que eu falo, desse tipo de conveniência necessária em alguns momentos durante uma viagem: 

Wi-Fi: grátis e na maioria das vezes com tempo ilimitado.

Mesas: dá para usar a estrutura de meses para trabalhar e estudar, sem se preocupar se está ocupando tempo demais espaço. 

Ar-condicionado: quem já viajou para Egito sabe da importância disso…

Ronald McDonald Thailand
Ronald McDonald’s na Tailândia fazendo o gesto Wai, que quer dizer gratidão

Sabor familiar: por mais que a gente já saiba “de cor e salteado” e já leu em todas as cartilhas possíveis que esse tipo de lanche não é saudável, pelo menos sabemos o que estamos comendo.

Tomadas: para carregar o computador ou celular. 

Totens: já existem disponíveis, inclusive no Brasil, uma série de totens nos restaurantes, onde é possível fazer o seu pedido em diversas línguas. É ótimo quando viajamos para lugares onde a comunicação é difícil. 

E é uma estrutura que não apenas viajantes usam. Já ouviram falar dos McRefugiados? É um assunto bem triste, mas são pessoas que utilizam a estrutura das unidades 24 horas da loja como uma espécie de albergue. A maioria deles fazem isso em Hong Kong, por conta da desigualdade social. 

Caldo Verde do McDonald's pelo Mundo
Caldo Verde no McDonald’s em Portugal

McDonald’s pelo mundo: como são os lanches por aí?

Confesso que simplesmente adoro antes de viajar entrar no sites dos McDonald’s dos países para ficar caçando o que há de diferente. Já fizeram isso? Do mesmo jeito que o Cheddar McMelt (meu preferido) só tem no Brasil, o mesmo acontece em outros lugares.

Em Portugal, por exemplo, do tempo que morei por lá, vivia comendo o Caldo Verde. Já na Holanda, a delícia é o sanduíche de croquete, um dos pratos típicos do país. Já em Buenos Aires, a delícia fica por conta do sundae de doce de leite.

Filipinas 🇵🇭

A culinária italiana está bem presente nas Filipinas. Por conta disso, no McDonald’s também dá para comer macarrão no Dia Nacional do Spaghetti. Mama mia!!! 

Vietnã 🇻🇳

Na terra do Pho Bo, a sopa com macarrão e carne vietnamita, o McDonald’s faz bastante sucesso. Estive por lá e o restaurante sempre fica bem cheio, principalmente no almoço. A novidade da loja são os pratos de arroz com frango ou porco, tudo claro, sempre regado com muita pimenta.  

Canadá 🇨🇦

Essa é bem novidade. Já viram alguém comer pedaços de frango com mel? Só no Canadá!

Índia 🇮🇳

Como a maioria do país é vegetariano, são servidos pratos de arroz com legumes em duas versões: com ou sem molho picante.

Tailândia 🇹🇭

KFC? Não, no McDonald’s da Tailândia são vendidos pedaços de frango também. Aliás, isso é muito comum nos países asiáticos, já que eles gostam bastante de frituras.

China 🇨🇳

Ao mesmo tempo que o McDonald’s da China parece ser saudável, vendendo milho, ele oferece aos consumidores o McWings, um mega lanche com hambúrguer e duas linguiças enormes.

McDonald's chines
O McDonald’s da China não tem Instagram!

Coréia do Sul 🇰🇷

Se aqui amamos a Tortinha de maçã, na Coréia a campeã é a de milho

Rússia 🇷🇺

Você nunca viu nada igual, Wrap de Camarão? Só no макдоналдс! 

Indonésia 🇮🇩

Coração? Não, é um pedaço de frango com pimenta mesmo!

McDonald’s Halal, Kosher e Vegetariano

Com o objetivo de expandir cada vez mais seus negócios, a maior rede de fast food do mundo tem se adaptado para entrar nos mercados locais, seguindo as normas sacras que determinam o tipo de alimentação permitida para os seguidores de cada religião.

Nos países árabes onde são necessárias cumprir as regras do Shari’ah para o Halal, seguindo as leis do Alcorão, o livro sagrado dos muçulmanos, é proibido o consumo de carne de porco, então nem pensar ter bacon no hambúrguer. A carne de boi também deve seguir algumas regras: não pode conter sangue e no momento de abate do animal, é preciso a morte seja rápida, que ele esteja em direção a Meca (a cidade sagrada do islamismo) e que seja realizada uma reza para Alá.  

