Campos do Jordão-SP: excursão bate e volta

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Já virou tradição. Todos os anos é só a temperatura baixar que a pequena cidade de Campos do Jordão, na Serra da Mantiqueira, em São Paulo, lota de pessoas atrás de seus atrativos naturais, arquitetônicos e gastronômicos.

Com um ar europeu, o município localizado a 181 quilômetros da capital paulista, costuma reunir durante todo o período de inverno visitantes com um grande poder aquisitivo. Prepare o bolso! Comida, diversão e hospedagem não são nada baratos por lá.

 

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Vila Capivari – Centrinho de Campos do Jordão-SP

Por isso, apresento a vocês a maneira mais baixo custo que encontrei para conhecer o lugar: bate e volta com excursão.

Como funciona a excursão? 

Diversas empresas oferecem o pacote que, na maioria das vezes possuem os mesmos preços e atrações, incluindo ou não o almoço. Dentre as que conheço e promovem passeios desse tipo estão a Gnomos Tour, a Fully Viagens, a Ecotrips e a Urbanos em Aventuras.

Foi com a Urbanos em Aventuras que resolvi conhecer Campos do Jordão. O transporte saiu da frente do Memorial da América Latina, próximo ao metrô Barra Funda. De lá, partimos para mais ou menos três horas de estrada até o nosso destino.

 

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Pico do Itapeva 

Passando 1 dia em Campos do Jordão-SP

O roteiro começou pela Ducha de Prata, uma queda d’agua artificial que servia de antigamente para banhar os hóspedes da antiga Pensão Inglesa. No local é possível encontrar barraquinhas com malhas, produtos artesanais e souvenirs, além de atividades de ecoturismo como arvorismo e tirolesas.

Já estava incluso no pacote o almoço no Sergios, um restaurante com comida caseira à vontade e uma variedade de carnes, saladas e guarnições.  

Seguimos para a Fábrica de Chocolates Araucária, onde pudemos conhecer um pouco sobre a história do doce: da produção dos bombons até o momento da degustação.

 

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Depois foi a hora de conhecer o Pico do Itapeva tem umas das vistas mais privilegiadas de toda a Serra da Mantiqueira. Daqui, do alto de seus 2.035m de altitude é possível avistar 12 cidades do Vale do Paraíba. Passeio imperdível para os amantes da natureza.

Tivemos uma parada rápida no Mosteiro de São João das Monjas Beneditinas para o sorteio dos brindes da viagem. Um lindo campo com um lago, árvores e capela fazem parte do cenário repleto de tranquilidade.

Finalizando o roteiro, chegamos a Vila Capivari, o movimentado centro que possui diversos bares, restaurantes, cervejarias, casas de chocolates e lojas com malharias.

Recomendo muito esse tipo de viagem com excursão. Além de sair bem mais em conta, é a oportunidade de você visitar um novo local e fazer novas amizades!

Como visitar a Casa de Anne Frank, em Amsterdam?

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Imagine ficar dois anos completamente trancado com mais sete pessoas em um espaço apertado, sendo obrigado a acordar todos os dias para viver uma rotina no silêncio com medo do esconderijo ser descoberto a qualquer momento. Essa é a história de Anne Frank, uma das mais famosas vítimas da perseguição nazista aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

Em 1945, após morrer de tifo em um campo de concentração na Alemanha aos quinze anos de idade, a garota deixou ao mundo seu diário com páginas que mostram, em meio aos encantos da puberdade, o que é viver em tempos de genocídio.

O Diário de Anne Frank original fez parte da minha adolescência. Foi por meio dele que tive meu primeiro contato com essa parte da história, com os horrores de Hitler e a crença doentia das raças superiores. Seus escritos rodaram o mundo e deram voz aos milhões de judeus mortos no holocausto, sendo traduzidos para mais de setenta idiomas.

Desde 1960, Amsterdam, na Holanda abriga a “Casa de Anne Frank”, um museu que chama a atenção de todos para a história de vida da garota judia, com o objetivo promover uma reflexão sobre os perigos do antissemitismo, da discriminação e do racismo, além de reforçar a importância da democracia, liberdade e igualdade de direitos.

