Você sabe onde fica Vanuatu?

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Tive um professor na pós-graduação que dizia que para ser um bom jornalista de assuntos internacionais era preciso ter um mapa-múndi na cabeça. Parafraseando esse meu querido mestre acredito que, para ser um grande viajante é preciso também ter em mente os traços que dividem o mundo.

Assim, por acaso abri um link desses divulgados em grupos de turismo no Facebook e encontrei este que, certamente é, um dos meus passatempos favoritos: um jogo onde o participante tem que escrever o maior número de países em 12 minutos. É fantástico.

Vamos lá, é a sua vez! http://www.jetpunk.com/quizzes/paises-do-mundo

Vedettes de Paris


Barco por Paris
Um dos passeios que mais me emocionaram durante a minha estadia em Paris foi navegar de noite pelas águas do Rio Sena. Foi maravilhoso ver do barco todos os detalhes da cidade luz e ainda ser agraciada pela presença da lua ao lado da Tour Eiffel.

Mesmo para as viagens com o orçamento curto vale a pena o investimento afinal, do que adianta ir para Paris e não viver Paris?

Resolvi fazer o passeio de uma hora. O barco sairia da parada Tour Eiffel às 21hs. Na primavera é este o horário que começa a anoitecer na cidade. O passeio inclui áudio-guia em português.

Existem vários preços e eles estão condicionados ao serviço que você preferir à bordo. Escolhi o mais básico, o Discovery Cruise (apenas com o passeio), há também com champanhe crepe… Meu ingresso saiu por E$ 12,00 pois consegui um vale-desconto no papel informativo do meu hostel. Estudantes com a carteirinha internacional da ISIC possuem desconto em alguns dos passeios.

Minha dica é realmente fazer o passeio durante a noite, na parte da manhã, qualquer ônibus que você tomar poderá fazer praticamente o mesmo trajeto. O ideal é permanecer na parte superior do barco, onde é possível apreciar melhor a paisagem e tirar boas fotos. Obviamente que é o lugar onde todos querem ficar, então ao entrar na embarcação corra para garantir o seu lugar. Uma curiosidade é que os barcos do Rio Sena são classificados como Patrimônio Mundial pela UNESCO, ou seja, vale o investimento!

Confira imagens:

     Serviços:
logo

Vedettes de Paris: http://www.vedettesdeparis.fr

Conhecendo o Império Romano

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Se eu pudesse dar um conselho de amiga para quem pretende conhecer os encantos de Roma, seria o de viajar pela história antes mesmo de colocar os pés por lá.

O documentário “Construindo um Império –  Roma”, produzido pelo canal de televisão History Channel é imprescindível para quem não conhece as tramas da evolução.

Ao visitar Roma senti falta de conhecer mais a fundo os fatos que marcaram a humanidade e entender a complexidade de cada monumento, tendo como ponto de vista o desenvolvimento da arquitetura.

Assim, logo que voltei para casa corri procurar estudar um pouco mais sobre tudo o que tive a oportunidade de conhecer. Nessa busca, encontrei esse registro que acredito ser de extrema importância. Recomendo!

The Monastery Hostel (Milão – Itália)

The Monastery Hostel
Via Bertoni, 3, Milão
http://www.themonasteryhostel.it

Milano HOstel

Visão geral | Localizado em uma das alas de um convento de frades franciscanos,  o The Monastery Hostel possui 14 quartos. Fiquei hospedada em um dos maiores, com 6 camas mistas (homens e muheres). A minha beliche ficava em um anexo, uma espécie de pequeno quarto. Era como um quarto para duas pessoas, o que realmente foi ótimo.

No geral, acho que eles não estão preocupados em fidelizar hóspedes. Percebi que o básico é oferecido, porém sem gentilezas. Quer mais? Pague. Simples assim.  Não tomei nenhum dia o café da manhã, pois sempre saia cedo. Não vi nenhuma mesa exposta. Sinceramente até onde eu sei não estava incluso, mas algumas pessoas me falaram que tinha croissant.

Atendimento |  Existem certas gentilezas que marcam o atendimento um estabelecimento. Não. Definitivamente este não foi o caso deste hostel. Ao chegar, exatamente 1 hora antes do check-in, pedi para deixar minha mala na recepção. Nos meus cálculos seria o tempo suficiente para encontrar algum lugar próximo e almoçar. Para o meu espanto fui informada que, para deixar a minha mala (uma única e pequena mala) seria necessário pagar 4 euros. Obviamente este não é o tipo de recepção que esperamos ao chegar em qualquer lugar. Preferi educamente rir, virar as costas e procurar um local para comer, acompanhada da minha fiel escudeira.

