​Kremlin e Mercado Izmailovsky

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Infelizmente eles não são muito divulgados e, quando citados em guias de turismo ganham sempre um pequeno destaque com poucas linhas sobre o que realmente significa, figurando sempre apenas na área da recomendação de lugar quando o assunto é economia em souvenirs.

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Dentro do Izmailovsky Kremlin


O Izmailovsky Kremlin (Измайловский Кремль – Kremlin  Izmailovo) que abriga também o Izmailovsky Market (Рынок Измайловский – Mercado Izmailovo), foi fundado por Alexander Fedorovich Ushakov e Marina V. Alexeyeva em 2003. A ideia era criar de um centro de cultura e entretenimento russo, onde anteriormente teria sido uma região para as olimpíadas de 1984.

Após um grave incêndio em 2005, ele voltou a ser reconstruído e hoje mantém firme uma arquitetura singular, repleta de encanto e magia. É uma atração imperdível que reúne história e tradição e permanece aberto todos os dias da semana.

 

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Bonecas Russas: variedade de tamanhos, cores e preços!


O Mercado Izmailovsky é sim o melhor local para comprar presentes, mas também é um dos maiores espaços para ter contato direto com a cultura russa. Isso porque, fora da rota tradicional turística, ele reúne os moscovitas para passeios de final de semana. O melhor dia para visitação é aos domingos, quando todas as atrações estão abertas.

 

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Programação dominical moscovita


Foi lá que conheci a minha amiga russa que fala português, Alexandra Grigorieva (conto sobre nosso encontro AQUI). Ela estava com sacolas cheias de comida para o almoço familiar de domingo, comprado em uma das centenas de barracas do mercado.

Inúmeros tipos de matrioskas (bonecas russas) pintadas à mão, objetos do período soviético e da II Guerra Mundial, quadros, tapetes de carcaça de animais, chapéus de pele, mercado de pulgas, echarpe de seda, câmeras antigas, miniaturas de igrejas e bustos do Lênin. É possível encontrar tudo isso e muito mais por lá. Uma dica: use e abuse do seu poder de barganha e ganhe facilmente descontos!

 

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Sim, por lá tem de tudo!

A parte do Kremlin é uma atração à parte. Certamente você vai suar para tentar encaixar todas as torres coloridas no enquadramento da foto. O lugar é surpreendente e abriga galerias inusitadas como o Museu da História da Vodka, o Museu do Chocolate, o Museu Vivo da Artes Folclóricas, Museu da Frota Russa, entre outros.

Crianças são bem vindas, pois o local possui um espaço enorme com diversas atrações interativas para os pequenos, além do Museu Russo dos Brinquedos.

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Bazar no Kremlin

Entrei curiosa em uma das casas e encontrei um bazar alternativo, com um rapaz tocando gaita e moças vendendo bijuterias.

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Clique para ampliar

O Izmailovsky oferece uma placa na porta com um mapa, mas acho eu que o mais legal é ir com tempo e se permitir perder-se por lá. De qualquer modo, aí vai o mapa (como tudo em Moscou, em russo)!

 



  Quer saber mais sobre a Rússia?

          + Viagem de trem: de Moscou a São Petersburgo

          + The Old Moscow Circus – o fantástico circo em Moscou

          + Como comprar ingressos para o Teatro Bolshoi

Como chegar ao “Complexo Izmailovsky “?

 

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Entrada do caminho que leva até o Mercado

Para chegar ao Kremlin Izmailovsky é fácil. Basta pegar a linha de metrô azul escura de número 3 Arbatsko-Pokrovskaya (Арбатско-Покровская) e descer na estação Partisanskaya (Партизанская). Achei os mapas um pouco confusos, mas não tem erro se você seguir o fluxo de visitantes saindo à esquerda da estação de metrô. Em uma pequena caminhada já é possível ver as torres da entrada ao fundo. Em muitos lugares li que havia taxa de entrada, mas não encontrei na porta do Mercado nenhuma bilheteria.

Confira mais imagens:

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Medoooo

 

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Medoooo 2

 

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Para aguentar o frio russo

 

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Antiguidades

 

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URSS X USA

 

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Lênin, sempre presente!

 

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Soviéticos

 

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Dá para enlouquecer aqui!

