Sumé Hostel (São Thomé das Letras-MG)

Sumé Hostel
Rua Carlos A. Oliveira 330 – São Thomé Das Letras-MG – Brasil
Telefone: (35) 9199-1981
E-mail: sumehostel@gmail.com 
Site: http://www.sumehostel.com 
Facebook: https://www.facebook.com/sumehostel

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Visão geral | O Sumé Hostel apareceu na minha vida naqueles momentos de apuro, onde faltando poucos dias para o final do ano comecei a procurar um lugar legal e barato para curtir a virada com as minhas amigas. Como em um passe de mágicas, ao entrar no grupo “Apaixonados por STL” do Facebook, apareceu na minha timeline um pequeno anúncio do Hostel. Não pensei duas vezes, articulei as meninas e conseguimos garantir as últimas três camas do réveillon.

O Hostel possui banho quente, roupa de cama, wi-fi gratuito, cozinha, sala com TV, café da manhã e ainda translado gratuito da rodoviária até a casa. Aliás, ela é um charme à parte. O pôr do sol da varanda é um espetáculo imperdível.

Atendimento | Ao chegar fomos recepcionadas pelo Leandro e pela Leandra, um casal jovem e muito bacana, pais da inesquecível Júlia, uma garotinha linda de 4 anos. Eles não pouparam esforços em nos deixar bem à vontade.

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Pontos positivos |  Sinceramente? Me senti em casa! Ficamos em um quarto limpo com três beliches, bem na entrada da casa. Existe também quartos individuais para casais.

Pontos negativos |  —-

Localização | A localização é ótima para quem gosta de curtir a noite de STL. O hostel fica pertinho da Pedra da Bruxa. Dá para ir tranquilamente até a Praça Matriz e ao Cruzeiro. A rua da casa é sem saída o que ajuda ainda mais a qualidade do sono.

Custo | R$ 30,00 a diária – Janeiro de 2014

Pontuação (0 à 5)  | 

Votos5

Fundação Harmonia (São Thomé das Letras-MG)

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A cidade de São Thomé das Letras, em Minas Gerais é considerada um grande pólo de magnetismo energético. Por este motivo, atrai desde sempre milhares de pessoas que buscam uma forma de encontrar seu eixo espiritual.

Para atender esta demanda, muitos grupos realizam encontros, retiros espirituais ou mantêm suas próprias sedes nas montanhas. É o caso da Fundação Harmonia de Artes e Conhecimentos Transcendentais.

Fundada em 1988 por um grupo de jovens de Araras, cidade do interior de São Paulo, a entidade nasceu com o propósito de criar uma forma de convivência individual e social pautada no auto conhecimento, expansão de consciência, cidadania planetária e cósmica.

Do alto do mirante do Cruzeiro é possível avistar sua cúpula e edificações. Desde a primeira vez que pisei na cidade, tive a vontade de conhecer este espaço. A oportunidade chegou em um dia extremamente simbólico para mim: 1º de janeiro, data em que a mudança está no ar e as energias estão se renovando.

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A comunidade está localizada na estrada que segue em direção a Sobradinho, próxima a Cachoeira da Lua. Logo na entrada, recebemos a nossa comanda para o almoço que consiste em uma refeição ovolactovegetariana completa com direito a sobremesa, chá e café (R$ 16,00). Bebidas são cobradas à parte.

Quem escolhe almoçar no local, o passeio para conhecer as dependências da comunidade acaba saindo de graça. Para quem não elege esta opção, a visita com duração de aproximadamente uma hora sai por R$3,00, tendo início às 16h.

O sincretismo religioso é a essência da Fundação, que agrega em sua arquitetura, os mistérios de cada doutrina. Fomos guiados por Maria, uma das voluntárias que trabalham no local. De olhar calmo e voz suave, ela nos contou orgulhosa que é uma ex-paulistana, vinda da Escola Harmonia Alpha Cruz (unidade da Fundação na capital paulista ).

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Os moradores da Fundação Harmonia são chamados de “Os Harmônicos” e vivem em regime de comunidade de forma totalmente altruísta.

Durante todo o trajeto é impossível não se encantar com as histórias, edificações e beleza natural. As formas e cores envolvem os visitantes. Quem tiver sorte, como nós, poderá ser agraciado com a presença de algum elemento da fauna local, no caso uma cobra de 1 metro e meio, aproximadamente.

O Decágono localizado na parte de cima merece destaque. O platô com dez lados utilizado para práticas de meditação potencializa as manifestações energéticas. Obviamente que durante a visita todos correm para adentrar o espaço e ficar o máximo de tempo possível.

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Outro ponto alto da visita é a região do milharal onde eles construíram um grande átrio aberto, no estilo das ágoras gregas com uma imagem gigante da deusa egípcia Nut, a senhora do céu. Próximo dali estão os reservatórios de água, protegidos pelas divindades da Umbanda como Yemanjá e Iansã.

Infelizmente o passeio é apenas para conhecer as dependências, não são realizadas durante a visita nenhuma prática ou ritual. Minha dica é: vai se realmente você acreditar em tudo isso. Brincar com a cultura religiosa e espiritual das pessoas é algo muito sério e não tem graça alguma.

