Como visitar a Casa de Anne Frank, em Amsterdam?

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Imagine ficar dois anos completamente trancado com mais sete pessoas em um espaço apertado, sendo obrigado a acordar todos os dias para viver uma rotina no silêncio com medo do esconderijo ser descoberto a qualquer momento. Essa é a história de Anne Frank, uma das mais famosas vítimas da perseguição nazista aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

Em 1945, após morrer de tifo em um campo de concentração na Alemanha aos quinze anos de idade, a garota deixou ao mundo seu diário com páginas que mostram, em meio aos encantos da puberdade, o que é viver em tempos de genocídio.

O Diário de Anne Frank original fez parte da minha adolescência. Foi por meio dele que tive meu primeiro contato com essa parte da história, com os horrores de Hitler e a crença doentia das raças superiores. Seus escritos rodaram o mundo e deram voz aos milhões de judeus mortos no holocausto, sendo traduzidos para mais de setenta idiomas.

Desde 1960, Amsterdam, na Holanda abriga a “Casa de Anne Frank”, um museu que chama a atenção de todos para a história de vida da garota judia, com o objetivo promover uma reflexão sobre os perigos do antissemitismo, da discriminação e do racismo, além de reforçar a importância da democracia, liberdade e igualdade de direitos.

Para se ter uma ideia o local recebe cerca de um milhão de visitantes por ano, leitores que, assim como eu, sonhavam em conhecer o Anexo Secreto e sentir de perto ela, essa menina tão especial. Conhecer um lugar desses sempre é difícil e me remeteu muito ao dia em que fui até Auschwitz/Birkenau  , na Polônia.

 

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Tive a oportunidade de visitá-lo e conto tudo aqui para vocês:

Ingressos 

É importante planejar com antecedência a sua visita. Das 9h até às 15h30, o museu recebe apenas as pessoas que compraram antecipadamente o ingresso pela internet. Após esse horário é que abrem as bilheterias para a venda do dia. Quando fui, comprei o ticket 2 meses antes pelo site. No dia da visita, vi que já tinha uma fila grande de espera desde às 13h30. O valor do ingresso é de E$ 9,00, mais uma taxa de reserva de E$ 0,50 por ticket.

 



    Veja também:  + Minha visita ao complexo Auschwitz-Birkenau



A visita  

Você deve chegar na hora exata, pois os bilhetes são válidos apenas na data e horário escolhidos. Expirados não podem ser mais utilizados. Ao entrar na recepção você já recebe o áudio-guia que conduzirá a visita em diversas línguas, inclusive português. Infelizmente não é permitido tirar fotos dentro do museu. Começamos por toda a parte de baixo, nos armazéns e escritórios da Opekta, empresa do pai de Anne, distribuidora de pectina, agente gelatinoso usado no preparo de geléias.

De lá partimos para a parte de cima. Não existem móveis, apenas telas nas paredes que mostram em reconstituição como era antes da invasão. O Anexo Secreto fica atrás de uma estante, subindo um grande degrau. Atenção especial para quem tem problema de mobilidade.

Ter a oportunidade de entrar e visitar todos os cômodos, é algo emocionante. Pensar que Anne viveu ali com sua família e amigos durante anos é assustador.

Loja

Posters, postais, canetas… A loja da Anne Frank House reúne diversos objetos, estudos e livros em diversas línguas. Comprei o catálogo oficial do museu em português e recomendo bastante, pois como não podemos tirar fotos, o livro disponibiliza diversas imagens do abrigo, além de contar detalhes da história. Serão E$10,00 muito bem investidos.

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Dicas

  • É imprescindível ler antes o livro, para conseguir compreender um pouco da atmosfera que aquelas paredes carregavam. Tudo é muito bem explicativo, mas nada substitui o contato direto com a obra.
  • O Google Cultural Institute oferece uma exposição virtual em português sobre A Casa da Anne Frank. Confira AQUI

Como chegar na Anne Frank House

A casa está situada no canal Prinsengracht, nºs 263-267, no centro de Amsterdam. Partindo da Estação Central , leva cerca de 20 minutos caminhando, é pertinho! Os bondes 13, 14 e 17 – além dos ônibus 170, 172 e 174 – param perto do museu, no ponto “Westermarkt”.

Jazz em Malta

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Para quem curte jazz o The Bridged Bar, em Malta, é certamente o melhor lugar do país para escutar boa música, uma ótima alternativa para fugir dos clubes de Paceville e Saint Julian.