 

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Garimpando

 

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Mercado de Pulgas

 

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Moscovitas

 

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Imagem interna da porta principal do Kremlin

 

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Igreja de São Nícolas

 

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Mimos no Kremlin

 

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Parede do Bazar, no Kremlin

 

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Um lugar maravilhoso desses tem que aproveitar

 

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Som delícia no Bazar do Kremlin

 

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Mais um pouco do Bazar. Olha a maravilha dessa pintura na parede

 

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Dia inesquecível. Lugar imprescindível

 

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Arte russa

 

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Cada coisa mais linda que a outra 

Serviços:

Izmailovsky Kremlin  (Измайловский Кремль – Kremlin  Izmailovo)  e Izmailovsky Market (Рынок Измайловский – Mercado Izmailovo)
Endereço: Измайловское шоссе, 105187 Moscow
Telefone: +7 495 215-34-57

http://www.kremlin-izmailovo.com

“América Selvagem: Uma Aventura pelos Parques Nacionais”

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O Zanzemos foi conferir a experiência em 3D do filme “América Selvagem: Uma Aventura pelos Parques Nacionais”, promovido pela Visit The USA, o programa oficial de marketing de turismo dos EUA, em parceria com a Expedia, Hoteis.com, Inc e Subaru.

Narrada pelo ator Robert Redford, a obra celebra o centenário dos Parques Nacionais abordando uma viagem por alguns dos 400 locais existentes entre pedras, canyons, montanhas, neve e gelo. Na trama dirigida por Greg MacGillivray e com o roteiro de Tim Cahill, o alpinista Conrad Anker, o fotógrafo de aventura Max Lowe e a artista Rachel Pohl caminham, escalam e exploram alguns dos lugares mais lindos da América.

Yellowstone, Parque Nacional Glacier, Yosemite, Grand Tetons e Arches, são algumas das trinta reservas que aparecem no filme.

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Material de divulgação e o cupom de desconto

O objetivo da divulgação é inspirar e incentivar que pessoas ao redor do mundo descubram todas as incríveis opções de viagem no país. Como eu ainda não tive a oportunidade de conhecer os EUA, já comecei o planejamento!!!

A exibição do filme é aberta em São Paulo para o público em geral. Para garantir seu ingresso, basta solicitar previamente AQUI. Ao final da sessão, no Cinépolis do Shopping JK Iguatemi é distribuído para os presentes um cupom exclusivo de R$ 450,00 de desconto em hospedagem na América com a Hoteis.com.

Confira abaixo o trailer oficial do filme:


Serviço:

Exibição do filme “América Selvagem: Uma Aventura pelos Parques Nacionais”
Shopping JK Iguatemi – Cinépolis (sala IMAX)
Avenida Presidente Juscelino Kubitscheck, nº 2041 – Vila Olímpia – São Paulo-SP
Ingresso GRATUITO. Reservas pelo site:  https://goo.gl/xoCflq
Site oficial: nationalparksadventure.com
Informações: www.facebook.com/VisiteOsUSA

Andando de VLT no Rio de Janeiro

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VLT no Boulevard Olímpico

 

O Veículo Leve sobre Trilhos, conhecido por aqui como VLT é um meio de transporte já consolidado em diversas cidades do mundo. No Brasil a novidade chegou a passos lentos e até o momento uma das cidades que conseguiu implantar o sistema foi o Rio de Janeiro como uma das novidades para os Jogos Olímpicos e parte de um projeto municipal chamado de Porto Maravilha que objetiva revitalizar totalmente a região em torno do porto, antes bem degradado.

A ideia é a de interligar o centro com o aeroporto Santos Dumont, a Barca Rio-Niterói, a Central do Brasil (trem e metrô) e a Rodoviária Novo Rio, passando por pontos turísticos da cidade como a Cidade do Samba e o novo Boulevard Olímpico. Até aí, tudo perfeito.

O planejamento conta com três linhas, porém apenas uma está em funcionamento, a azul que liga a Rodoviária Novo Rio ao Aeroporto de Santos Dumont. Para utilizar o transporte é necessário obter o cartão pré-pago “Bilhete Único Carioca”, que pode ser adquirido por R$3,00 e pagar a condução no valor de R$3,80.

 

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Estação Parada dos Navios


Cheguei na Rodoviária Novo Rio às 6 da manhã com um grupo de amigas e seguimos para a estação Rodoviária 1. Não havia nenhum funcionário no local para nos auxiliar na compra do cartões, vendidos exclusivamente nas máquinas. Só duas estavam funcionando. Detalhe, com o sistema apenas em português.

Depois de perder um VLT, ficamos esperando o próximo: 20 minutos. Quando chegou, em meio a confusão de malas escutamos apenas pessoas falando alto que precisávamos colocar o cartão no validador e esperar o verde. A estação não possui catraca, você paga no validador com o cartão dentro do trem. Foi o que fizemos. A porta fechou e seguimos viagem.

Em menos de dois minutos surgiu uma funcionária para conferir os cartões. Sem saber explicar o motivo, ela disse que o cartão da minha amiga não estava validado. Mesmo com mais de 40 reais em crédito ao passar o cartão no leitor ele não liberou a passagem. Resultado? Multa de R$ 170,00.