Para se ter uma ideia o local recebe cerca de um milhão de visitantes por ano, leitores que, assim como eu, sonhavam em conhecer o Anexo Secreto e sentir de perto ela, essa menina tão especial. Conhecer um lugar desses sempre é difícil e me remeteu muito ao dia em que fui até Auschwitz/Birkenau  , na Polônia.

 

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Tive a oportunidade de visitá-lo e conto tudo aqui para vocês:

Ingressos 

É importante planejar com antecedência a sua visita. Das 9h até às 15h30, o museu recebe apenas as pessoas que compraram antecipadamente o ingresso pela internet. Após esse horário é que abrem as bilheterias para a venda do dia. Quando fui, comprei o ticket 2 meses antes pelo site. No dia da visita, vi que já tinha uma fila grande de espera desde às 13h30. O valor do ingresso é de E$ 9,00, mais uma taxa de reserva de E$ 0,50 por ticket.

 



    Veja também:  + Minha visita ao complexo Auschwitz-Birkenau



A visita  

Você deve chegar na hora exata, pois os bilhetes são válidos apenas na data e horário escolhidos. Expirados não podem ser mais utilizados. Ao entrar na recepção você já recebe o áudio-guia que conduzirá a visita em diversas línguas, inclusive português. Infelizmente não é permitido tirar fotos dentro do museu. Começamos por toda a parte de baixo, nos armazéns e escritórios da Opekta, empresa do pai de Anne, distribuidora de pectina, agente gelatinoso usado no preparo de geléias.

De lá partimos para a parte de cima. Não existem móveis, apenas telas nas paredes que mostram em reconstituição como era antes da invasão. O Anexo Secreto fica atrás de uma estante, subindo um grande degrau. Atenção especial para quem tem problema de mobilidade.

Ter a oportunidade de entrar e visitar todos os cômodos, é algo emocionante. Pensar que Anne viveu ali com sua família e amigos durante anos é assustador.

Loja

Posters, postais, canetas… A loja da Anne Frank House reúne diversos objetos, estudos e livros em diversas línguas. Comprei o catálogo oficial do museu em português e recomendo bastante, pois como não podemos tirar fotos, o livro disponibiliza diversas imagens do abrigo, além de contar detalhes da história. Serão E$10,00 muito bem investidos.

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Dicas

  • É imprescindível ler antes o livro, para conseguir compreender um pouco da atmosfera que aquelas paredes carregavam. Tudo é muito bem explicativo, mas nada substitui o contato direto com a obra.
  • O Google Cultural Institute oferece uma exposição virtual em português sobre A Casa da Anne Frank. Confira AQUI

Como chegar na Anne Frank House

A casa está situada no canal Prinsengracht, nºs 263-267, no centro de Amsterdam. Partindo da Estação Central , leva cerca de 20 minutos caminhando, é pertinho! Os bondes 13, 14 e 17 – além dos ônibus 170, 172 e 174 – param perto do museu, no ponto “Westermarkt”.

De Split para Ancona – um passeio pelo Mar Adriático

Love is how you stay alive,even after you are gone.
Com praias, lagos, ilhas e paisagens de tirar o fôlego, a Croácia vem a cada dia mais se consolidando como um importante destino no verão europeu. Povo receptivo, moeda barata e infraestrutura: não é para menos!

Mas, para quem pretende conhecer esse paraíso, um aviso! Não existem vôos diretos das capitais brasileiras até as cidades croatas. A alternativa é fazer uma conexão em algum aeroporto europeu próximo. Meu vôo de volta tinha como saída o Fiumicino, de Roma.

Aí que entra a dica: o trajeto de Ferry Boat de Split, na Croácia e Ancona, na Itália. Ou vice-versa.

Diversas empresas fazem o serviço, porém escolhi a Blue Line , por atender as minhas expectativas em relação ao horário e bolso: €42,00 pelo trajeto .

Com a saída marcada para 20h15, o ticket pede para que você esteja às 18h30 no porto de Split.

Cheguei no horário marcado e fui direto para a imigração, que logo na entrada já carimbou meu passaporte (a Croácia não faz parte do Espaço Schengen).