Localizado em uma pequena viela na capital Valletta, o bar reúne todas as sextas-feiras um público jovem e descontraído para shows gratuitos em uma escadaria.

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Almofadas coloridas espalhadas pelo chão   servem não apenas de conforto para quem senta, mas ajuda também a compor parte da decoração que é iluminada à luz de velas.

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Para completar a experiência são oferecidos vinhos, cervejas, petiscos e sanduíches por preços convidativos, tudo no estilo self-service. Há mesas ao ar livre, porém devem ser reservadas com antecedência.

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Os músicos começam a tocar por volta das 20h30, mas é bom chegar cedo para garantir lugar já que o local costuma lotar. Imperdível!

Serviços:
The Bridged Bar
258, Saint Ursula Street – Valletta – Malta
https://www.facebook.com/www.bridgebar.valletta   

De Split para Ancona – um passeio pelo Mar Adriático

Love is how you stay alive,even after you are gone.
Com praias, lagos, ilhas e paisagens de tirar o fôlego, a Croácia vem a cada dia mais se consolidando como um importante destino no verão europeu. Povo receptivo, moeda barata e infraestrutura: não é para menos!

Mas, para quem pretende conhecer esse paraíso, um aviso! Não existem vôos diretos das capitais brasileiras até as cidades croatas. A alternativa é fazer uma conexão em algum aeroporto europeu próximo. Meu vôo de volta tinha como saída o Fiumicino, de Roma.

Aí que entra a dica: o trajeto de Ferry Boat de Split, na Croácia e Ancona, na Itália. Ou vice-versa.

Diversas empresas fazem o serviço, porém escolhi a Blue Line , por atender as minhas expectativas em relação ao horário e bolso: €42,00 pelo trajeto .

Com a saída marcada para 20h15, o ticket pede para que você esteja às 18h30 no porto de Split.

Cheguei no horário marcado e fui direto para a imigração, que logo na entrada já carimbou meu passaporte (a Croácia não faz parte do Espaço Schengen).

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Pôr do sol no mar adriático

 

Pronto, já estava a bordo do M/F Regina Della Pace! Do deck dá para você ver o pôr-do-sol atrás dos morros que cercam Split, refletindo no mar adriático, enquanto bebe um drink em um dos diversos bares e lanchonetes espalhados pelo barco.

Por lá encontrei dois restaurantes, um que oferecia pratos à la carte e outro estilo self-service. Óbvio que só o último era compatível com o meu orçamento. €6 por um super prato cheinho de massa ao pomodoro.

Depois, aproveitei para ficar um pouco no Night Club, tomar um chocolate quente, apreciar os corajosos do karaokê e ver a final do MasterChef Hrvatska.

Como o meu ticket não dava direito a cabine, fiquei perambulando pela embarcação até ser vencida pelo cansaço e encarar definitivamente a minha poltrona. Não sei se era a época ou o horário, pois estava um pouco vazio. Parecia que tinha mais funcionários que passageiros.

No horário previsto a embarcação ancorou às 7h30, em Ancona, na Itália.

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Bar do deck

 

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Vista do deck

 

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Às vezes parecia que eu estava sozinha no barco

 

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Espaço do Night Club

 

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Sucos naturais

 

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Como não tinha cabine, dormi na poltrona

 

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Clique para ampliar

 

Serviço:
Ferry Boat Blue Line
Split X Ancona – Ancona X Split


Viagem de trem: de Moscou a São Petersburgo

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Não foi o charme e nem a possibilidade de me sentir em um filme dos anos 1920 que me fez optar por uma viagem de trem de Moscou a São Petersburgo. Longe disso. O que me levou a escolher as linhas ferroviárias na Rússia foi a certeza de economizar alguns rublos e hospedagem.

Optei por comprar a passagem com dois meses de antecedência pela Russian Train e acho que foi a melhor opção, já que não tive que tentar nenhum contato verbal em russo. O site com tradução em inglês só é confuso na hora de escolher os assentos. Como não tinha experiência nisso, acabei escolhendo na cara e na coragem.

Comprei meu bilhete de viagem noturna, com saída às 1h15 e chegada às 10h09, por $57.53 (Abril/2016), com saída pela Leningradskiy Railway Station (Ленинградский Вокзал), localizada no metrô Komsomolskaya. Do outro lado da rua. Aconselho chegar com uma certa antecedência, não apenas para admirar a arquitetura da estação de metrô (simplesmente maravilhosa), mas também para se localizar. Não se iluda, absolutamente TUDO é em russo. Me perdi e precisei da ajuda de alguns desconhecidos (que eu chamo de anjos) pelo caminho!