O engraçado é que em mais de 30 minutos entre compra e espera do transporte em nenhum momento apareceu nenhum atendente para nos ajudar. Apenas na hora de multar eles apareceram tão solícitos, acompanhados por um guarda-municipal. Totalmente despreparados, não souberam explicar corretamente o procedimento para recorrer da punição. Burocratas que apenas repetem números de leis e nada mais.

Quero deixar um alerta para quem é viajante e vai ao Rio de Janeiro a passeio. Fique atento! Pergunte para os demais passageiros, passe o cartão mais de uma vez no validador (depois de uma vez validado ele não cobra duas vezes dentro de uma hora) e certifique-se de que realmente está tudo certo. Infelizmente não existe auxílio, muito menos flexibilidade para turistas que não conhecem o novo sistema.

Se antes tínhamos que tomar cuidado com os desfalques de taxistas malandros (sem generalizações, claro!) agora temos que prestar bastante atenção também nos golpes dentro do transporte público.

 

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Confira sempre a atualização das linhas nas plataformas das estações


Créditos: Mapa VLT – RioIGo https://goo.gl/3OJVRy

O que rolou na 44 ABAV?

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Cuba, sempre animada!

Mesmo com a correria do dia a dia consegui dar um pulinho para conferir as novidades da 44ª ABAV Expo Internacional de Turismo, que aconteceu entre os dias 28 e 30 de setembro, no Expo Center Norte aqui na cidade de São Paulo. É sempre bom prestigiar o evento que é considerado o maior e mais completo nas Américas e no Hemisfério Sul, sendo reconhecida como uma das feiras mais importantes do mundo. Também pudera, né. Com tanta beleza nos nossos destinos nacionais, o Brasil sempre tem que figurar nesse alto escalão!

Quem me conhece sabe que sou apaixonada por culturas e esse ano pude focar um pouco melhor nas apresentações artísticas, além de degustar algumas iguarias das mais diversas regiões.

Os destaques foram para o sempre animado stand de Cuba, com sua maravilhosa música e o do Marrocos que todos os anos traz um especialista em caligrafia artística em árabe. Desta vez veio ao Brasil o artista Abdelaziz Bouhlassa para oferecer aos participantes gratuitamente uma escrita e vender alguns artigos.

Claro que eu não resisti e comprei um colar com meu nome. Confira a foto logo abaixo!

A ABAV Expo 2017 já tem data e local confirmados, segundo entrevista do presidente da entidade Nacional Edmar Bull, ao site Mercado e Eventos. A feira acontecerá entre 27 e 29 de setembro de 2017 e voltará ao Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. Nos vemos lá!!!!

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Capoeira no stand da Bahia

 

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Novo formato da Vila do Saber – aberta no meio da feira

 

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Belíssimo stand do Marrocos

 

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O artista Abdelaziz Bouhlassa

 

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Belíssimo trabalho dele

 

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Inúmeras apresentações culturais por toda a feira

 

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RN fazendo a festa!

 

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Pão com mortadela: sempre uma boa pedida

 

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Los hermanos bailando tango

 

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Adivinha de qual stand é esse carrinho? Claro, da Bahia meu rei!

 

Passeio pelas Ilhas Argo-Sarônicas: Egina, Póros e Hydra

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Curtindo a ilha grega de Hydra


Por diversos motivos a Grécia ocupa um lugar muito especial em meu coração. Também pudera, com tanta história, cultura e beleza é quase impossível que os visitantes não se apaixonem pelos gregos, em todos os sentidos!


Dentre os inúmeros encantos que vivenciei por lá estão, com toda a certeza, as Ilhas Argo-Sarônicas, um conjunto com seis ilhotas localizadas próximas a Atenas, com águas claras, muito verde e casinhas lindas. Visitei apenas três, Egina, Póros e Hydra em um passeio promovido pela Stravel.

Escolhi essa agência por conta do desconto concedido pelo restaurante Smile. Em todo o centro de Atenas é possível encontrar em postes e paredes da cidade, mapas oferecidos por eles com um anúncio de abatimento no valor de passeios para clientes.

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Unindo o útil ao agradável decidi conhecer o local e não me arrependi. O cardápio possui diversas opções de comidas, além dos pratos tradicionais da culinária local (salada grega, moussaka, giros, pastitsio…). Os preços são ótimos, ambiente aconchegante, internet livre e atendimento familiar.

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Deliciosa Greek Salad do Smile


Após almoçar informei o interesse em comprar o passeio. O garçom Thiago prontamente me explicou como funcionava e me levou até a agência, que fica em uma rua próxima ao restaurante. Quanta gentileza!