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Pôr do sol no mar adriático

 

Pronto, já estava a bordo do M/F Regina Della Pace! Do deck dá para você ver o pôr-do-sol atrás dos morros que cercam Split, refletindo no mar adriático, enquanto bebe um drink em um dos diversos bares e lanchonetes espalhados pelo barco.

Por lá encontrei dois restaurantes, um que oferecia pratos à la carte e outro estilo self-service. Óbvio que só o último era compatível com o meu orçamento. €6 por um super prato cheinho de massa ao pomodoro.

Depois, aproveitei para ficar um pouco no Night Club, tomar um chocolate quente, apreciar os corajosos do karaokê e ver a final do MasterChef Hrvatska.

Como o meu ticket não dava direito a cabine, fiquei perambulando pela embarcação até ser vencida pelo cansaço e encarar definitivamente a minha poltrona. Não sei se era a época ou o horário, pois estava um pouco vazio. Parecia que tinha mais funcionários que passageiros.

No horário previsto a embarcação ancorou às 7h30, em Ancona, na Itália.

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Bar do deck

 

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Vista do deck

 

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Às vezes parecia que eu estava sozinha no barco

 

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Espaço do Night Club

 

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Sucos naturais

 

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Como não tinha cabine, dormi na poltrona

 

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Clique para ampliar

 

Serviço:
Ferry Boat Blue Line
Split X Ancona – Ancona X Split


Zanzemos na Adventure Sports Fair 2016

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Vontade de pegar a estrada! Sim, foi isso que senti ao participar pela primeira vez da Adventure Sports Fair, que aconteceu nos dias 12 e 16 de outubro no São Paulo Expo, aqui na capital paulista. A feira, que é a maior feira da América Latina dedicada a esportes radicais, já está em sua 17º edição, sempre levando a público as mais variadas práticas esportivas e os melhores destinos para viagens de aventura.

Acampamento, pista de snowboard e ski, tanque de mergulho, pista de skate, tanque de remada stand-up, parede de escalada, slackline, tirolesa… O evento é super completo e oferece atrativos para diferentes perfis. Eu por exemplo, não sou muito de ação, mas sempre fui encantada por motorhomes. Ainda não viajei a bordo de um, mas esse sonho está na minha “to do list” de vida!

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O tanque de mergulho foi um dos maiores sucessos da feira

Tive a oportunidade de assistir uma palestra com o pessoal da Veraneio Viajante, um casal super gente boa que viajou 40 mil km pela América do Sul a bordo de uma senhorinha de 40 anos, a Veruska. Contando os perrengues da estrada, dei risada ao saber que eles chegaram a dormir até em churrascaria.

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Palestra da Veraneio Viajante

Legal também foi ver de pertinho o biólogo e apresentador, Richard Rasmussen do Nat Geo. Ele estava por lá com um stand super agitado, atendendo de boa todo mundo e exibindo algumas de suas cobras.

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Richard Rasmussen , super simpático

Para finalizar a programação escolhi assistir a palestra da Amanda Richter e do Max Fercondini, onde eles contariam as aventuras do programa deles América do Sul Sobre Rodas, onde passaram 6 meses rodando aqui e pelos nossos vizinhos. Acontece que, por ironia do destino, acabei entrando na sala errada. Como nada é por acaso, me deparei com o Gustavo Ziller, que entre tantas coisas é escritor e montanhista.

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Gustavo Ziller, do 7cumes

A palestra dele sobre Vida Criativa me abriu diversos horizontes, ainda mais quando ele falou sobre a necessidade de ambiente produtivo para melhorar as habilidades e descobrir novas capacidades. Inspirador!

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5 passos para uma Vida Criativa

O legal é que a próxima edição da Adventure Sports Fair já tem data para ocorrer: de 26 a 29 de outubro de 2017, novamente no São Paulo Expo. No vemos lá!

Confira abaixo mais imagens do evento:

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Test Drive com carros 4×4

 

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Bungee jumping

 

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Road Trip

 

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América do Sul Sobre Rodas: carro da Amanda Richter e do Max Fercondini

 

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Detalhe do carro da Expedição América do Sul Sobre Rodas

 

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Veruska, a Veraneio Viajante!

