Alessandro Downtown Hostel (Roma – Itália)

Alessandro Downtown Hostel
Via Carlo Cattaneo 23, Estação Termini – Roma
http://www.hostelsalessandro.com

Alessandro

Visão geral |  Confesso que, após reservar e olhar o Facebook deles, fiquei com medo. Medo de ser aqueles hostels cheios de agito, com pessoas animadas até às 3 da manhã, som alto e gente bêbada. Não, não é que eu não goste de festas, coisa e tal. Mas, meus objetivos em Roma era bem mais diurnos que noturnos…

Logo que cheguei a impressão mudou. Guardaram a minha mala sem cobrar nenhuma taxa e me indicaram no mapa (adoro quando eles oferecem mapas) o melhor caminho para visitar o Vaticano. Pediram para tirar uma foto minha com a mala para postar no Facebook deles (fiquei me sentindo, né) e ainda me convidaram para de noite participar do aperitivo free de boas-vindas (o qual infelizmente, não pude participar).

Outra gentileza foi o envio de e-mail antes da minha estadia, agradecendo a reserva e oferecendo transfer desde o aeroporto e descontos em passeios. Achei no mínimo prestativo e funcional, caso eu estivesse procurando tais serviços.

O Downtown fica em um prédio com instalações antigas (Eles possuem outro hostel, o Alessandro Palace). Me hospedei em um quarto amplo, bem arejado com 8 camas mistas (homens e mulheres). Os armários são pequenos e não cabem muita coisa. Possui wi-fi. Não está incluso o café da manhã.

Como um prato de macarrão em um restaurante em Roma custa em média 12 euros, a cozinha e as mesas no período da noite sempre estavam cheias. Foi preciso muita paciência para dividir o espaço com outros viajantes (que nem sempre são gentis) e cozinhar meu torteloni de carne com molho pesto.

Atendimento | Staff bem prestativo, profissional e educado.

Pontos positivos | Banheiros com secador de cabelo; elevador.

Pontos negativos |  Não possui um sistema de tomadas perto das camas, o que dificulta na hora de carregar os equipamentos.

Localização |  No meu caso a localização foi bem funcional pois, o Alessandro Downtown fica ao lado da Stazione Termini. Fiz bate-volta para Pisa e Florença desde Roma e por estar próximo isso me ajudou muito quanto aos horários dos meus bilhetes. Pude aproveitar bem mais as outras cidades.

Em volta da estação existem muitos moradores de rua. Pode ser que isso assuste algumas pessoas. Eu como vivo em São Paulo (e infelizmente já estou acostumada) não tive problemas com isso.

De lá, fui a pé até o Coliseu e a Fontana di Trevi, porém na parte da noite não tem muitos atrativos perto.

Custo | € 63,75 por 3 diárias – Abril de 2014.

Pontuação (0 à 5) |

 

Atelier Benor (Veneza-Itália)

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Na hora em que passei na frente do Atelier Benor foi amor à primeira vista. Não sabia qual levaria, mas tive a certeza que só sairia de Veneza acompanhada por uma máscara dele

Primeiro fiquei apenas observando através do vidro, encantada com a dedicação que o artista aplicava em cada peça. Me senti como uma criança em frente a uma vitrine de brinquedos, louca para levar tudo para casa.

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Não demorou muito e já estava lá dentro, com as duas mãos para trás e com medo de quebrar alguma coisa. Mario Benor, o artista, foi super receptivo e tentou identificar de onde eu era. Obviamente que em poucos minutos já estávamos falando de futebol (e política) – em espanhol.

Todas as máscaras são confeccionadas de maneira artesanal, feita a mão com papel machê, cerâmica, plumas e tecidos italianos.

Expliquei para ele a minha vontade gigante de levar a loja dele inteira, mas a minha impossibilidade devido a mala minúscula. Em meio a tantas opções fui escolhida por uma pequenina e delicada máscara de E$10,00. Ele foi tão gentil que autografou a peça. Saí de lá totalmente realizada!

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Meu conselho de melhor amiga: fuja dos preços convidativos das máscaras vendidas em outros lugares. Além de não terem a mesma qualidade artística, muitas são feitas de plástico e importadas da China. Poxa, você vai até Veneza para comprar uma “máscara falsificada”? Nessas horas vale a pena deixar o espírito muquirana de lado e investir em uma peça única.