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O lindíssimo Kassandra Delfinous

 

Chegando lá o procedimento foi simples. Apenas falei meus dados, paguei 60,00 e agendei o horário do transfer até o porto para a manhã seguinte.

No outro dia, pontualmente eles estavam no local combinado, em micro-ônibus já com alguns turistas. De lá, partimos para o porto, onde estava apenas o barco da Olympica Cruise. Sei que os gregos são feras no mar mas, confesso que fiquei impressionada com o Kassandra Delfinous. Ainda bem, pois o preço do passeio foi um pouco alto para o meu bolso mochileiro.

 

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A torre do relógio de Póros


Ao chegar, fui recepcionada pela guia que falava além de grego e inglês, espanhol!!!! Como estava sozinha e as mesas eram coletivas (já ocupadas por famílias) preferi ficar na parte da frente do barco. Ah, que maravilha! Foi uma experiência incrível poder sentir a brisa do mar com toda aquela vista!

 

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Póros: vista lá de cima


A primeira parada foi na ilha de Póros. No meio das casinhas um caminho leva até a parte de cima onde está localizada a torre do relógio. De lá se tem uma vista deslumbrante da baía.

 

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Hydra: minha preferida!


Seguimos depois para Hydra, a ilha que mais gostei. A arquitetura preservada é um charme que dialoga com o paraíso natural das águas cristalinas. Por lá não se vê carros, todo o trajeto é feito a pé, com animais ou de barco (ao longo da costa). Confesso que não andei pela cidade. Assim que pude me joguei no mar e por lá fiquei!

 

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Sem carros o jeito é se virar!


A terceira e última ilha foi a de Egina. O Templo de Afaia, no alto da colina é a atração principal da cidade, mas você já deve ter pensado que sim, eu preferi ir para a praia.

 

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Praia de Egina


Tanto para Egina quanto Hydra são vendidos passeios opcionais – o que eu achei bem complicado, pois pelo preço já poderia estar incluso, mas enfim… Essa é a minha característica se tiver que escolher entre construções ou natureza, certamente ficarei com a última.

O almoço está incluso no passeio é bem servido e as bebidas são pagas à parte. Não vou nem comentar o preço da Coca-Cola, pois graças a Deus eu esqueci. Aliás, refrigerante na Grécia é muito caro. Salada, macarrão, arroz, batatas e carnes fazem parte do buffet.

 

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Diversas opções para todos os gostos


O barco tem música ao vivo e um casal de dançarinos, que juntos ajudam a animar o ambiente. Ao som da música tema do filme “Zorba, o Grego” todos dançam. Sem faltar, claro, os gritinhos de Opaaaa!!!!

 

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Opaaaaaa! Animação no barco: a hora que a brasileira tem que sambar


Conclusão final:
é beeeem turístico, mas para quem está com pouco tempo e quer tranquilidade em alto mar o passeio é super recomendado!


Serviços:

Restaurante Smile: 24 Syngrou Avenue | Tsokri Park 1 – Makrigianni – Athens
No Trip Advisor: https://goo.gl/aCKAj0

Agência Stravel: 22 Syggrou Avenue, Athens
http://www.stravel.gr

Zanzemos na 44ª ABAV Expo Internacional e Turismo

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Se a edição anterior já foi ótima, imagine a próxima!

A 44ª edição da ABAV – Expo Internacional e Turismo acontece entre 28 e 30 de setembro, no Expo Center Norte aqui em São Paulo-SP. Considerada a maior e mais completa feira do setor nas Américas e no Hemisfério Sul e reconhecida como uma das mais importantes do mundo, a feira reunirá público o profissional como agentes, operadores e gestores de viagens, expositores nacionais e internacionais de mais de 60 países, compradores, além de jornalistas!

Estive acompanhando toda a divulgação desse ano e pude perceber que o grande destaque da edição será a vasta programação dentro da Vila do Saber, que inclui o Congresso ABAV de Turismo. Palestras, debates e mesas redondas a serem conduzidos por profissionais reconhecidos no mercado serão oferecidas dentro de quatro eixos temáticos – inovação, gestão, tecnologia e segmentação.

O legado da Olimpíada Rio 2016, a economia criativa e turismo sustentável serão alguns dos temas trabalhados durante os encontros.

Pela quarta vez estarei prestigiando o evento e certamente será uma ótima oportunidade para sentir o mercado, estudar os novos destinos e conferir as novidades, além claro de participar de algum debate. A programação completa da nova edição pode ser conferida aqui. 