A estação de trem é bem equipada com banheiro, lanchonetes e Wi-Fi, o que faz também ser super procurada por moradores de rua que dormem em seus bancos.

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Minha passagem: russo e inglês

Foi bem confuso encontrar o meu assento, só consegui com a ajuda de alguns passageiros. O espaço é bem reduzido (lê-se pequeno e apertado). Mala grande (igual a minha) sofrem com os corredores reduzidos e o compartimento no alto do vagão. Se não fossem meus companheiros de trajeto…

Outro ponto que vale a pena citar é o atendimento após a compra. Recebi um e-mail com informações sobre o local da partida e frases úteis traduzidas do inglês para o russo caso fosse necessário usar:

Existe também a possibilidade do trem bala chamado Sapsan, que liga as duas cidades em apenas 4 horas de viagem. Como a minha ideia era viajar de noite, resolvi não investir.  Caso você preferia avião, também existe a opção da Siberia Airlines, que às vezes apresentam preços bem competitivos com os trens.



      Quer saber mais sobre a Rússia?

          + The Old Moscow Circus – o fantástico circo em Moscou

          + Como comprar ingressos para o Teatro Bolshoi

          + Dica de visita: Kremlin e o Mercado Izmailovsky  



Moscou a São Petersburgo – trem noturno

Existem dois tipos de vagões pela Russian Train . Os “Coupé”, que são mais confortáveis, com compartimentos e consequentemente mais caros e os “Platzkart”, com quatro beliches em cada compartimento, sem separação e mais barato. Adivinha qual eu escolhi? Claro que a última opção!

A cada 4 assentos existe uma mesa que é compartilhada. Cada dois assentos são 2 camas. Uma onde as duas pessoas sentam e a outra no alto. É preciso entrar em um consenso com seu companheiro, pois um tem que subir para que o outro possa dormir. O mesmo acontece de manhã. É preciso que o de baixo acorde para que o outro possa descer e sentar na mesa. Não espere wi-fi dentro do trem, viu.

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E-mail super útil que recebi dias antes da viagem

É oferecida toda a roupa de cama e travesseiro. Não sei se foi o cansaço, mas confesso que achei bem confortável. Esse trajeto é muito utilizado pelos próprios moscovitas, então acaba sendo também uma maneira de você se inserir na cultura local. Vi poucos turistas por ali.

Pela manhã no fundo do vagão são vendidas snacks e bebidas quentes em porta-copos de metal super interessantes. O banheiro não estava muito limpo, mas comparado com o banheiro modelo asiático do Terminal na chegada, aconselho você a se resolver no primeiro!

A facilidade de ir de trem para São Petersburgo é que a Moskovsky Rail Terminal (Московский вокзал) fica bem na avenida principal da cidade, a Nevsky Prospekt, onde estão localizados os principais hotéis e hostels. É ideal que você fique hospedado nessa região, pois é próximo dos principais pontos turísticos, restaurantes e lojas.

Serviço:
Russian Trains
www.russiantrains.com

The Old Moscow Circus – o fantástico circo em Moscou

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A magia do “maior espetáculo da terra” sempre me fascinou e como fã dos palhaços russos Oleg Popoov e Slava Polúnin (do Slava Snow Show) não teria como ir pra Rússia e não assistir nenhum espetáculo. Escolhi então conhecer o mais antigo circo localizado na capital, o The Old Moscow Circus.

Mesmo após a revolução de 1917 os líderes da União Soviética reconheceram a importância da arte. Mantiveram e ampliaram escolas de circo e ballet como uma forma de aumentar o acesso da população. O The Old Moscow Circus é um exemplo dessa política. Inaugurado em 1880, ele tornou-se em 1929 um centro de treinamento de circo estatal, o primeiro do mundo.

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Entretenimento com animais na porta do circo



Ela até hoje é um referência quando o assunto é arte. Para se ter uma ideia, segundo A Gazeta Russa de 20 a 25% do elenco do mundialmente famoso grupo canadense Cirque du Soleil é oriundo de países antigamente constituídos pela URSS. Só com essa informação conseguimos compreender a potência soviética no assunto.

Comprando o ingresso para o Moscow Circus

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Blheteria em russo é театральная касса

Para conseguir o preço promocional tive que garantir meu ingresso um dia antes na bilheteria do circo (кассa) , que fica em uma entrada ao lado. O espetáculo possui oito setores com valores que vão de 500 a 3500 rublos. O valor do meu ticket saiu por 600 rublos. A localização do meu assento não era perfeita, mas pude assistir tranquila.