 

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Camping Trailer da Palomino

 

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Camping Trailer da Palomino aberta

 

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Detalhes internos da Camping Trailer da Palomino

 

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Road Trip: Guru Expedição

 

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Mais Road Trip: Out Siders Brazil

 

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Parede de escalada: sucesso total entre os visitantes

 

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Pista de skate

 

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Aventura total

 

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Tanque de Remada (stand-up paddle e caiaque)

 

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Pista de Snowboard & Ski

 

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Detalhe da entrada do Stand do Richard Rasmussen

 

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Cobra do Richard Rasmussen

 

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Lançamento do livro do Richard Rasmussen

Minha visita ao complexo Auschwitz-Birkenau

Auschwitz

Era o dia do aniversário do meu pai. Pela manhã, mandei um recadinho e prometi voltar logo após o meu passeio para uma conversa pelo Skype. Imaginava o que estava por vir, mas não pensava que pisar no maior cemitério do mundo me colocaria no fundo do poço.

Ao retornar fui direto comer na praça principal do centro de Cracóvia. Era sexta-feira, a rua estava cheia e as pessoas bem animadas. Por fora meu rosto estava atônito, dentro me sentia um caco. Meu corpo doía. Em meio a mordidas em um pão que eu mal consegui comer, postei com o wi-fi público algumas fotos no Facebook com o intuito de compartilhar com meus familiares e amigos próximos o que eu tinha vivenciado. Sentia falta de um abraço.

Escrevi para a minha mãe dizendo que estava muito triste, que queria dormir. Fui descansar com ela dizendo que seria melhor não ter ido, ainda mais sozinha. Recomendou-me planejar algo feliz para o dia seguinte e esquecer tudo aquilo. Como???

Os extenso compartilhamentos das minhas fotos me serviram de apoio para falar sobre o assunto. Obrigada! Algumas pessoas me escrevem perguntando se eu acho que elas devem ir. Não tenho a resposta. Penso que esta é uma decisão individual que possui consequências, pois, é algo que você jamais irá esquecer.

Para quem ainda não viu…

Auschwitz-Birkenau

Constituído em 1940, Auschwitz é conhecido mundialmente como um dos maiores símbolos do genocídio praticado pelos nazistas. Durante a II Guerra Mundial os alemães invadiram a Polônia e estabeleceram estrategicamente na região de Auschwitz, antiga Oswieçim, um campo de concentração no local onde anteriormente funcionava um alojamento do exército polonês.

Com a alta demanda de prisioneiros e a necessidade de mais espaço o complexo do terror teve de ser, com o passar dos anos, aumentado. No final o local era constituído por três partes: Auschwitz I, Auschwitz II-Birkenau e Auschwitz II-Monowitz. No início, em Auschwitz I apenas poloneses e prisioneiros de guerra soviéticos eram mortos no campo. Depois em 1942, Auschwitz II-Birkenau se tornou o maior lugar de extermínio em massa de judeus em toda a história da humanidade.

Estima-se que mais de 1,3 milhão de pessoas, sendo 90% delas de origem judia vindas de diversas partes da Europa, além de poloneses, presos políticos, prisioneiros soviéticos, homossexuais e ciganos, foram mortas no local. Quem não era executado na câmara de gás morria de fome, frio, doenças infecciosas, trabalho escravo, experiências médicas, suicídio na cerca elétrica ou execuções individuais.

Apenas em janeiro de 1945, com o fim da II Guerra Mundial é que 7 mil prisioneiros foram libertados pelo Exército Vermelho. Ao saírem do local, os alemães tentaram demolir alguns edifícios como a câmara de gás e o crematório de Auschwitz II-Birkenau na tentativa de esconder os horrores causados por eles.

Em 1947, o governo polonês resolveu fazer do antigo campo de concentração um museu, no intuito de preservar a memória daqueles que passaram por ali. Desde 1979 o complexo faz parte da Lista de Herança Mundial da UNESCO.