Serviço:
44ª ABAV – Expo Internacional de Turismo
De 28 a 30 de setembro de 2016, das 12h às 20h.
Expo Center Norte – São Paulo/SP
http://www.abav.com.br

Crônicas de uma viajante: Bossa Russa

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Desperto no domingo de manhã do outro lado do mundo: Rússia. Na minha frente um dia inteiro de possibilidades e ao meu lado ninguém. Faço a checagem das anotações e planejo detalhadamente meu dia, com o prazer que só quem viaja sozinho consegue sentir.

Após enfrentar o temido, porém belíssimo metrô de Moscou, com todas suas placas e mapa em alfabeto cirílico, chego ao meu primeiro e principal destino do dia. Cercado de muralha com torres, na margem norte do rio Moscou, o Kremlin é o centro do poder político de toda a Rússia. Por trás de seus tijolos vermelhos existem prédios históricos, residência oficial, catedrais e tumbas.

Tudo estaria certo se a minha bota não resolvesse, ao cruzar o portão do Jardim de Alexandre, soltar uma parte considerável do solado. Tentei continuar a andar, mas depois de dois tropeços percebi que não daria para seguir o caminho.  Avistei uma porta que parecia um depósito dos funcionários, entrei. Lá dentro na penumbra um senhor ajeitava em um canto alguns objetos de jardinagem. Ele não entendia inglês e nem o desespero que me atormentava. Mostrei meu problema e a resposta foi uma cara de “não posso fazer nada”.

Sem ter nem ao menos um chiclete para unir as duas partes e quebrar um galho, resolvi ir atrás de uma cola, em uma caminhada de 1,5 km, até chegar a um mini mercado. Foi como encontrar água no deserto. A animação me deixou tão fora de mim que acabei estourando a embalagem da super cola na mão. Só quem já viveu a aflição de tentar tirar aquele grude da pele sabe o que senti.

Meus Dias na Rússia

Minha bota falando “oi! “

Nessa altura meu humor já estava tipicamente russo e sem condições de retornar ao Kremlin. Foi aí que tomei uma das melhores decisões da minha jornada, com a vantagem de ser uma viajante solitária e poder mudar completamente meu destino. Fui para o Mercado Izmailovsky, no extremo da cidade e distante de toda aquela agitação. (Para saber mais sobre o Mercado Izmailovsky, clique AQUI)

 



  Quer saber mais sobre a Rússia?

          + Viagem de trem: de Moscou a São Petersburgo

          + The Old Moscow Circus – o fantástico circo em Moscou

          + Como comprar ingressos para o Teatro Bolshoi

          + Dica de visita: Kremlin e o Mercado Izmailovsky  



O Mercado Izmailovsky é uma espécie de feira popular com souvenir, mercado de pulgas, comidas típicas, tudo junto e com uma arquitetura ímpar, cheia de torres coloridas.

Em meio a tantas matrioskas, miniaturas de igrejas e bustos do Lênin comecei a pesquisar presentes para meus amigos comunistas. Foi em uma loja, buscando uma explicação com a vendedora sobre os distintivos dos bottons soviéticos que escutei ao lado a seguinte frase: eu falo português.

Filha de coreanos e nascida no Uzbequistão, uma das repúblicas que formavam a extinta União Soviética, Alexandra Grigorieva é apaixonada pela cultura brasileira, tanto que aprendeu o idioma.

O mais curioso é que ela nunca colocou os pés por aqui, mas fala com a propriedade de quem nasceu em terras tupiniquins. Trabalha como contadora e é casada com o artista russo, Alexander. Os dois fazem parte da banda Time Of The Night (Время ночных людей), que toca além de jazz, música brasileira.

Encantada me deixei ser conduzida pelo mercado, guiada pela conversa e por Maria, filha da Alexandra, que segurava minha mão ainda cheia de cola com sua mãozinha tão delicada. Na despedida recebi o convite para conhecer na noite seguinte sua família completa.

Às 19 horas eu já estava na estação Perovo do metrô, aguardando minha nova amiga me buscar. Ao chegar no pequeno apartamento, localizado em uma espécie de conjunto habitacional da era soviética, fui recebida por seus filhos, Vera de 1 ano, Edmundo de 3 e Maria de 5, que esperavam ansiosos a minha chegada.

Papo, pizza e rum foram os ingredientes da noite que teve como “prato principal” bossa nova em português e em russo. Minha anfitriã me deixou com os olhos cheios de lágrimas quando resolveu cantar Caminhos Cruzados do Tom Jobim, acompanhada pelo dedilhado do violão de Alexander.

Vou sentir saudades, me disse Alexandra enquanto consolava Edmundo, que triste chorava com a minha partida.  E de pensar que tudo isso se deu por conta de uma velha bota…

Todos os caminhos do mundo!