Para atender as solicitações do judaísmo, existe o McDonald’s Kosher em Israel e na Argentina (onde existe uma grande imigração). Nesse caso, os sanduíches devem ser preparados seguindo as normas do Kashrut, de acordo com o livro sagrado dos judeus, o Torah.

As restrições na alimentação são diversas, mas é importante que não tenha o contato do leite e seus derivados com nenhum tipo de carne. Por isso, o pão é especial, os sanduíches não contém queijo e o estabelecimento deve ser supervisionado por um rabino. As carnes também são especiais, pois devem seguir algumas normas de abate. Além disso, o restaurante não pode abrir de sábado, quando é shabat. 

MUNDO | Assista a série Aeroporto da National Geographic

Já na Índia, onde o hinduísmo pede para que seus devotos tratem a vaca de forma sagrado, como manda o épico indiano Mahabharata, os sanduíches são preparados com carne de frango ou vegetais, como McAloo Tikki, feito com hambúrguer de purê de batatas, misturado com pimentas e ervilhas. 

McDonald’s pelo mundo: onde ele não deu certo

Por motivos óbvios alguns países não possuem nenhum restaurante da rede, como o Irã e a Coréia do Norte. Já outros até chegaram a ter, mas por conta da instabilidade financeira na época foi preciso fechar as unidades, como no caso de Babados e da Islândia. Aliás, ainda existe uma McOferta por lá. É que o Bus Hostel guardou as últimas batatas e lanche para a posteridade, deixando em exposição na área comum. 

Em outras regiões o problema foi outro. Na Bolívia o sanduíche não caiu no paladar da população, que preferiu suas deliciosas saltenhas. Já na Jamaica, os lanches eram muito pequenos para satisfazer o apetite dos jamaicanos.  

McDonald's na Rússia
McDonald’s na Rússia: alfabeto cirílico

Os lanches mais caros e os mais baratos do McDonald’s pelo mundo

A revista inglesa The Economist que trata de finanças e negócios possui desde 1986, o chamado “Índice Big Mac”, como uma forma de aproveitar a globalização do sanduíche para conseguir mensurar o poder de compra em mais de cem países. 

Com toda uma metodologia própria, eles escolheram o lanche pelo simples fato dele estar presente em uma boa parte do mundo e de seus ingredientes serem praticamente os mesmos em todos os lugares. Esses são os resultados de julho de 2019, retirados do site da revista: 

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30.08.2019 Como é se hospedar em hostel? Guia completo!

Muita gente fica esperando a desejada estabilidade financeira ou a companhia perfeita para fazer a viagem dos sonhos. Acontece que, nada disso é simples e muitas vezes o momento ou a pessoa perfeita pode nem chegar. Por isso, uma maneira de não deixar a vida passar é aproveitar tudo do jeito que der. Se hospedar em hostel, para muitos é o jeito ideal de aliar a falta de dinheiro e a de uma companhia.

Diferença entre se hospedar em hostel e em hotel

Basicamente a única coisa que iguala os dois é que você terá uma cama com um colchão para dormir. De resto, tudo é bem diferente:

Hotel

Quartos individuais mobiliados, com acesso a internet, telefone, frigobar e serviços exclusivos oferecidos pelos funcionários da hospedagem, que pode ser de 1 até 5 estrelas. Hall de entrada que serve apenas de passagem e pouco ou nenhum contato com os outros hóspedes.

Hostel

Quartos compartilhados com diversas camas (na maioria das vezes beliches). Armário para guardar os pertences, banheiro dividido, cozinha comunitária e área social para convivência – claro, isso tudo muda conforme a hospedagem. Existe também a possibilidades desses locais terem quartos individuais com banheiros privativos, onde o hóspede divide apenas as outras áreas comuns.

Caixa de doações no Hostel
Hostel é naturalmente sinônimo de compartilhamento

História dos hostels no mundo e no Brasil

A filosofia alberguista surgiu com o propósito de oferecer a descoberta de novas culturas de maneira acessível e integral para pessoas todas as idades.