Outro fator que contribuiu para que o The Monastery Hostel caisse no meu conceito foi a falta de educação de um dos atendentes. Ao voltar de um passeio, ele me questionou qual era o meu quarto. Falei e ele perguntou onde estava a chave do meu armário. Disse que estava comigo, aí neste momento ele começou a fazer um escândalo, falando que eu não tinha permissão para sair com a chave, que alí era um hostel, que tinha regras e eu deveria respeitar. Imagine essa conversa em espanhol, no tom que os italianos costumam falar… Naquele momento descobri que, para sobreviver e ser respeitada na Itália deveria também alterar meu tom de voz e me manter firme nas discussões. Foi o que fiz. Achei no mínimo curiosa a insistência dele em querer a chave do armário, pois além deixar 20 euros (como depósito) caso eu a perdesse, lá dentro estava coisas valoriosas para a minha viagem e que eu não gostaria que ninguém mais tivesse acesso.

Obviamente fiz uma reclamação com outros atendentes do hostel, não apenas pelo sistema que acredito ser totalmente falho como também pelo atendimento rude do funcionário. Para amenizar, no decorrer da minha hospedagem passei pela recepção mandando beijos para ele, além de dizer que percebi a necessidade dele tirar folgas para relaxar 🙂

Pontos positivos | No quesito qualidade do sono é nota 10. Prédio com elevador. Banheiros e quartos limpos. Frigobar para guardar suas coisas. Internet nos quartos.

Pontos negativos | Toda a estrutura gira em torno do dinheiro. Sei que vivemos em um sistema capitalista, mas não ter copos na cozinha e cobrar 3 euros para um kit de talheres de plástico, já acho demais.

Localização | Ótima. Consegui fazer a maioria dos passeios à pé. Ele fica bem próximo à estação Turati do metrô, a apenas 2 estações da Stazione Milano Centrale, de onde saem os trens para Verona e Veneza e ônibus para o Aeroporto. Como fiz bate-volta para essas duas cidades, a proximidade com a estação central foi imprescindível.

Custo | € 71,40 para 4 diárias – Abril de 2014.

Pontuação (0 à 5)|

Alessandro Downtown Hostel (Roma – Itália)

Alessandro Downtown Hostel
Via Carlo Cattaneo 23, Estação Termini – Roma
http://www.hostelsalessandro.com

Alessandro

Visão geral |  Confesso que, após reservar e olhar o Facebook deles, fiquei com medo. Medo de ser aqueles hostels cheios de agito, com pessoas animadas até às 3 da manhã, som alto e gente bêbada. Não, não é que eu não goste de festas, coisa e tal. Mas, meus objetivos em Roma era bem mais diurnos que noturnos…

Logo que cheguei a impressão mudou. Guardaram a minha mala sem cobrar nenhuma taxa e me indicaram no mapa (adoro quando eles oferecem mapas) o melhor caminho para visitar o Vaticano. Pediram para tirar uma foto minha com a mala para postar no Facebook deles (fiquei me sentindo, né) e ainda me convidaram para de noite participar do aperitivo free de boas-vindas (o qual infelizmente, não pude participar).

Outra gentileza foi o envio de e-mail antes da minha estadia, agradecendo a reserva e oferecendo transfer desde o aeroporto e descontos em passeios. Achei no mínimo prestativo e funcional, caso eu estivesse procurando tais serviços.

O Downtown fica em um prédio com instalações antigas (Eles possuem outro hostel, o Alessandro Palace). Me hospedei em um quarto amplo, bem arejado com 8 camas mistas (homens e mulheres). Os armários são pequenos e não cabem muita coisa. Possui wi-fi. Não está incluso o café da manhã.

Como um prato de macarrão em um restaurante em Roma custa em média 12 euros, a cozinha e as mesas no período da noite sempre estavam cheias. Foi preciso muita paciência para dividir o espaço com outros viajantes (que nem sempre são gentis) e cozinhar meu torteloni de carne com molho pesto.

Atendimento | Staff bem prestativo, profissional e educado.

Pontos positivos | Banheiros com secador de cabelo; elevador.

Pontos negativos |  Não possui um sistema de tomadas perto das camas, o que dificulta na hora de carregar os equipamentos.

Localização |  No meu caso a localização foi bem funcional pois, o Alessandro Downtown fica ao lado da Stazione Termini. Fiz bate-volta para Pisa e Florença desde Roma e por estar próximo isso me ajudou muito quanto aos horários dos meus bilhetes. Pude aproveitar bem mais as outras cidades.

Em volta da estação existem muitos moradores de rua. Pode ser que isso assuste algumas pessoas. Eu como vivo em São Paulo (e infelizmente já estou acostumada) não tive problemas com isso.

De lá, fui a pé até o Coliseu e a Fontana di Trevi, porém na parte da noite não tem muitos atrativos perto.

Custo | € 63,75 por 3 diárias – Abril de 2014.