Colombia
A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa,
Como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo.
Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam ali…
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando!
Mario Quintana

 

Há 4 anos eu estava colocando a mochila nas costas e dando início a minha primeira viagem internacional sozinha.

Eram tantos medos, dúvidas e receios, mas a Colômbia me recebeu de braços abertos e eu enfim aprendi empiricamente que o país vai além dos estereótipos oferecidos pela grande mídia: um balaio de Pablo Escobar, narcotráfico e FARC.

Foi lá que bebi o segundo melhor café do mundo (o do meu pai continua sendo o primeiro!), visitei uma catedral de sal a 180 metros abaixo da terra, tomei banho de lama dentro de um vulcão, comi arepas, reconheci a importância de Simon Bolívar, nadei no mar do Caribe, senti a brisa da noite sentada em suas muralhas, dancei salsa madrugada afora… <3 Dias inesquecíveis!

Me permiti a não deixar mais de fazer as coisas por falta de companhia. Assumi definitivamente meu gosto por culturas e agucei a minha curiosidade de encontrar novas histórias. Solidão? Não senti em nenhum momento.

Hoje dentro de mim é uma data importante para celebrar. Aquela garota que na ida entrou insegura no avião, trouxe na volta um carinho especial pelo povo colombiano, a imagem inesquecível do belíssimo mar caribenho e histórias de amores para contar!

Gracias a la vida, que me ha dado tanto…

Minha visita ao complexo Auschwitz-Birkenau

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Era o dia do aniversário do meu pai. Pela manhã, mandei um recadinho e prometi voltar logo após o meu passeio para uma conversa pelo Skype. Imaginava o que estava por vir, mas não pensava que pisar no maior cemitério do mundo me colocaria no fundo do poço.

Ao retornar fui direto comer na praça principal do centro de Cracóvia. Era sexta-feira, a rua estava cheia e as pessoas bem animadas. Por fora meu rosto estava atônito, dentro me sentia um caco. Meu corpo doía. Em meio a mordidas em um pão que eu mal consegui comer, postei com o wi-fi público algumas fotos no Facebook com o intuito de compartilhar com meus familiares e amigos próximos o que eu tinha vivenciado. Sentia falta de um abraço.

Escrevi para a minha mãe dizendo que estava muito triste, que queria dormir. Fui descansar com ela dizendo que seria melhor não ter ido, ainda mais sozinha. Recomendou-me planejar algo feliz para o dia seguinte e esquecer tudo aquilo. Como???

Os extenso compartilhamentos das minhas fotos me serviram de apoio para falar sobre o assunto. Obrigada! Algumas pessoas me escrevem perguntando se eu acho que elas devem ir. Não tenho a resposta. Penso que esta é uma decisão individual que possui consequências, pois, é algo que você jamais irá esquecer.

Para quem ainda não viu…

Auschwitz-Birkenau

Constituído em 1940, Auschwitz é conhecido mundialmente como um dos maiores símbolos do genocídio praticado pelos nazistas. Durante a II Guerra Mundial os alemães invadiram a Polônia e estabeleceram estrategicamente na região de Auschwitz, antiga Oswieçim, um campo de concentração no local onde anteriormente funcionava um alojamento do exército polonês.

Com a alta demanda de prisioneiros e a necessidade de mais espaço o complexo do terror teve de ser, com o passar dos anos, aumentado. No final o local era constituído por três partes: Auschwitz I, Auschwitz II-Birkenau e Auschwitz II-Monowitz. No início, em Auschwitz I apenas poloneses e prisioneiros de guerra soviéticos eram mortos no campo. Depois em 1942, Auschwitz II-Birkenau se tornou o maior lugar de extermínio em massa de judeus em toda a história da humanidade.

Estima-se que mais de 1,3 milhão de pessoas, sendo 90% delas de origem judia vindas de diversas partes da Europa, além de poloneses, presos políticos, prisioneiros soviéticos, homossexuais e ciganos, foram mortas no local. Quem não era executado na câmara de gás morria de fome, frio, doenças infecciosas, trabalho escravo, experiências médicas, suicídio na cerca elétrica ou execuções individuais.

Apenas em janeiro de 1945, com o fim da II Guerra Mundial é que 7 mil prisioneiros foram libertados pelo Exército Vermelho. Ao saírem do local, os alemães tentaram demolir alguns edifícios como a câmara de gás e o crematório de Auschwitz II-Birkenau na tentativa de esconder os horrores causados por eles.

Em 1947, o governo polonês resolveu fazer do antigo campo de concentração um museu, no intuito de preservar a memória daqueles que passaram por ali. Desde 1979 o complexo faz parte da Lista de Herança Mundial da UNESCO.