O criador do primeiro hostel foi um professor. O alemão Richard Schirmann teve a ideia em 1909, no momento em que precisava se abrigar durante uma tempestade na estrada com um grupo de estudantes. Três anos depois, em 1912, ele abriria as portas de um castelo, na cidade de Altena, na Alemanha. Uma curiosidade: o local funciona até hoje,  A construção é do século 12, foi residência oficial de um conde e também sede da tropa da Prússia, durante uma ocupação no século 17.

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04.06.2019 Festa do Imigrante em São Paulo: uma celebração cultural

Já virou tradição na cidade. Todos os anos, a antiga Hospedaria de Imigrantes do Brás, atual Museu da Imigração, abre suas portas para receber milhares de pessoas, que se reúnem com a intenção de celebrar suas origens. Nos dias 8 e 9 de junho de 2019, com o tema “Reencontre suas raízes”, a Festa do Imigrante em São Paulo, oferece uma oportunidade única para quem quer ter contato direto com a cultura de mais de 45 nacionalidades.

Em sua 24ª edição, a Festa do Imigrante em São Paulo, apresenta aos visitantes uma série de manifestações artísticas, gastronomia, oficinas de culinária, workshop de danças e artesanatos. Imigrar é um ato de coragem: um processo de ocupação do mundo em busca do desconhecido. É enfrentar o novo com o coração cheio de sonhos, almejando sempre dias melhores. Por isso, essa é a melhor forma de mostrar como a cidade consegue, com sua pluralidade, receber todos de braços abertos.

Comida da Coréia do Sul Festa do Imigrante em São Paulo
Barraca com as delícias da Coréia do Sul

Festa do Imigrante em São Paulo: a cidade de braços abertos!

A grandiosidade da Festa do Imigrante em São Paulo faz juz ao tamanho da cidade. Nela ganham destaque não apenas as nacionalidades de grande fluxo migratório como a portuguesa, italiana, japonesa e espanhola. Ela oferece também oportunidade de espaço para a nova geração de imigrantes, como famílias vindas da Síria, Venezuela, Bolívia, Camarões e Congo.

Essa São Paulo cosmopolita em diversos âmbitos possui também uma grande diversidade quando o assunto é gastronomia. São cheiros e sabores de todo o mundo, espalhados por 43 tendas gastronômicas. Para apresentar um pouco da cultura de cada um desses lugares, criamos lá no Facebook (com a ajuda do fotógrafo Luca Meola) uma galeria com os destaques dos cardápios. É só conferir.

                                     

No palco, mais de 22 horas de shows com apresentações de grupos folclóricos e contemporâneos estão garantidas. São artistas estrangeiros ou descendentes que demonstram no palco suas aptidões e amor pela nação que carregam no sangue, como Palestina, Bielorrússia e Coreia do Sul.  

Para quem não gosta só de assistir, mas também curte participar, algumas das companhias de dança ministrarão workshops com passos característicos de cada localidade. O jeito é ir com roupa leve e sapato confortável para aproveitar a programação.

SÃO PAULO | Museu do Futebol: Paixão Nacional

Há também o Empório, uma área onde estão os expositores com produtos frescos que podem ser levados para casa, como pães com fermentação natural, geléias, queijos e embutidos.

Além disso, o projeto “Sabor Paulista” oferece aulas com alguns dos principais chefes de cozinha do evento, valorizando a diversidade gastronômica que existe em São Paulo. É possível aprender a preparar pratos deliciosos que são referências na cultura de diversos países, como o Vareniks, da Rússia, uma massa recheada de batata ou o Tutmanic, um pão recheado com queijo da Bulgária.

Já para as crianças, o Espaço Faz e Conta trata do assunto imigração de forma delicada e lúdica, apresentando por meio de contações de histórias, um pouco do que acontece pelo mundo.

Paella da Espanha
Barraca da Espanha com a famosa paella

Museu da Imigração em São Paulo

Local onde se preserva toda a história do processo imigratório em São Paulo e no Brasil, o Museu da Imigração abrigou durante muitos anos, milhares de pessoas que chegavam na cidade, vindos de outros países e estados e não tinham onde permanecer.

Sua hospedaria serviu como base para famílias inteiras oriundas de diversas localidades, que vinham de diferentes partes do mundo com vontade de ficar. Algumas dessas histórias são contadas na exposição de longa duração  “Migrar: experiências, memórias e identidades”.