Confira mais imagens:

Assista ao vídeo oficial da Fundação Harmonia:
(Que acho que deve ter sido gravado na década de 80 (!!!!), mas vale como registro)


Serviços:

Fundação Harmonia de Artes e Conhecimentos Transcedentais
Estrada São Thomé – Sobradinho (São Thomé das Letras – MG)
(35) 3237-1280 / (35) 9972-2360
www.fundacaoharmonia.org.br

 

Procure-se

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Há quem diga que em  Machu Picchu você não encontra o que foi buscar e sim o que é necessário para você. Muitos sentem esse chamado da alma e deixam-se levar pelo passado instigante, ensinamentos e encantos da cidade perdida do Império Inca.

Localizada a 2,4 mil metros de altura, em meio às Cordilheiras dos Andes, no vale do Rio Urubamba, no Peru, Machu Picchu, que em quechua quer dizer “velha montanha”, é um dos maiores mistérios da humanidade.

Não se sabe com exatidão quando o monumento Inca foi construído. O que se tem certeza, é que tudo foi finalizado até o século XV, antes da aparição dos primeiros europeus na América. A busca pela proximidade com o divino, fez com que os incas construíssem a cidade sagrada no topo das montanhas, como uma forma de adoração ao deus sol.

A obra prima inca só foi revelada ao mundo em 24 de junho de 1911, pelo professor norte-americano Hiram Bingham, que realizava no local uma expedição em busca de outra cidade, a Vilcabamba.  Foi neste momento que o explorador anotaria em seu diário de bordo: “Acreditará alguém no que encontrei?”. Contrariando esta versão, alguns estudiosos dizem que o primeiro a descobrir as ruínas na montanha foi o empresário alemão  Augusto Berns mas, esta variante não é tida como oficial.

Machu Picchu preserva até hoje sua edificação, histórias e mistérios. Mesmo passando por chuvas torrenciais e deslizamentos de terra, ela se mantêm em perfeito estado de conservação, por ter sido construída com milhares de blocos de pedra, todos eles polidos e encaixados com uma extrema precisão. Alguns chegam a pesar 20 toneladas.

É instigante pensar: como uma sociedade pré-colombiana poderia alcançar tal grau de força física e evolução intelectual na construção de uma verdade fortaleza de pedra?

No Museo de Sitio Manuel Chávez Ballón, em Águas Calientes, um escrito chama a atenção: “Machu Picchu está localizado e ordenado em alinhamento com os cumes das montanhas circundantes, assim como as constelações cósmicas. Sua localização permite que seja uma cidade com grande recepção de luz solar durante todo o dia. As características geográficas da área: as montanhas, o rio, o acesso à água e a disposição do material de construção foram determinantes para os incas escolherem esse lugar.”

Por reunir em um único ambiente beleza arquitetônica, natural e imaterial, o Santuário Histórico de Machu Picchu, como é oficialmente conhecido, é a rota preferida para quem busca uma evolução espiritual por meio da religiosidade andina. Como um centro de espiritualidade, ela é muito visitada por xamãs, sacerdotes e viajantes de todo o mundo.

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Não é à toa, já que a cidade perdida possui um enorme campo vibratório, com uma das maiores biodiversidades do mundo. Seu bosque com mais de 32 mil hectares, detém cerca de 10% das espécies de flora e 20% de fauna de todo o território peruano.

Existem duas formas de chegar no santuário. De trem em uma viagem de quatro horas, saindo da cidade de Cusco e chegando em Águas Calientes, povoado próximo às ruínas, ou pela lendária trilha inca, onde os peregrinos partem de Ollantaytambo, e após dias de caminhada adentram a cidade pelo portão do Sol, o Intipunku.

Independente da forma escolhida, uma coisa é certa. O viajante que elege Machu Picchu como destino, ficará extremamente impressionado com a sabedoria inca e a união perfeita entre o homem e a natureza, sentindo as energias renovadoras e únicas do lugar.

O complexo arquitetônico é divido em dois setores: o agrícola e o urbano. Formada por grandes terraços para plantação e armazenamento de alimentos, a zona agrícola possui uma complexa estrutura de engenharia hidráulica e de solo. Já a zona urbana abriga a maioria dos templos sagrados, praças, mausoléus e casas.

Uma das principais funções de Machu Picchu foi a de observatório astronômico e é lá, no alto no ponto mais alto da cidade, que está o Intihuatana, que pode ser traduzido como Inti = sol e wata = ano, uma espécie de relógio solar de pedra, encabeçando o setor sagrado.

Lendas xamânicas dizem que quando uma pessoa sensível toca a pedra, abre sua visão para o mundo espiritual porém, já faz algum tempo que é proibido tocar a peça. Os visitantes podem apenas aproximar as mãos para captar a energia emanada pelo monólito.

Vale destacar que Machu Picchu foi reconhecida pela Organização das Nações Unidas Para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em 1981, como um Patrimônio Cultural e Natural da Humanidade. No ano de 2007, foi eleita também uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo pela organização suíça New Open World Corporation (NOWC).

Acalmar a mente e o coração, buscar o equilíbrio do espírito e se libertar para receber toda as energias ocultas de um lugar desconhecido: já dizia o poeta Mário Quintana, “Viajar é mudar a roupa da alma”. Nunca isso fez tanto sentido quanto no momento atual. O alto índice de estresse, violência e trânsito, são apenas alguns dos problemas que vêm, a cada dia, fechando as pessoas nos seus quartos, mundos particulares e realidades virtuais. As transformações que buscamos muitas vezes estão na nossa frente, só basta perceber.

Escolher um roteiro espiritual é se dar um presente, com a certeza de que depois desta experiência você nunca mais voltará para casa. Sim, a jornada renovará a sua vida e certamente você não será mais o mesmo. Encontre-se!

Serviços:
Machu Picchu
http://www.machupicchu.gob.pe 

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