Estive pesquisando e agora o ingresso pode ser comprado pela internet nesse link: https://www.ticketland.ru O site é inteiro em russo, mas você pode habilitar a tradução na página do Chrome. Os horários dos espetáculos variam, mas aos finais de semana costuma ter mais de um horário disponível.

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Respeitável Público!

Como uma boa curiosa resolvi chegar um pouco mais cedo no dia do espetáculo para conseguir observar como os moscovitas consomem tal atração. Para o meu espanto (e tristeza, já que não gosto) acabei me deparando com a utilização de diversos animais sendo usados para tirar fotos com o público.

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Antes do primeiro sinal

Cachorros, camelos e até tigres e leões. Os dois últimos sendo conduzidos por adestradores, que com cordas tão curtas, não dariam conta de prevenir qualquer desastre.

Como em toda casa de espetáculo na Rússia, o circo possui um guarda-volumes gratuitamente para que você possa deixar seus casacos. Faça isso pois escolhi me arriscar e passei um terrível calor lá dentro. O assento é pequeno e o volume do casaco acaba incomodando também.

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No interior do circo, uma surpresa. Que arquitetura maravilhosa!!! Nunca imaginei que entraria em um espaço circense sem ter que me deparar com a nossa tão companheira lona. O picadeiro é tão lindo que abriga um palco especial para a orquestra tocar ao vivo.

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Cartaz do espetáculo

Durante o espetáculo é proibido fotos. Foram 2 horas e 20 minutos (com uma pausa rápida) de puro talento dos artistas russos, com técnicas tão limpas e perfeitas que facilmente conduziram o público para a magia da arte. Não vou dizer que não foi surpreendente o número final com diversos elefantes, mas preferia que eles estivessem em seu habitat natural.


Serviço:
The Old Moscow Circus – http://www.circusnikulin.ru
Endereço: Tsvetnoy Boulevard, 13 – Moscou – Rússia
Tel. +7 (495) 625-8970
Tickets online: https://www.ticketland.ru 

Viajando de ônibus pelo Leste Europeu

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Viajar pelo Leste Europeu é vantajoso em diversos sentidos. Além de ser um destino consideravelmente barato, com uma bagagem cultural, fatos históricos e gastronomia cheia de encantos, é também tudo muito compacto. Explico. Em 10 horas de viagem de ônibus você sai da Cracóvia, na Polônia e chega em Praga, na República Tcheca. Ou, de Riga, na Letônia e até a cidade de Kaunas, na Lituânia basta apenas 4 horas de rodovia.

A questão da extensão territorial para nós, que vivemos no Brasil, o quinto maior do mundo com 8.516.000 km², é relativamente complexa ao pensarmos que de São Paulo até Buenos Aires, na Argentina uma viagem de ônibus leva aproximadamente 37 horas. E do mesmo modo da capital paulista, até Santiago, no Chile a jornada pode atingir 56 horas de estrada.

Minha experiência

Como meu tempo de viagem pelo Leste Europeu estava relativamente tranquilo (40 dias), resolvi traçar minha rota – em sua grande maioria- em trajetos de ônibus, no intuito de economizar o máximo possível. Comprei a maioria das passagens com pelo menos dois meses de antecedência pela internet. Não tive nenhum problema, pois uma parte das companhias de ônibus possuem o site também em inglês.

As principais companhias oferecem ônibus estilo luxo, com assentos confortáveis, ar-condicionado, internet, água, chá e serviço de entretenimento (igual de avião). Claro, nem tudo são flores. Pode ser que em algum destino apareça um cacareco vindo lhe buscar (aconteceu comigo).

A vida também é feita de perrengues

Durante todo o trajeto só tive problemas saindo da Cracóvia, na Polônia. Na rodoviária ninguém falava inglês e eu não conseguia entender o motivo do atraso. Compreendi que deveria esperar, mas não sabia por quanto tempo. Resultado: depois de mais de uma hora chegou o ônibus. Eu estava tão apertada para ir ao banheiro (sim, eu não podia sair do ponto) que na hora que chegou dei gritos de alegria.

A animação era tanta que nem reparei na carcaça do lado de fora. Por dentro, ele vindo da Ucrânia, estava caindo aos pedaços. Tanto que não tinha banheiro. Foi preciso concentração e mímica para compadecer o motorista e convencê-lo de parar em um posto na estrada.