Ela apresenta ao visitante oito áreas que mostram desde a origem do processo imigratório no mundo até chegar nos dias atuais. Para quem possui curiosidade e quer encontrar registros de seus familiares, que porventura possam ter passado por lá, é possível pesquisar no livro digital de matrículas. Há também a lista de bordo de imigrantes que embarcaram no porto de Santos, entre os anos de 1888 e 1965.

Serviços

Museu da Imigração | 24ª Festa do Imigrante
Confira a programação completa: http://bit.ly/2JICSVY
Rua Visconde de Parnaíba, 1.316 – Acessibilidade no local
Próximo ao metrô Bresser|Moóca – Dias 8 e 9 de junho (sábado e domingo) – Das 10h às 18h.
Ingressos: R$ 10,00 (Meia-entrada: R$ 5,00).

Fotos: Luca Meola (@lucameola1977)

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Estreia do Trip-Encontro no Hostel Ô de Casa
10.05.2019 Trip-Encontro em São Paulo: Zanzemos presente!

E quando seus desejos e vontades de conhecer o mundo não podem ser compartilhados e a única alternativa é partir sozinho? Para falar sobre a aventura de viajar só, é que aconteceu no dia 2 de maio, a estreia do Trip-Encontro, no jardim suspenso do Hostel Ô de Casa, na Vila Madalena, em São Paulo.

O evento contou com a presença de viajantes como o Dj Tahira, a atriz e jornalista Paula Vilhena, o agente de viagens Leandro Monteiro da Malucos por Trip e eu, jornalista e viajante Thatiane Ferrari. Participei em nome do Zanzemos com o intuito de relatar a minha experiência em viajar sozinha para mais de 30 países. Egito, Rússia e Tailândia foram alguns dos lugares que estive desbravando sem nenhuma companhia.

Primeira edição do Trip-Encontro no Hostel Ô de Casa
Bate papo com a plateia no Trip-Encontro

Em um bate-papo super descontraído, com a mediação do também jornalista Márcio Lázaro, fomos abordados sobre como começamos a viajar sozinhos, quais foram as motivações, os desafios enfrentados por mulheres, entre outros temas.

Trip-Encontro: viajantes virtuais

Na plateia, Reinaldo Pacheco de Moraes e a sua companheira Lourdes Laet, viajantes leitores aqui do Zanzemos, relataram algumas de suas aventuras pelo mundo. Trocamos figurinhas quando eles foram para o Egito e eu pedi ajuda no roteiro para eles quando estive no Sudeste Asiático. Enfim nos conhecemos pessoalmente!

Encontro de viajantes
Com Reinaldo e Lourdes – Encontro de viajantes

Pedrinho Pira, representando o Ô de Casa – que abriu suas portas para receber a primeira edição do encontro – contou um pouco da trajetória do hostel e falou sobre a alegria de receber viajantes. Aliás, depois do evento fiz um tour pelas dependências do hostel e sem dúvidas ele é a melhor opção para quem busca hospedagem em São Paulo. Tem tudo o que a gente gosta: preço bom, área de convivência espaçosa, cozinha equipada, limpeza e cama boa. E o melhor de tudo, dá para reservar pelo Booking!!! Clique no banner abaixo para ler as avaliações:

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O Trip-Encontro faz parte uma série de bate-papos pertinentes, onde diferentes temáticas são abordadas de maneira singular. Além do papo de mochila, existem o Fut-Encontro, Cine-Encontro, Cozinha-Encontro e o Música-Encontro. Fiquem atentos as redes sociais de cada um dos eventos, para saber quando haverá as próximas edições.

Assista na íntegra a primeira edição do Trip-Encontro sobre o tema: viajar só!

Fotos: Júlio César Almeida @juliocesaarrrr

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Olá, meu nome é Thatiane Ferrari

Jornalista especializada em cultura. Já zanzei por mais de 35 países, na maioria das vezes sozinha e com o orçamento curto. Decidi reunir aqui minhas andanças pelo mundo, com o objetivo de compartilhar e estimular a ideia de menos consumo e mais vivência. Viajar é possível, basta planejar!

11.01.2017 Viagem de trem: de Moscou a São Petersburgo

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Não foi o charme e nem a possibilidade de me sentir em um filme dos anos 1920 que me fez optar por uma viagem de trem de Moscou a São Petersburgo. Longe disso. O que me levou a escolher as linhas ferroviárias na Rússia foi a certeza de economizar alguns rublos e hospedagem.