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Chegando na Cracóvia

Não existe voo direto do Brasil para a Cracóvia. Sempre será necessária uma conexão que pode ser feita nos países próximos como a Alemanha, a Suíça ou a Itália, por exemplo. O bom é que você pode testar diversas conexões até encontrar a forma mais barata ou chegar na Polônia de ônibus. Foi o que fiz, viajando com a LUX EXPRESS . Entrei no continente europeu pela Rússia e fui de ônibus até a Polônia, passando pela Letônia e Lituânia.

Hospedagem na Cracóvia

Por conta da localização e do preço escolhi me hospedar no Hostel Benedykta. Ele fica bem no centro da cidade, próximo a estação de trem, rodoviária e das principais atrações turísticas. O quarto mais barato possui três treliches e armários individuais com chave. Em maio de 2016, a estadia com café da manhã e wi-fi sai por 29 zlotys, mais ou menos R$ 29,00.

Campo de concentração

Como chegar a Auschwitz-Birkenau de forma independente?

Existem duas possibilidades de chegar até Auschwitz de forma independente: ônibus ou trem. A grande vantagem é que tanto a estação rodoviária quanto a ferroviária ficam praticamente no mesmo lugar, portanto não será difícil por lá você escolher a melhor forma de transporte. A diferença se dá no local de desembarque. O ponto final do ônibus é na entrada do campo, já o trem fica na estação ferroviária de Oswieçim, em torno de 1,5Km do museu.

Como essas não foram as minhas opções, não tenho maiores detalhes, apenas faço a recomendação óbvia de que você deixe para comprar a passagem de volta no local, pois ficar correndo com horário apertado pode atrapalhar o seu passeio.

De Auschwitz I até Auschwitz II-Birkenau são 4 km. Existe um ônibus que faz o trajeto gratuitamente, porém, apenas entre abril e outubro.

Visitando de forma independente 

A entrada ao complexo é gratuita, porém, mesmo quem vai por conta precisa obrigatoriamente retirar seu ingresso de controle de acesso ao local. Ela é liberada antes das 10h e depois das 15h.

Se você vai fazer a visita de forma independente, sem guia, eu recomendo profundamente que você ao menos compre o livreto “Auschwitz Birkenau – Lugar de Memória e Museu”. Ele é vendido na lojinha, custa apenas 8 zlotys e pode servir como um manual explicativo detalhado sobre os locais mais importantes do complexo.

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Como comprar o ingresso para a visita guiada?

É extremamente importante comprar com antecedência o ingresso para a visita guiada no site do memorial. O endereço é http://auschwitz.org Lá clique em Reserva e escolha a opção Visitas Individuais.

A entrada ao Campo de Concentração é gratuita, apenas o serviço do guia é cobrado. A visita guiada custa 40 zlotys (algo em torno de R$ 40,00) e possui a duração de 3 horas e meia.

Como não sabia fui comprar meu ticket exatamente um mês antes da visita e na data escolhida não havia mais ingresso. Para o dia seguinte a única visita que ainda havia vagas disponíveis era em italiano. Como eu fazia questão de realizar o tour explicativo acabei comprando mesmo assim.

Acontece que quando cheguei na Cracóvia, percebi que as agências de turismo ofereciam na data que eu realmente precisava, por um preço que incluía o transfer e guia em espanhol. Tive que mudar meus planos e perder o bilhete que eu já havia comprado (eles não fazem reembolso em caso de desistência).

Como visitar com agência de turismo?

No Hostel Benedykta eles possuem uma parceria com a See Krakow Local Tour, uma agência que oferece diversos passeios pela cidade e região. Paguei 155 zlotys (mais ou menos R$ 155,00) pelo transfer do centro da cidade até Auschwitz I, o transfer de Auschwitz I até Auschwitz II-Birkenau e a volta de Auschwitz II-Birkenau para Cracóvia, além claro do serviço do guia no local. A visita toda dura de 6 a 7 horas e não existe pausa para o almoço. Os horários variam, então é bom consultar o site.

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Outras dicas!