Confira mais imagens:

Serviços:

Benor Maschere
Santa Croce, 1164 (Lista di Bari) – Veneza – Itália
Seguindo reto após atravessar a Ponte Degli Scalzi
Contato: +39 041 717898 – benor89@hotmail.com

Bon Appétit em Paris!

comida de rua em Paris 3

O céu e o inferno no mesmo prato! Comer em Paris é uma delícia, porém se você não tomar cuidado verá seu orçamento de viagem se findar em um piscar de olhos.

Por este motivo, uma das melhores pedidas nesta linda parte do velho continente é desfrutar das comidas vendidas nas barracas de rua. Com preços pra lá de acessíveis e um menu variado de crepes, baguetes e quiches fica difícil falar que não comeu bem por aqui!

Mesmo em uma das avenidas mais caras e famosas do mundo a Champs-Élysées é possível comer na rua. Minha dica vai para o “Crêpes Biologiques”, localizado próximo ao número 75. Eles oferecem dentro de um trailer uma série de sabores de crepes doces e salgados. Os preços variam  de 3 a 7 euros, conforme a quantidade de itens que você inserir na massa, que aliás é orgânica.

Comida de rua em Paris 2

Na primavera, dá para degustar essa maravilha tendo como vista este lindo jardim!

É difícil vir até Paris e não querer experimentar as  “transformações genéticas” (rsrsrs) de produtos que conhecemos tão bem. Seja o Philadelphia de Chocolate Milka ou os diferentes bolinhos da Kinder, tudo sempre é novidade. A Coca-Cola mesmo mantém na Europa uma linha de sabores que não vendem de forma popular no Brasil, como a de Baunilha, Cereja e a Sem Cafeína.

Coca Cola Cherry

Ainda no assunto comida, é possível em Montmartre encontrar em qualquer quarteirão os deliciosos crepes de Nutella. Sua fabricação com a chapa quente aos olhos do cliente é um show à parte. Mesmo com tantos quiosques os turistas fazem fila para comprar, e claro, para fotografar também. Digamos que é mais um dos itens imperdíveis da culinária parisienses.

Outro que com toda certeza não poderá faltar na sua listinha gastronômica é o Croque Monsieur. Se você já comeu e assim como eu gostou, pegue seu caderninho e anote a receita!

Confira algumas imagens de dar água na boca:

Croque Monsieur

10 Croque Monsieur

Ingredientes

4 fatias de pão de forma
2 ovos
200 g de creme de leite sem soro
Presunto em fatias
Queijo mussarela em fatias
Parmesão ralado
Noz-moscada e sal a gosto

Preparo

Em um recipiente misture os ovos com o creme de leite, o sal e a noz-moscada, até formar um creme homogêneo

Em uma forma coloque 4 fatias de pão de forma e passe metade do creme por cada uma das fatias até que fiquem bem úmidas

Coloque por cima as fatias de presunto e de queijo mussarela

Cubra com as fatias de pão restante, e por cima coloque a outra metade do creme e polvilhe com parmesão ralado

Leve ao forno pré-aquecido até que o queijo derreta.

Confira abaixo as imagens do preparo: 

Objetos de viagem: Talheres de plástico

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Existem assessórios que são extremamente importantes em uma viagem mais alternativa. Outros, são apenas quinquilharias que você vai lamentar infinitamente o bendito dia em que teve a ideia de levar…

Na minha experiência em mochilar por dois meses pela América do Sul, carreguei durante quase todo o tempo uma canequinha vermelha pendurada na mochila. O que no começo era um item imprescindível de sobrevivência se tornou uma mera decoração, que logo se transformou em um peso a mais. Obviamente foi desovado na primeira oportunidade.

Já em outra viagem, desta vez para a Europa, foi o momento de levar meus talheres de plástico que costumam me acompanhar quando vou para campings. No café da manhã, na barraca eles sempre me quebraram um galho!

Em um hostel de Milão (The Monastery Hostel) descobri que a cozinha não oferecia talheres. Para a minha surpresa os mesmos eram vendidos em exemplares de plástico por 3 euros (um absurdo).

Acabei emprestando eles para diversos outros hóspedes que, gentilmente, sempre me ofereciam algo em troca. Certa vez, ganhei um delicioso penne ao molho pesto de um alemão fofo que queria retribuir meu ato. Uma senhora uruguaia também foi pega de surpresa após já ter ido ao mercado e realizado toda a sua compra. Mais uma vez meu garfo e minha faca de maneira humanitária entraram em ação!