Empresas de ônibus e alguns preços

Viajando pela Rússia, Letônia, Lituânia e Polônia utilizei os serviços da Lux Express (http://www.luxexpress.eu). Já pela República Tcheca, Áustria (não é Leste Europeu) e Eslováquia, utilizei a Eurolines (http://www.eurolines.com).

Para chegar na Hungria fui de Orange Ways (http://www.orangeways.com/en) e pela Croácia viajei pela Auto Trans (https://www.autotrans.hr/hr-hr/naslovna).

Para se ter uma ideia de valores, gastei em maio de 2016:

Riga (Letônia) X Kaunas (Lituânia) – 18,80 Euros

Varsóvia (Polônia) X Cracóvia (Polônia) – 10 Euros

Cracóvia (Polônia) X Praga (República Tcheca) – 20 Euros

Budapeste (Hungria) X Zagreb (Croácia) – 12,50 Euros

Vale a pena ressaltar também a importância de verificar o ponto exato de saída e partida do ônibus. Em muitos locais o embarque e desembarque não são realizados em uma rodoviária e sim em pontos na rua. Se tiver dúvidas entre em contato com a empresa. Fique atento!

Passeio pelas Ilhas Argo-Sarônicas: Egina, Póros e Hydra

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Curtindo a ilha grega de Hydra


Por diversos motivos a Grécia ocupa um lugar muito especial em meu coração. Também pudera, com tanta história, cultura e beleza é quase impossível que os visitantes não se apaixonem pelos gregos, em todos os sentidos!


Dentre os inúmeros encantos que vivenciei por lá estão, com toda a certeza, as Ilhas Argo-Sarônicas, um conjunto com seis ilhotas localizadas próximas a Atenas, com águas claras, muito verde e casinhas lindas. Visitei apenas três, Egina, Póros e Hydra em um passeio promovido pela Stravel.

Escolhi essa agência por conta do desconto concedido pelo restaurante Smile. Em todo o centro de Atenas é possível encontrar em postes e paredes da cidade, mapas oferecidos por eles com um anúncio de abatimento no valor de passeios para clientes.

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Unindo o útil ao agradável decidi conhecer o local e não me arrependi. O cardápio possui diversas opções de comidas, além dos pratos tradicionais da culinária local (salada grega, moussaka, giros, pastitsio…). Os preços são ótimos, ambiente aconchegante, internet livre e atendimento familiar.

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Deliciosa Greek Salad do Smile


Após almoçar informei o interesse em comprar o passeio. O garçom Thiago prontamente me explicou como funcionava e me levou até a agência, que fica em uma rua próxima ao restaurante. Quanta gentileza!

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O lindíssimo Kassandra Delfinous

 

Chegando lá o procedimento foi simples. Apenas falei meus dados, paguei 60,00 e agendei o horário do transfer até o porto para a manhã seguinte.

No outro dia, pontualmente eles estavam no local combinado, em micro-ônibus já com alguns turistas. De lá, partimos para o porto, onde estava apenas o barco da Olympica Cruise. Sei que os gregos são feras no mar mas, confesso que fiquei impressionada com o Kassandra Delfinous. Ainda bem, pois o preço do passeio foi um pouco alto para o meu bolso mochileiro.

 

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A torre do relógio de Póros


Ao chegar, fui recepcionada pela guia que falava além de grego e inglês, espanhol!!!! Como estava sozinha e as mesas eram coletivas (já ocupadas por famílias) preferi ficar na parte da frente do barco. Ah, que maravilha! Foi uma experiência incrível poder sentir a brisa do mar com toda aquela vista!

 

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Póros: vista lá de cima


A primeira parada foi na ilha de Póros. No meio das casinhas um caminho leva até a parte de cima onde está localizada a torre do relógio. De lá se tem uma vista deslumbrante da baía.

 

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Hydra: minha preferida!


Seguimos depois para Hydra, a ilha que mais gostei. A arquitetura preservada é um charme que dialoga com o paraíso natural das águas cristalinas. Por lá não se vê carros, todo o trajeto é feito a pé, com animais ou de barco (ao longo da costa). Confesso que não andei pela cidade. Assim que pude me joguei no mar e por lá fiquei!

 

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Sem carros o jeito é se virar!


A terceira e última ilha foi a de Egina. O Templo de Afaia, no alto da colina é a atração principal da cidade, mas você já deve ter pensado que sim, eu preferi ir para a praia.

 

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Praia de Egina


Tanto para Egina quanto Hydra são vendidos passeios opcionais – o que eu achei bem complicado, pois pelo preço já poderia estar incluso, mas enfim… Essa é a minha característica se tiver que escolher entre construções ou natureza, certamente ficarei com a última.