Pontuação (0 à 5) |

 

Atelier Benor (Veneza-Itália)

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Na hora em que passei na frente do Atelier Benor foi amor à primeira vista. Não sabia qual levaria, mas tive a certeza que só sairia de Veneza acompanhada por uma máscara dele

Primeiro fiquei apenas observando através do vidro, encantada com a dedicação que o artista aplicava em cada peça. Me senti como uma criança em frente a uma vitrine de brinquedos, louca para levar tudo para casa.

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Não demorou muito e já estava lá dentro, com as duas mãos para trás e com medo de quebrar alguma coisa. Mario Benor, o artista, foi super receptivo e tentou identificar de onde eu era. Obviamente que em poucos minutos já estávamos falando de futebol (e política) – em espanhol.

Todas as máscaras são confeccionadas de maneira artesanal, feita a mão com papel machê, cerâmica, plumas e tecidos italianos.

Expliquei para ele a minha vontade gigante de levar a loja dele inteira, mas a minha impossibilidade devido a mala minúscula. Em meio a tantas opções fui escolhida por uma pequenina e delicada máscara de E$10,00. Ele foi tão gentil que autografou a peça. Saí de lá totalmente realizada!

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Meu conselho de melhor amiga: fuja dos preços convidativos das máscaras vendidas em outros lugares. Além de não terem a mesma qualidade artística, muitas são feitas de plástico e importadas da China. Poxa, você vai até Veneza para comprar uma “máscara falsificada”? Nessas horas vale a pena deixar o espírito muquirana de lado e investir em uma peça única.

Confira mais imagens:

Serviços:

Benor Maschere
Santa Croce, 1164 (Lista di Bari) – Veneza – Itália
Seguindo reto após atravessar a Ponte Degli Scalzi
Contato: +39 041 717898 – benor89@hotmail.com

Bon Appétit em Paris!

comida de rua em Paris 3

O céu e o inferno no mesmo prato! Comer em Paris é uma delícia, porém se você não tomar cuidado verá seu orçamento de viagem se findar em um piscar de olhos.

Por este motivo, uma das melhores pedidas nesta linda parte do velho continente é desfrutar das comidas vendidas nas barracas de rua. Com preços pra lá de acessíveis e um menu variado de crepes, baguetes e quiches fica difícil falar que não comeu bem por aqui!

Mesmo em uma das avenidas mais caras e famosas do mundo a Champs-Élysées é possível comer na rua. Minha dica vai para o “Crêpes Biologiques”, localizado próximo ao número 75. Eles oferecem dentro de um trailer uma série de sabores de crepes doces e salgados. Os preços variam  de 3 a 7 euros, conforme a quantidade de itens que você inserir na massa, que aliás é orgânica.

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Na primavera, dá para degustar essa maravilha tendo como vista este lindo jardim!

É difícil vir até Paris e não querer experimentar as  “transformações genéticas” (rsrsrs) de produtos que conhecemos tão bem. Seja o Philadelphia de Chocolate Milka ou os diferentes bolinhos da Kinder, tudo sempre é novidade. A Coca-Cola mesmo mantém na Europa uma linha de sabores que não vendem de forma popular no Brasil, como a de Baunilha, Cereja e a Sem Cafeína.

Coca Cola Cherry

Ainda no assunto comida, é possível em Montmartre encontrar em qualquer quarteirão os deliciosos crepes de Nutella. Sua fabricação com a chapa quente aos olhos do cliente é um show à parte. Mesmo com tantos quiosques os turistas fazem fila para comprar, e claro, para fotografar também. Digamos que é mais um dos itens imperdíveis da culinária parisienses.

Outro que com toda certeza não poderá faltar na sua listinha gastronômica é o Croque Monsieur. Se você já comeu e assim como eu gostou, pegue seu caderninho e anote a receita!

Confira algumas imagens de dar água na boca:

Croque Monsieur

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Ingredientes

4 fatias de pão de forma
2 ovos
200 g de creme de leite sem soro
Presunto em fatias
Queijo mussarela em fatias
Parmesão ralado
Noz-moscada e sal a gosto

Preparo

Em um recipiente misture os ovos com o creme de leite, o sal e a noz-moscada, até formar um creme homogêneo

Em uma forma coloque 4 fatias de pão de forma e passe metade do creme por cada uma das fatias até que fiquem bem úmidas

Coloque por cima as fatias de presunto e de queijo mussarela

Cubra com as fatias de pão restante, e por cima coloque a outra metade do creme e polvilhe com parmesão ralado

Leve ao forno pré-aquecido até que o queijo derreta.

Confira abaixo as imagens do preparo: 

Europa pela Espanha: minha experiência em Barajas

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Há quem diga que para uma brasileira entrar sozinha na Europa, ainda mais por Madrid, é um tanto quanto difícil, devido as inúmeros casos de denúncias de tráfico internacional de drogas, prostituição e permanência ilegal no continente.