Em uma viagem com pouca grana a visitinha ao mercado é fundamental, mesmo durante os passeios pela rua. Sempre que posso, entro em algum pelo caminho e compro um iogurte. Tomo na rua como se fosse sorvete. Sempre funciona: me alimento bem e economizo uns trocados. Tá vendo só, é essencial carregar sempre consigo pelo menos uma colher.

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Pelo que percebi na Espanha (mais precisamente em Barcelona) as pessoas não se importam em comer na rua. Vi na famosa Avenida Diagonal de Barça, jovens mulheres (em horário de almoço) comendo marmita no chão, encostadas nas paredes das lojas mais chiquérrimas do pedaço Vi também, um homem super novo abrindo uma marmita de arroz e milho em pleno metrô. Detalhes que no final das contas faz toda a diferença no orçamento de uma viagem.

Meus talheres são da marca Quechua. Comprei na megastore francesa Decathlon, que aqui no Brasil possui mais de 20 lojas, além do atendimento virtual. Eles são vendidos em diversas cores e saem por R$ 1,90 (cada). Super recomendo: http://bit.ly/1idr5MJ

Europa pela Espanha: minha experiência em Barajas

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Há quem diga que para uma brasileira entrar sozinha na Europa, ainda mais por Madrid, é um tanto quanto difícil, devido as inúmeros casos de denúncias de tráfico internacional de drogas, prostituição e permanência ilegal no continente.

Minha experiência foi bem tranquila, pois antes mesmo de ir fiz questão de preparar um check-list gigante com todas as informações que, porventura, eles pudessem me exigir.

Obviamente que ao chegar no Aeroporto Adolfo Suárez Madrid-Barajas fui recepcionada com uma série de perguntas e verificações. Primeira de todos: você está viajando sozinha? Depois vieram outras como o motivo da viagem, qual era meu destino dentro da Espanha, quais outros países eu iria, se eu tinha reserva de hotéis em todas as cidades, qual a quantia que eu tinha em dinheiro e por fim, qual era a minha profissão.

Ao responder jornalista, os dois homens que me atenderam começaram a fazer gracinhas, perguntando se eu poderia entrevistá-los. Disfarcei de maneira simpática dizendo que não, pois estava de férias. Não pediram para ver nada. Nem as reservas, dinheiro ou seguro-saúde, porém eu estava com a minha pasta de viagem com inúmeros papéis no balcão, todos aparentemente organizados.

Respondi tudo de forma firme e em espanhol, tentando ser a pessoa mais natural possível. O ruim é que nessas horas mesmo sem dever absolutamente nada, parece que entramos em um estado de alerta.

Assim, eles carimbaram meu passaporte e ufa, passei feliz por uma das mais temidas imigrações do mundo!

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Para quem pretende viajar para a Europa é imprescindível conhecer o Tratado de Schengen, que nada mais é do que um acordo entre os países europeus referente a uma política de abertura das fronteiras e livre circulação de pessoas: clique aqui. 

Cada país possui uma exigência que deverá ser respeitada. Alguns pedem a obtenção de um seguro-saúde vigente no tempo de permanência em que você se encontrar no país deles. Outros além disso pedem uma determinada quantia de dinheiro por dia. Enfim, não custa se organizar e honrar tais cumprimentos.

Em geral é necessário:

Possuir o documento de passaporte com validade superior a seis meses;

Bilhete aéreo de ida e volta, tendo a permanência máxima de 90 dias;

Comprovante de hospedagem (pode ser a reserva de hotéis ou uma declaração de quem irá te abrigar).

Seguro saúde

Comprovante de meios financeiros para manter-se durante a estada no país

El Misti Hostel (Rio de Janeiro-RJ)

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Rua Tonelero, 197 – Copacabana –  Rio de Janeiro-RJ – Brasil
http://www.elmistihostelrio.com

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Visão geral | Escolhi o El Misti pois estava procurando alguma hospedagem em Copacabana que fosse próxima a praia e ao metrô. Até aí, tudo perfeito.

O café da manhã é digno, porém, sem variedade de frutas (pelo preço cobrado na hospedagem, isso até que é relevante). Há wi-fi em todo o hostel, roupa de cama, ar-condicionado, local para guardar bagagens grandes e computadores à disposição.