O almoço está incluso no passeio é bem servido e as bebidas são pagas à parte. Não vou nem comentar o preço da Coca-Cola, pois graças a Deus eu esqueci. Aliás, refrigerante na Grécia é muito caro. Salada, macarrão, arroz, batatas e carnes fazem parte do buffet.

 

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Diversas opções para todos os gostos


O barco tem música ao vivo e um casal de dançarinos, que juntos ajudam a animar o ambiente. Ao som da música tema do filme “Zorba, o Grego” todos dançam. Sem faltar, claro, os gritinhos de Opaaaa!!!!

 

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Opaaaaaa! Animação no barco: a hora que a brasileira tem que sambar


Conclusão final:
é beeeem turístico, mas para quem está com pouco tempo e quer tranquilidade em alto mar o passeio é super recomendado!


Serviços:

Restaurante Smile: 24 Syngrou Avenue | Tsokri Park 1 – Makrigianni – Athens
No Trip Advisor: https://goo.gl/aCKAj0

Agência Stravel: 22 Syggrou Avenue, Athens
http://www.stravel.gr

Minha visita ao complexo Auschwitz-Birkenau

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Era o dia do aniversário do meu pai. Pela manhã, mandei um recadinho e prometi voltar logo após o meu passeio para uma conversa pelo Skype. Imaginava o que estava por vir, mas não pensava que pisar no maior cemitério do mundo me colocaria no fundo do poço.

Ao retornar fui direto comer na praça principal do centro de Cracóvia. Era sexta-feira, a rua estava cheia e as pessoas bem animadas. Por fora meu rosto estava atônito, dentro me sentia um caco. Meu corpo doía. Em meio a mordidas em um pão que eu mal consegui comer, postei com o wi-fi público algumas fotos no Facebook com o intuito de compartilhar com meus familiares e amigos próximos o que eu tinha vivenciado. Sentia falta de um abraço.

Escrevi para a minha mãe dizendo que estava muito triste, que queria dormir. Fui descansar com ela dizendo que seria melhor não ter ido, ainda mais sozinha. Recomendou-me planejar algo feliz para o dia seguinte e esquecer tudo aquilo. Como???

Os extenso compartilhamentos das minhas fotos me serviram de apoio para falar sobre o assunto. Obrigada! Algumas pessoas me escrevem perguntando se eu acho que elas devem ir. Não tenho a resposta. Penso que esta é uma decisão individual que possui consequências, pois, é algo que você jamais irá esquecer.

Para quem ainda não viu…

Auschwitz-Birkenau

Constituído em 1940, Auschwitz é conhecido mundialmente como um dos maiores símbolos do genocídio praticado pelos nazistas. Durante a II Guerra Mundial os alemães invadiram a Polônia e estabeleceram estrategicamente na região de Auschwitz, antiga Oswieçim, um campo de concentração no local onde anteriormente funcionava um alojamento do exército polonês.

Com a alta demanda de prisioneiros e a necessidade de mais espaço o complexo do terror teve de ser, com o passar dos anos, aumentado. No final o local era constituído por três partes: Auschwitz I, Auschwitz II-Birkenau e Auschwitz II-Monowitz. No início, em Auschwitz I apenas poloneses e prisioneiros de guerra soviéticos eram mortos no campo. Depois em 1942, Auschwitz II-Birkenau se tornou o maior lugar de extermínio em massa de judeus em toda a história da humanidade.

Estima-se que mais de 1,3 milhão de pessoas, sendo 90% delas de origem judia vindas de diversas partes da Europa, além de poloneses, presos políticos, prisioneiros soviéticos, homossexuais e ciganos, foram mortas no local. Quem não era executado na câmara de gás morria de fome, frio, doenças infecciosas, trabalho escravo, experiências médicas, suicídio na cerca elétrica ou execuções individuais.

Apenas em janeiro de 1945, com o fim da II Guerra Mundial é que 7 mil prisioneiros foram libertados pelo Exército Vermelho. Ao saírem do local, os alemães tentaram demolir alguns edifícios como a câmara de gás e o crematório de Auschwitz II-Birkenau na tentativa de esconder os horrores causados por eles.

Em 1947, o governo polonês resolveu fazer do antigo campo de concentração um museu, no intuito de preservar a memória daqueles que passaram por ali. Desde 1979 o complexo faz parte da Lista de Herança Mundial da UNESCO.

