The Monastery Hostel (Milão – Itália)

The Monastery Hostel
Via Bertoni, 3, Milão
http://www.themonasteryhostel.it

Milano HOstel

Visão geral | Localizado em uma das alas de um convento de frades franciscanos,  o The Monastery Hostel possui 14 quartos. Fiquei hospedada em um dos maiores, com 6 camas mistas (homens e muheres). A minha beliche ficava em um anexo, uma espécie de pequeno quarto. Era como um quarto para duas pessoas, o que realmente foi ótimo.

No geral, acho que eles não estão preocupados em fidelizar hóspedes. Percebi que o básico é oferecido, porém sem gentilezas. Quer mais? Pague. Simples assim.  Não tomei nenhum dia o café da manhã, pois sempre saia cedo. Não vi nenhuma mesa exposta. Sinceramente até onde eu sei não estava incluso, mas algumas pessoas me falaram que tinha croissant.

Atendimento |  Existem certas gentilezas que marcam o atendimento um estabelecimento. Não. Definitivamente este não foi o caso deste hostel. Ao chegar, exatamente 1 hora antes do check-in, pedi para deixar minha mala na recepção. Nos meus cálculos seria o tempo suficiente para encontrar algum lugar próximo e almoçar. Para o meu espanto fui informada que, para deixar a minha mala (uma única e pequena mala) seria necessário pagar 4 euros. Obviamente este não é o tipo de recepção que esperamos ao chegar em qualquer lugar. Preferi educamente rir, virar as costas e procurar um local para comer, acompanhada da minha fiel escudeira.

Outro fator que contribuiu para que o The Monastery Hostel caisse no meu conceito foi a falta de educação de um dos atendentes. Ao voltar de um passeio, ele me questionou qual era o meu quarto. Falei e ele perguntou onde estava a chave do meu armário. Disse que estava comigo, aí neste momento ele começou a fazer um escândalo, falando que eu não tinha permissão para sair com a chave, que alí era um hostel, que tinha regras e eu deveria respeitar. Imagine essa conversa em espanhol, no tom que os italianos costumam falar… Naquele momento descobri que, para sobreviver e ser respeitada na Itália deveria também alterar meu tom de voz e me manter firme nas discussões. Foi o que fiz. Achei no mínimo curiosa a insistência dele em querer a chave do armário, pois além deixar 20 euros (como depósito) caso eu a perdesse, lá dentro estava coisas valoriosas para a minha viagem e que eu não gostaria que ninguém mais tivesse acesso.

Obviamente fiz uma reclamação com outros atendentes do hostel, não apenas pelo sistema que acredito ser totalmente falho como também pelo atendimento rude do funcionário. Para amenizar, no decorrer da minha hospedagem passei pela recepção mandando beijos para ele, além de dizer que percebi a necessidade dele tirar folgas para relaxar 🙂

Pontos positivos | No quesito qualidade do sono é nota 10. Prédio com elevador. Banheiros e quartos limpos. Frigobar para guardar suas coisas. Internet nos quartos.

Pontos negativos | Toda a estrutura gira em torno do dinheiro. Sei que vivemos em um sistema capitalista, mas não ter copos na cozinha e cobrar 3 euros para um kit de talheres de plástico, já acho demais.

Localização | Ótima. Consegui fazer a maioria dos passeios à pé. Ele fica bem próximo à estação Turati do metrô, a apenas 2 estações da Stazione Milano Centrale, de onde saem os trens para Verona e Veneza e ônibus para o Aeroporto. Como fiz bate-volta para essas duas cidades, a proximidade com a estação central foi imprescindível.

Custo | € 71,40 para 4 diárias – Abril de 2014.