Durante a minha hospedagem acabou a água e ficamos impossibilitados de dar descarga no banheiro.

Atendimento | Mais amargo que o gosto de limão da minha caipirinha…

Pontos positivos | Na minha opinião, o único ponto positivo do El Misti Hostel Rio é a localização.

Pontos negativos | Acredito que a falta de gerenciamento da administração no quesito reservas é o problema mais grave e o que coloca o El Misti Hostel Rio em um patamar inferior.

Fiz a minha reserva pelo “Booking.com” e quando cheguei ao local a minha “vaga” havia sumido. Situação desagradável que foi resolvida sem maiores problemas.

O que agravou depois e me fez chegar na conclusão acima foi o episódio em que às 6 horas da manhã um colega de quarto chegou de uma festa e pasmem cadê a cama dele? Todas as 8 camas estavam ocupadas. Aliás, 2 delas ocupadas por 2 casais (?). O funcionário acordou um dos hóspedes e pediu para que ele saísse da cama.

Não sei quem estava certo ou não. Na verdade, isso nem me interessa. Apenas acredito que todas estas tramitações de reservas, quartos e afins devem ser realizadas até às 22h (salvo obviamente quando a pessoa faz o check-in de madrugada). Achei um absurdo, um desrespeito ser acordada com um tumulto no quarto. Reclamei e o funcionário foi grosso dizendo que ele não sabia da superlotação (o que mostra mais uma vez o quanto confuso é o sistema dos quartos).

Localização |  Ótima! Bem em frente ao metrô Siqueira Campos e apenas algumas quadras da praia. Dá para passear bastante à pé e aproveitar as proximidades mesmo em dias de chuva.

Custo | R$ 240,00 por 6 noites – Novembro de 2013

Pontuação (0 à 5)  |
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Sumé Hostel (São Thomé das Letras-MG)

Sumé Hostel
Rua Carlos A. Oliveira 330 – São Thomé Das Letras-MG – Brasil
Telefone: (35) 9199-1981
E-mail: sumehostel@gmail.com 
Site: http://www.sumehostel.com 
Facebook: https://www.facebook.com/sumehostel

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Visão geral | O Sumé Hostel apareceu na minha vida naqueles momentos de apuro, onde faltando poucos dias para o final do ano comecei a procurar um lugar legal e barato para curtir a virada com as minhas amigas. Como em um passe de mágicas, ao entrar no grupo “Apaixonados por STL” do Facebook, apareceu na minha timeline um pequeno anúncio do Hostel. Não pensei duas vezes, articulei as meninas e conseguimos garantir as últimas três camas do réveillon.

O Hostel possui banho quente, roupa de cama, wi-fi gratuito, cozinha, sala com TV, café da manhã e ainda translado gratuito da rodoviária até a casa. Aliás, ela é um charme à parte. O pôr do sol da varanda é um espetáculo imperdível.

Atendimento | Ao chegar fomos recepcionadas pelo Leandro e pela Leandra, um casal jovem e muito bacana, pais da inesquecível Júlia, uma garotinha linda de 4 anos. Eles não pouparam esforços em nos deixar bem à vontade.

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Pontos positivos |  Sinceramente? Me senti em casa! Ficamos em um quarto limpo com três beliches, bem na entrada da casa. Existe também quartos individuais para casais.

Pontos negativos |  —-

Localização | A localização é ótima para quem gosta de curtir a noite de STL. O hostel fica pertinho da Pedra da Bruxa. Dá para ir tranquilamente até a Praça Matriz e ao Cruzeiro. A rua da casa é sem saída o que ajuda ainda mais a qualidade do sono.

Custo | R$ 30,00 a diária – Janeiro de 2014

Pontuação (0 à 5)  | 

Votos5

Catavento Cultural (São Paulo-SP)

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É proibido não tocar, mexer e fuçar. A ordem aqui é colocar as mãos para funcionar!

Mantendo a nova tradição de São Paulo em abrigar ambientes culturais em patrimônios históricos, o Catavento Cultural e Educacional é uma das mais novas instituições da cidade. Dedicado à ciência e tecnologia, o espaço cultural foi instalado no antigo prédio da prefeitura da cidade, o Palácio das Indústrias.