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Chegando na Cracóvia

Não existe voo direto do Brasil para a Cracóvia. Sempre será necessária uma conexão que pode ser feita nos países próximos como a Alemanha, a Suíça ou a Itália, por exemplo. O bom é que você pode testar diversas conexões até encontrar a forma mais barata ou chegar na Polônia de ônibus. Foi o que fiz, viajando com a LUX EXPRESS . Entrei no continente europeu pela Rússia e fui de ônibus até a Polônia, passando pela Letônia e Lituânia.

Hospedagem na Cracóvia

Por conta da localização e do preço escolhi me hospedar no Hostel Benedykta. Ele fica bem no centro da cidade, próximo a estação de trem, rodoviária e das principais atrações turísticas. O quarto mais barato possui três treliches e armários individuais com chave. Em maio de 2016, a estadia com café da manhã e wi-fi sai por 29 zlotys, mais ou menos R$ 29,00.

Campo de concentração

Como chegar a Auschwitz-Birkenau de forma independente?

Existem duas possibilidades de chegar até Auschwitz de forma independente: ônibus ou trem. A grande vantagem é que tanto a estação rodoviária quanto a ferroviária ficam praticamente no mesmo lugar, portanto não será difícil por lá você escolher a melhor forma de transporte. A diferença se dá no local de desembarque. O ponto final do ônibus é na entrada do campo, já o trem fica na estação ferroviária de Oswieçim, em torno de 1,5Km do museu.

Como essas não foram as minhas opções, não tenho maiores detalhes, apenas faço a recomendação óbvia de que você deixe para comprar a passagem de volta no local, pois ficar correndo com horário apertado pode atrapalhar o seu passeio.

De Auschwitz I até Auschwitz II-Birkenau são 4 km. Existe um ônibus que faz o trajeto gratuitamente, porém, apenas entre abril e outubro.

Visitando de forma independente 

A entrada ao complexo é gratuita, porém, mesmo quem vai por conta precisa obrigatoriamente retirar seu ingresso de controle de acesso ao local. Ela é liberada antes das 10h e depois das 15h.

Se você vai fazer a visita de forma independente, sem guia, eu recomendo profundamente que você ao menos compre o livreto “Auschwitz Birkenau – Lugar de Memória e Museu”. Ele é vendido na lojinha, custa apenas 8 zlotys e pode servir como um manual explicativo detalhado sobre os locais mais importantes do complexo.

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Como comprar o ingresso para a visita guiada?

É extremamente importante comprar com antecedência o ingresso para a visita guiada no site do memorial. O endereço é http://auschwitz.org Lá clique em Reserva e escolha a opção Visitas Individuais.

A entrada ao Campo de Concentração é gratuita, apenas o serviço do guia é cobrado. A visita guiada custa 40 zlotys (algo em torno de R$ 40,00) e possui a duração de 3 horas e meia.

Como não sabia fui comprar meu ticket exatamente um mês antes da visita e na data escolhida não havia mais ingresso. Para o dia seguinte a única visita que ainda havia vagas disponíveis era em italiano. Como eu fazia questão de realizar o tour explicativo acabei comprando mesmo assim.

Acontece que quando cheguei na Cracóvia, percebi que as agências de turismo ofereciam na data que eu realmente precisava, por um preço que incluía o transfer e guia em espanhol. Tive que mudar meus planos e perder o bilhete que eu já havia comprado (eles não fazem reembolso em caso de desistência).

Como visitar com agência de turismo?

No Hostel Benedykta eles possuem uma parceria com a See Krakow Local Tour, uma agência que oferece diversos passeios pela cidade e região. Paguei 155 zlotys (mais ou menos R$ 155,00) pelo transfer do centro da cidade até Auschwitz I, o transfer de Auschwitz I até Auschwitz II-Birkenau e a volta de Auschwitz II-Birkenau para Cracóvia, além claro do serviço do guia no local. A visita toda dura de 6 a 7 horas e não existe pausa para o almoço. Os horários variam, então é bom consultar o site.

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Outras dicas!

  • É proibida a entrada com bolsas grandes, mochilas ou grandes volumes. Existe uma triagem na porta e apenas pessoas com bolsas super pequenas passam pela segurança. Existe um guarda-volumes que permite com que você guarde seus pertences. Vale lembrar que cada complexo possui o local de armazenamento. Se você ao se dirigir a Auschwitz II-Birkenau retirar seus pertences de Auschwitz I terá de pagar novamente uma nova taxa.
  • Na entrada de Auschwitz I vi quiosques vendendo lanches e no estacionamento vi restaurantes que oferecem refeições mais completas.
  • Em muitas das salas existem placas pedindo para não tirarem fotos. É o caso da parte onde estão cabelos de diversas prisioneiras mortas nas câmaras de gás. Eles eram arrancados para serem usados na confecção de roupas para os soldados. Muitas pessoas não respeitam e fazem de tudo para burlar as regras e clicar o local… Por consideração aos falecidos acho importante obedecer.
  • Você está pisando em um local de luto, onde jazem as cinzas de milhares de pessoas. Respeite o ambiente.
  • Dúvidas? Me escreva nos comentários!