Minha experiência foi bem tranquila, pois antes mesmo de ir fiz questão de preparar um check-list gigante com todas as informações que, porventura, eles pudessem me exigir.

Obviamente que ao chegar no Aeroporto Adolfo Suárez Madrid-Barajas fui recepcionada com uma série de perguntas e verificações. Primeira de todos: você está viajando sozinha? Depois vieram outras como o motivo da viagem, qual era meu destino dentro da Espanha, quais outros países eu iria, se eu tinha reserva de hotéis em todas as cidades, qual a quantia que eu tinha em dinheiro e por fim, qual era a minha profissão.

Ao responder jornalista, os dois homens que me atenderam começaram a fazer gracinhas, perguntando se eu poderia entrevistá-los. Disfarcei de maneira simpática dizendo que não, pois estava de férias. Não pediram para ver nada. Nem as reservas, dinheiro ou seguro-saúde, porém eu estava com a minha pasta de viagem com inúmeros papéis no balcão, todos aparentemente organizados.

Respondi tudo de forma firme e em espanhol, tentando ser a pessoa mais natural possível. O ruim é que nessas horas mesmo sem dever absolutamente nada, parece que entramos em um estado de alerta.

Assim, eles carimbaram meu passaporte e ufa, passei feliz por uma das mais temidas imigrações do mundo!

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Para quem pretende viajar para a Europa é imprescindível conhecer o Tratado de Schengen, que nada mais é do que um acordo entre os países europeus referente a uma política de abertura das fronteiras e livre circulação de pessoas: clique aqui. 

Cada país possui uma exigência que deverá ser respeitada. Alguns pedem a obtenção de um seguro-saúde vigente no tempo de permanência em que você se encontrar no país deles. Outros além disso pedem uma determinada quantia de dinheiro por dia. Enfim, não custa se organizar e honrar tais cumprimentos.

Em geral é necessário:

Possuir o documento de passaporte com validade superior a seis meses;

Bilhete aéreo de ida e volta, tendo a permanência máxima de 90 dias;

Comprovante de hospedagem (pode ser a reserva de hotéis ou uma declaração de quem irá te abrigar).

Seguro saúde

Comprovante de meios financeiros para manter-se durante a estada no país

El Misti Hostel (Rio de Janeiro-RJ)

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Rua Tonelero, 197 – Copacabana –  Rio de Janeiro-RJ – Brasil
http://www.elmistihostelrio.com

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Visão geral | Escolhi o El Misti pois estava procurando alguma hospedagem em Copacabana que fosse próxima a praia e ao metrô. Até aí, tudo perfeito.

O café da manhã é digno, porém, sem variedade de frutas (pelo preço cobrado na hospedagem, isso até que é relevante). Há wi-fi em todo o hostel, roupa de cama, ar-condicionado, local para guardar bagagens grandes e computadores à disposição.

Durante a minha hospedagem acabou a água e ficamos impossibilitados de dar descarga no banheiro.

Atendimento | Mais amargo que o gosto de limão da minha caipirinha…

Pontos positivos | Na minha opinião, o único ponto positivo do El Misti Hostel Rio é a localização.

Pontos negativos | Acredito que a falta de gerenciamento da administração no quesito reservas é o problema mais grave e o que coloca o El Misti Hostel Rio em um patamar inferior.

Fiz a minha reserva pelo “Booking.com” e quando cheguei ao local a minha “vaga” havia sumido. Situação desagradável que foi resolvida sem maiores problemas.

O que agravou depois e me fez chegar na conclusão acima foi o episódio em que às 6 horas da manhã um colega de quarto chegou de uma festa e pasmem cadê a cama dele? Todas as 8 camas estavam ocupadas. Aliás, 2 delas ocupadas por 2 casais (?). O funcionário acordou um dos hóspedes e pediu para que ele saísse da cama.

Não sei quem estava certo ou não. Na verdade, isso nem me interessa. Apenas acredito que todas estas tramitações de reservas, quartos e afins devem ser realizadas até às 22h (salvo obviamente quando a pessoa faz o check-in de madrugada). Achei um absurdo, um desrespeito ser acordada com um tumulto no quarto. Reclamei e o funcionário foi grosso dizendo que ele não sabia da superlotação (o que mostra mais uma vez o quanto confuso é o sistema dos quartos).

Localização |  Ótima! Bem em frente ao metrô Siqueira Campos e apenas algumas quadras da praia. Dá para passear bastante à pé e aproveitar as proximidades mesmo em dias de chuva.

Custo | R$ 240,00 por 6 noites – Novembro de 2013

Pontuação (0 à 5)  |
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