  • É proibida a entrada com bolsas grandes, mochilas ou grandes volumes. Existe uma triagem na porta e apenas pessoas com bolsas super pequenas passam pela segurança. Existe um guarda-volumes que permite com que você guarde seus pertences. Vale lembrar que cada complexo possui o local de armazenamento. Se você ao se dirigir a Auschwitz II-Birkenau retirar seus pertences de Auschwitz I terá de pagar novamente uma nova taxa.
  • Na entrada de Auschwitz I vi quiosques vendendo lanches e no estacionamento vi restaurantes que oferecem refeições mais completas.
  • Em muitas das salas existem placas pedindo para não tirarem fotos. É o caso da parte onde estão cabelos de diversas prisioneiras mortas nas câmaras de gás. Eles eram arrancados para serem usados na confecção de roupas para os soldados. Muitas pessoas não respeitam e fazem de tudo para burlar as regras e clicar o local… Por consideração aos falecidos acho importante obedecer.
  • Você está pisando em um local de luto, onde jazem as cinzas de milhares de pessoas. Respeite o ambiente.
  • Dúvidas? Me escreva nos comentários!

Um pouquinho de como foi a 43ª da ABAV – Expo Internacional de Turismo

A 43ª da ABAV – Expo Internacional de Turismo que aconteceu em São Paulo-SP nos dias 24 e 26 de setembro de 2015, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, foi um sucesso reunindo mais de 30 mil visitantes.

O bom é que a próxima 44ª ABAV – Expo Internacional e Turismo e o 46º Encontro Comercial Braztoa acontecerão entre os dias 28 e 30 de setembro (quarta a sexta-feira – 12h às 20h), no Expo Center Norte (SP), com a participação de expositores nacionais e internacionais. Estaremos lá!

Confira abaixo algumas imagens da minha ida:

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No estande da Bahia: só alegria!

 

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Homem talhando um instrumento musical no estande do Mato Grosso.

 

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As baianas preparando um acarajé arretado!

 

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Com minhas amigas baianas, em Salvador kkkk

 

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Matando a saudades de Lisboa.

 

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Com o Papai Noel original da Finlândia.

 

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Amazonas como sempre dando um show!

 

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Já é tradicional na feira visitar o estande do Marrocos.

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Estande do Marrocos com belas peças.

 

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Retrô! <3

 

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Como se fosse um mini Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses com dunas e lagoas.

 

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Muitos estandes e poucas pessoas

 

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República Dominicana: um dos estandes mais animados.

 

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Encantada com as danças e músicas folclóricas.

 

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Charutos produzidos no estande da República Dominicana.

 

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Delícia de Pernambuco!

 

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Feijão de corda com carne seca. Boooom demais!

 



Remédios em Viagem

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Algo que temos que ficar muito atentos é a questão de remédios em viagem. É importante que você tenha com eles um cuidado redobrado, pois não é garantia de que em outros países você encontrará os mesmos medicamentos e que poderá comprá-los sem um pedido médico.

A dica é sempre levar consigo a receita médica e todos os comprimidos em suas caixas originais e em bom estado. No caso de remédio controlado é bom levar também um laudo médico (em inglês) com o nome completo do passageiro, informando o motivo do uso.

Leve-os sempre com você na bagagem de mão. Não pense em hipótese alguma colocá-los dentro da sua mala de viagem, pois além de correr o risco de ter a mala extraviada, pode ser que você tenha alguma conexão no caminho.

Sim, essa última já aconteceu comigo! Certa vez em uma viagem para Bogotá, na Colômbia, tive uma conexão de 12 horas em Lima, no Peru. Viajante que sou, obviamente que já tinha um roteiro completo de diversão na cidade enquanto esperaria para embarcar.

Acontece que o meu voo sofreu uma despressurização, que é quando a aeronave perde a pressão. No mesmo momento senti uma dor insuportável na cabeça que desceu passando pelo ouvido até atingir o meu maxilar. Algo realmente inesquecível.

Quando desci do avião lembrei que meus medicamentos estavam na mala de viagem… Resultado: mesmo cheia de alergias, tive que me aventurar na farmácia, um risco.

Outro fator é o caso de overbooking ou um prolongamento da viagem. Neste caso, é importante que você leve uma maior quantidade dos medicamentos de uso contínuo.

Boa viagem!

 

 

 

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