Dividido entre os temas Universo, Vida, Engenho e Sociedade, o visitante é convidado a interagir com todo o acervo por meio de avançados recursos tecnológicos nas 250 instalações distribuídas em 4 mil metros quadrados. Desvendar os sons do universo, utilizar microscópios de alta tecnologia e realizar uma viagem em 3D pelas paisagens da cidade do Rio de Janeiro são apenas alguns dos atrativos espalhados pelo prédio.

Tive a oportunidade em conhecer o espaço durante a semana, o que certamente me deu uma maior liberdade para explorar e permanecer nas salas durante o meu tempo. Lembrando que o acervo não é voltado apenas para crianças. Nós adultos também temos vez aqui.

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Faz parte também da coleção da instituição peças do Museu de Tecnologia de São Paulo, que em 2009 foi desalojado de seu prédio, próximo à Universidade de São Paulo (USP). Constituído por 36 peças, o acervo está instalado na área externa do museu. Entre as peças estão uma carroça-pipa com rodas de ferro, importada da cidade de Milão (Itália) datada de 1870 e utilizada na limpeza das vias de terra da cidade até o início do século 20, locomóveis, usados para gerar energia, e um avião DC-3, da década de 1940.

Na minha opinião existe um extremo descuido com este acervo, já que peças centenárias ficam expostas a céu aberto.



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Barra pesada – é como eu chamaria os arredores do Catavento Cultural. Por este motivo, aconselho seriamente a você ir de carro e estacionar lá dentro. Caso não tenha essa possibilidade, a estação mais próxima é a Dom Pedro II. Dá para ir à pé, porém com atenção redobrada.

Se você tiver disposição, a dica é esticar (cuidadosamente, pois a região não é muito segura) até o Mercado Municipal de São Paulo e aproveitar as delícias da gastronomia paulistana.


 

Serviços:
Catavento Cultural e Educacional
Praça Cívica Ulisses Guimarães, s/n – Parque Dom Pedro, São Paulo – SP
Transporte público: próximo à estação Dom Pedro II
(11) 3315-0051
Ingressos: R$ 6,00 (inteira) – R$ 3,00 (meia entrada)
www.cataventocultural.org.br

 

Museu da Língua Portuguesa (São Paulo-SP)

 

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As paredes do edifício histórico instalado junto à Estação da Luz, coração do centro histórico paulistano e ponto de chegada e partida de diversos imigrantes, foi estrategicamente escolhido para abrigar, desde 2006, o Museu da Língua Portuguesa.

Tratando de um assunto não palpável, a instituição inovou dando ao espaço rústico um ar tecnológico por meio de uma tela de 106m de extensão onde projetores realizam simultaneamente a exibição de vídeos relatando o dia a dia da língua portuguesa, a relação da sociedade com o idioma e as diferentes formas e influências que ela sofreu no decorrer dos anos.

No primeiro andar, há temporariamente grandes exposições sobre escritores que deixaram de alguma forma a sua marca na lingua portuguesa. Já passaram por lá mostras sobre Oswald de Andrade, Clarisse Lispector, Machado de Assis, Jorge Amado, entre outros grandes nomes da literatura brasileira.

Já segundo andar, totens interativos, jogos etimológicos e vídeos cibernéticos fazem parte da estrutura do museu, que tem como grande destaque a Praça da Língua, um espaço multimídia composto por projetores e áudios levam os visitantes as origens do português falado no Brasil.

Não se esqueça de já na bilheteria solicitar a senha para a grande atração da  terceira parte do Museu: a Praça da língua, uma espécie de planetário linguístico com vídeos e projeções sobre a influência do idioma na nossa cultura.

Destaque também para o elevador que conduz o visitante pelas instalações do museu. Lá dentro é possível entre um andar e outro, escutar uma espécie de mantra composto pelo músico Arnaldo Antunes, que repete “língua” e “palavra” em diversos outros idiomas.



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A grande dica é visitar o museu aos sábados quando a entrada é gratuita. Se tiver tempo, estique o passeio até a Pinacoteca do Estado, localizada no prédio da frente.

 



Serviços:
Museu da Língua Portuguesa
Praça da Luz – Centro – São Paulo – SP
Transporte público: A estação de trem e metrô mais próxima é a Luz.
(11) 3322-0080
Ingressos: R$ 6,00 (inteira) / R$ 3,00 (meia entrada)  – Sábados: entrada gratuita
www.museudalinguaportuguesa.org.br

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