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Chegando na Cracóvia

Não existe voo direto do Brasil para a Cracóvia. Sempre será necessária uma conexão que pode ser feita nos países próximos como a Alemanha, a Suíça ou a Itália, por exemplo. O bom é que você pode testar diversas conexões até encontrar a forma mais barata ou chegar na Polônia de ônibus. Foi o que fiz, viajando com a LUX EXPRESS . Entrei no continente europeu pela Rússia e fui de ônibus até a Polônia, passando pela Letônia e Lituânia.

Hospedagem na Cracóvia

Por conta da localização e do preço escolhi me hospedar no Hostel Benedykta. Ele fica bem no centro da cidade, próximo a estação de trem, rodoviária e das principais atrações turísticas. O quarto mais barato possui três treliches e armários individuais com chave. Em maio de 2016, a estadia com café da manhã e wi-fi sai por 29 zlotys, mais ou menos R$ 29,00.

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Como chegar a Auschwitz-Birkenau de forma independente?

Existem duas possibilidades de chegar até Auschwitz de forma independente: ônibus ou trem. A grande vantagem é que tanto a estação rodoviária quanto a ferroviária ficam praticamente no mesmo lugar, portanto não será difícil por lá você escolher a melhor forma de transporte. A diferença se dá no local de desembarque. O ponto final do ônibus é na entrada do campo, já o trem fica na estação ferroviária de Oswieçim, em torno de 1,5Km do museu.

Como essas não foram as minhas opções, não tenho maiores detalhes, apenas faço a recomendação óbvia de que você deixe para comprar a passagem de volta no local, pois ficar correndo com horário apertado pode atrapalhar o seu passeio.

De Auschwitz I até Auschwitz II-Birkenau são 4 km. Existe um ônibus que faz o trajeto gratuitamente, porém, apenas entre abril e outubro.

Visitando de forma independente 

A entrada ao complexo é gratuita, porém, mesmo quem vai por conta precisa obrigatoriamente retirar seu ingresso de controle de acesso ao local. Ela é liberada antes das 10h e depois das 15h.

Se você vai fazer a visita de forma independente, sem guia, eu recomendo profundamente que você ao menos compre o livreto “Auschwitz Birkenau – Lugar de Memória e Museu”. Ele é vendido na lojinha, custa apenas 8 zlotys e pode servir como um manual explicativo detalhado sobre os locais mais importantes do complexo.

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Como comprar o ingresso para a visita guiada?

É extremamente importante comprar com antecedência o ingresso para a visita guiada no site do memorial. O endereço é http://auschwitz.org Lá clique em Reserva e escolha a opção Visitas Individuais.

A entrada ao Campo de Concentração é gratuita, apenas o serviço do guia é cobrado. A visita guiada custa 40 zlotys (algo em torno de R$ 40,00) e possui a duração de 3 horas e meia.

Como não sabia fui comprar meu ticket exatamente um mês antes da visita e na data escolhida não havia mais ingresso. Para o dia seguinte a única visita que ainda havia vagas disponíveis era em italiano. Como eu fazia questão de realizar o tour explicativo acabei comprando mesmo assim.

Acontece que quando cheguei na Cracóvia, percebi que as agências de turismo ofereciam na data que eu realmente precisava, por um preço que incluía o transfer e guia em espanhol. Tive que mudar meus planos e perder o bilhete que eu já havia comprado (eles não fazem reembolso em caso de desistência).

Como visitar com agência de turismo?

No Hostel Benedykta eles possuem uma parceria com a See Krakow Local Tour, uma agência que oferece diversos passeios pela cidade e região. Paguei 155 zlotys (mais ou menos R$ 155,00) pelo transfer do centro da cidade até Auschwitz I, o transfer de Auschwitz I até Auschwitz II-Birkenau e a volta de Auschwitz II-Birkenau para Cracóvia, além claro do serviço do guia no local. A visita toda dura de 6 a 7 horas e não existe pausa para o almoço. Os horários variam, então é bom consultar o site.

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Outras dicas!

  • É proibida a entrada com bolsas grandes, mochilas ou grandes volumes. Existe uma triagem na porta e apenas pessoas com bolsas super pequenas passam pela segurança. Existe um guarda-volumes que permite com que você guarde seus pertences. Vale lembrar que cada complexo possui o local de armazenamento. Se você ao se dirigir a Auschwitz II-Birkenau retirar seus pertences de Auschwitz I terá de pagar novamente uma nova taxa.
  • Na entrada de Auschwitz I vi quiosques vendendo lanches e no estacionamento vi restaurantes que oferecem refeições mais completas.
  • Em muitas das salas existem placas pedindo para não tirarem fotos. É o caso da parte onde estão cabelos de diversas prisioneiras mortas nas câmaras de gás. Eles eram arrancados para serem usados na confecção de roupas para os soldados. Muitas pessoas não respeitam e fazem de tudo para burlar as regras e clicar o local… Por consideração aos falecidos acho importante obedecer.
  • Você está pisando em um local de luto, onde jazem as cinzas de milhares de pessoas. Respeite o ambiente.
  • Dúvidas? Me escreva nos comentários!