Optei por comprar a passagem com dois meses de antecedência pela Russian Train e acho que foi a melhor opção, já que não tive que tentar nenhum contato verbal em russo. O site com tradução em inglês só é confuso na hora de escolher os assentos. Como não tinha experiência nisso, acabei escolhendo na cara e na coragem.

Comprei meu bilhete de viagem noturna, com saída às 1h15 e chegada às 10h09, por $57.53 (Abril/2016), com saída pela Leningradskiy Railway Station (Ленинградский Вокзал), localizada no metrô Komsomolskaya. Do outro lado da rua. Aconselho chegar com uma certa antecedência, não apenas para admirar a arquitetura da estação de metrô (simplesmente maravilhosa), mas também para se localizar. Não se iluda, absolutamente TUDO é em russo. Me perdi e precisei da ajuda de alguns desconhecidos (que eu chamo de anjos) pelo caminho!

A estação de trem é bem equipada com banheiro, lanchonetes e Wi-Fi, o que faz também ser super procurada por moradores de rua que dormem em seus bancos.

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Minha passagem: russo e inglês

Foi bem confuso encontrar o meu assento, só consegui com a ajuda de alguns passageiros. O espaço é bem reduzido (lê-se pequeno e apertado). Mala grande (igual a minha) sofrem com os corredores reduzidos e o compartimento no alto do vagão. Se não fossem meus companheiros de trajeto…

Outro ponto que vale a pena citar é o atendimento após a compra. Recebi um e-mail com informações sobre o local da partida e frases úteis traduzidas do inglês para o russo caso fosse necessário usar:

Existe também a possibilidade do trem bala chamado Sapsan, que liga as duas cidades em apenas 4 horas de viagem. Como a minha ideia era viajar de noite, resolvi não investir.  Caso você preferia avião, também existe a opção da Siberia Airlines, que às vezes apresentam preços bem competitivos com os trens.



      Quer saber mais sobre a Rússia?

          + The Old Moscow Circus – o fantástico circo em Moscou

          + Como comprar ingressos para o Teatro Bolshoi

          + Dica de visita: Kremlin e o Mercado Izmailovsky  



Moscou a São Petersburgo – trem noturno

Existem dois tipos de vagões pela Russian Train . Os “Coupé”, que são mais confortáveis, com compartimentos e consequentemente mais caros e os “Platzkart”, com quatro beliches em cada compartimento, sem separação e mais barato. Adivinha qual eu escolhi? Claro que a última opção!

A cada 4 assentos existe uma mesa que é compartilhada. Cada dois assentos são 2 camas. Uma onde as duas pessoas sentam e a outra no alto. É preciso entrar em um consenso com seu companheiro, pois um tem que subir para que o outro possa dormir. O mesmo acontece de manhã. É preciso que o de baixo acorde para que o outro possa descer e sentar na mesa. Não espere wi-fi dentro do trem, viu.

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E-mail super útil que recebi dias antes da viagem

É oferecida toda a roupa de cama e travesseiro. Não sei se foi o cansaço, mas confesso que achei bem confortável. Esse trajeto é muito utilizado pelos próprios moscovitas, então acaba sendo também uma maneira de você se inserir na cultura local. Vi poucos turistas por ali.

Pela manhã no fundo do vagão são vendidas snacks e bebidas quentes em porta-copos de metal super interessantes. O banheiro não estava muito limpo, mas comparado com o banheiro modelo asiático do Terminal na chegada, aconselho você a se resolver no primeiro!

A facilidade de ir de trem para São Petersburgo é que a Moskovsky Rail Terminal (Московский вокзал) fica bem na avenida principal da cidade, a Nevsky Prospekt, onde estão localizados os principais hotéis e hostels. É ideal que você fique hospedado nessa região, pois é próximo dos principais pontos turísticos, restaurantes e lojas.

 

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Jornalista especializada em cultura. Já zanzei por mais de 35 países, na maioria das vezes sozinha e com o orçamento curto. Decidi reunir aqui minhas andanças pelo mundo, com o objetivo de compartilhar e estimular a ideia de menos consumo e mais vivência. Viajar é possível, basta planejar!