Spa de peixes (Santorini-Grécia)

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Feliz com a experiência!


Peixe-médico ou peixe-manicure? O garra rufa é uma espécie de peixe natural da área central do Oriente Médio que se alimenta de células mortas. Por este motivo é bastante utilizado não apenas para fins medicinais como também para quem busca obter resultados estéticos.

Em toda Grécia, não é raro ver spas especializados na técnica dos cardumes na limpeza dos pés. No primeiro momento que vi achei muito inusitado e confesso que recusei a ideia com medo de me machucar ou machucá-los. Porém, a curiosidade falou mais alto.

Acabei aproveitando o clima tranquilo e calmo de Santorini para entrar na onda e relaxar. Ao chegar no spa você retira os sapatos e a atendente te leva até um pequeno tanque para lavar os pés com um produto especial.

Depois você escolhe em qual aquário com cerca de 50 peixinhos você quer colocar os pés. Pronto! Agora eles farão todo o serviço. Não dói, você só sente algo “cutucando” como uma espécie de pequenos beliscos, em especial na área da cutícula.

Optei por 15 minutos de massagem nos pés e após o alarme soar ainda ganhei mais alguns minutos free. O serviço custa 10 euros. O atendimento foi muito bom, eles entenderam a minha aflição inicial e não ligaram para os meus gritinhos a cada mordida mais esfomeada dos peixes.

 

Tanque para lavar os pés

 

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Aquário com os peixinhos

 

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Hora do ataque


Serviço

Dr. Fish Spa
Main Square – Fira – Santorini – Grécia
https://www.facebook.com/DrFishSpaExperience 

Transporte público em Santorini, na Grécia

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Para quem, assim como eu, é uma motorista sem prática apresento aqui a solução: sim, há transporte público e de qualidade em Santorini, na Grécia.

Obviamente que seria mais fácil alugar um veículo, aliás, estava nos meus planos e orçamento alugar um triciclo (em torno de 25 euros, o dia), porém, achei mais prudente não arriscar.

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Mapa da rota dos ônibus

O trânsito em ritmo de férias, onde tudo é permitido, acaba sendo um pouco confuso. Vi duas pequenas batidas de triciclo por pura imprudência dos motoristas. Teve um que bateu sozinho na parede levando uma boa parte do reboco de uma casa.

A ilha possui um sistema de ônibus com horários fixados que, na maioria das vezes funcionam.  As linhas levam até o aeroporto, Perissa, Kamari, Monolitos, Oia e Acrotíri (Praia Vermelha).  Os veículos são grandes, limpos e estofados… Sim, pelo bem do próximo passageiro: melhor se secar antes de entrar.

Seu ponto central fica em Fira, local que escolhi também para me hospedar. De lá você pode ir para qualquer lugar da ilha. Caso se hospede em outra localidade, terá de sempre ir até Fira para depois partir ao destino escolhido.

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Terminal de ônibus em Fira.

Cada itinerário tem um preço, que varia entre 1,60 euro e 2,20 euros (em junho/2015).  Os tickets são comprados dentro do ônibus. Vale a pena tirar fotos com o celular dos horários para depois consultar.

Uma dica importante. De Kamari para Perissa existe um schutle pelo mar. O valor acaba saindo praticamente o mesmo que tomasse 2 ônibus (5 Euros), porém certamente você irá economizar tempo.

Anote outra. Para quem quer ver o pôr do sol em Oia e está em Fira, compensa sair um pouco mais cedo. Os horários dos ônibus não costumam ser pontuais e infelizmente depois que o nosso astro rei se põe, só volta no outro dia. No Google é possível saber o momento exato em que ele descansará, então programe-se e não perca um dos maiores espetáculos do mundo!

Confira abaixo os horários praticados em junho/2015, para ter uma ideia de como funciona:

46524 533453 3453453 52245353 65442121527275254

Serviços:
Local Bus – Santorini – Grécia
http://ktel-santorini.gr/ktel/index.php/en/

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