Pontuação (0 à 5)|

Alessandro Downtown Hostel (Roma – Itália)

Alessandro Downtown Hostel
Via Carlo Cattaneo 23, Estação Termini – Roma
http://www.hostelsalessandro.com

Alessandro

Visão geral |  Confesso que, após reservar e olhar o Facebook deles, fiquei com medo. Medo de ser aqueles hostels cheios de agito, com pessoas animadas até às 3 da manhã, som alto e gente bêbada. Não, não é que eu não goste de festas, coisa e tal. Mas, meus objetivos em Roma era bem mais diurnos que noturnos…

Logo que cheguei a impressão mudou. Guardaram a minha mala sem cobrar nenhuma taxa e me indicaram no mapa (adoro quando eles oferecem mapas) o melhor caminho para visitar o Vaticano. Pediram para tirar uma foto minha com a mala para postar no Facebook deles (fiquei me sentindo, né) e ainda me convidaram para de noite participar do aperitivo free de boas-vindas (o qual infelizmente, não pude participar).

Outra gentileza foi o envio de e-mail antes da minha estadia, agradecendo a reserva e oferecendo transfer desde o aeroporto e descontos em passeios. Achei no mínimo prestativo e funcional, caso eu estivesse procurando tais serviços.

O Downtown fica em um prédio com instalações antigas (Eles possuem outro hostel, o Alessandro Palace). Me hospedei em um quarto amplo, bem arejado com 8 camas mistas (homens e mulheres). Os armários são pequenos e não cabem muita coisa. Possui wi-fi. Não está incluso o café da manhã.

Como um prato de macarrão em um restaurante em Roma custa em média 12 euros, a cozinha e as mesas no período da noite sempre estavam cheias. Foi preciso muita paciência para dividir o espaço com outros viajantes (que nem sempre são gentis) e cozinhar meu torteloni de carne com molho pesto.

Atendimento | Staff bem prestativo, profissional e educado.

Pontos positivos | Banheiros com secador de cabelo; elevador.

Pontos negativos |  Não possui um sistema de tomadas perto das camas, o que dificulta na hora de carregar os equipamentos.

Localização |  No meu caso a localização foi bem funcional pois, o Alessandro Downtown fica ao lado da Stazione Termini. Fiz bate-volta para Pisa e Florença desde Roma e por estar próximo isso me ajudou muito quanto aos horários dos meus bilhetes. Pude aproveitar bem mais as outras cidades.

Em volta da estação existem muitos moradores de rua. Pode ser que isso assuste algumas pessoas. Eu como vivo em São Paulo (e infelizmente já estou acostumada) não tive problemas com isso.

De lá, fui a pé até o Coliseu e a Fontana di Trevi, porém na parte da noite não tem muitos atrativos perto.

Custo | € 63,75 por 3 diárias – Abril de 2014.

Pontuação (0 à 5) |

 

Atelier Benor (Veneza-Itália)

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Na hora em que passei na frente do Atelier Benor foi amor à primeira vista. Não sabia qual levaria, mas tive a certeza que só sairia de Veneza acompanhada por uma máscara dele

Primeiro fiquei apenas observando através do vidro, encantada com a dedicação que o artista aplicava em cada peça. Me senti como uma criança em frente a uma vitrine de brinquedos, louca para levar tudo para casa.

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Não demorou muito e já estava lá dentro, com as duas mãos para trás e com medo de quebrar alguma coisa. Mario Benor, o artista, foi super receptivo e tentou identificar de onde eu era. Obviamente que em poucos minutos já estávamos falando de futebol (e política) – em espanhol.

Todas as máscaras são confeccionadas de maneira artesanal, feita a mão com papel machê, cerâmica, plumas e tecidos italianos.

Expliquei para ele a minha vontade gigante de levar a loja dele inteira, mas a minha impossibilidade devido a mala minúscula. Em meio a tantas opções fui escolhida por uma pequenina e delicada máscara de E$10,00. Ele foi tão gentil que autografou a peça. Saí de lá totalmente realizada!

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Meu conselho de melhor amiga: fuja dos preços convidativos das máscaras vendidas em outros lugares. Além de não terem a mesma qualidade artística, muitas são feitas de plástico e importadas da China. Poxa, você vai até Veneza para comprar uma “máscara falsificada”? Nessas horas vale a pena deixar o espírito muquirana de lado e investir em uma peça única.

Confira mais imagens:

Serviços:

Benor Maschere
Santa Croce, 1164 (Lista di Bari) – Veneza – Itália
Seguindo reto após atravessar a Ponte Degli Scalzi
Contato: +39 041 717898 – benor89@hotmail.com

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