Viajando sozinha pelo Egito

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Tenho o vício, mania, gosto por viajar sozinha. Antes eu até procurava companhia porém, agora não as procuro mais. Depois da minha primeira viagem solo e de experimentar as delícias de decidir por completo um roteiro, confesso que temo ao pensar em dividir o caminho.

A ideia de ir para o Egito colocou tudo isso em questão e em certo momento me vi um pouco confusa. Como me aventurar por terras distantes, sozinha em um país conservador, em uma região super populada, sem falar bem inglês e com orçamento de mochileira?

Sim, passei algumas noites sem dormir, com aquele aperto no coração que só quem já teve que cortar um trajeto do mapa sentiu. A cada pesquisa me sentia mais confusa e o meu sonho de conhecer (em um primeiro momento) as pirâmides ficava cada vez mais distante.

Precisei de um tempo para conseguir encontrar o blog Revivendo Viagens da Renata Campos e encontrar enfim a Holaegypt Tours, uma agência egípcia que atende por todo o Egito e oferece em alguns destinos guias em espanhol. A grande vantagem deles são os preços acessíveis e visíveis no site. Achei bem honesto, pois explica todos os gastos a mais e os opcionais, além de conter uma tabela com os valores dos ingressos que são pagos à parte.

Todos os contatos com a Holaegypt Tours foram realizados por e-mail em inglês. Super paciente, a Anna Nagy foi a responsável pela organização da minha viagem. Sempre que tinha qualquer dúvida escrevia para ela e de maneira rápida e objetiva ela me respondia.

Contratei o Day Tour nas pirâmides de Giza, Sakkara e Memphis, no Cairo e o Tour de trem até Aswan e depois Cruzeiro no Nilo até Luxor (5 dias e 6 noites). Alguns amigos que fiz durante a viagem compraram seus pacotes na própria cidade com um preço mais em conta.

Na minha opinião, na cidade do Cairo só compensa fechar um pacote de passeios para as pirâmides. Além de serem distantes umas das outras, elas estão em uma região afastada e de carro é bem melhor. Sem contar da importância do contato com um egiptólogo para explicar cada detalhe das pirâmides e dinastias pertencentes. Samara, minha guia particular, teve toda a paciência para me ensinar e responder as minhas incansáveis perguntas tanto sobre a história do local quanto dos costumes praticados hoje pelos egípcios.

Você pode ir tranquilamente sozinha até o Museu do Cairo (e lá contratar um guia se sentir necessidade), a Cidadela, a Cairo Tower, comer Koskary ou ao Mercado Khan al-Khalili. Para quem assim como eu gosta de vivenciar a cultura local, acho importante ter esses momentos mais soltos.

Obviamente que por ser um país muçulmano e bem tradicional é preciso ficar atento na hora de escolher suas roupas, ainda mais se você for uma mulher sozinha andando pelas ruas. No primeiro dia como estava ainda me adaptando ao calor resolvi vestir uma blusa de manga curta (sem mostrar os ombros) e para a minha surpresa quase parei o Cairo. As pessoas se cutucavam para me ver passar. Homens, mulheres, crianças, idosos. Todos me olhavam. Pediram até para tirar fotos comigo.

É um misto de curiosidade e reprovação. Não gostei do que senti. Preferi passar calor e tentar ficar um pouco mais anônima.

A viagem de trem para Aswan durou 13 horas, na classe comum com ar-condicionado. Durante a viagem é possível comprar bebidas e snacks, porém preferi levar um kit lanche para encarar a aventura África adentro. O pacote com a Holaegypt Tours inclui todos os transfers. Sem eles confesso que seria impossível conseguir encontrar a plataforma e vencer a multidão de gente com a minha mala. Solo, meu motorista me deixou dentro do vagão e só saiu de lá quando o trem partiu.

Meu relato continua nos próximos capítulos…

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Samara, minha guia durante o tour nas pirâmides de Giza, Sakkara e Memphis

 

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Esfinge: um sonho realizado!

 

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Um pouco de como são as ruas no Cairo

 

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Esse é o Solo, meu motorista no Cairo

 

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Andando sozinha pela cidade (foto com temporizador kkkk)

 

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Momento registrado por Samara, minha guia (e fotógrafa)!

 

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