Como visitar a Casa de Anne Frank, em Amsterdam?

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Imagine ficar dois anos completamente trancado com mais sete pessoas em um espaço apertado, sendo obrigado a acordar todos os dias para viver uma rotina no silêncio com medo do esconderijo ser descoberto a qualquer momento. Essa é a história de Anne Frank, uma das mais famosas vítimas da perseguição nazista aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

Em 1945, após morrer de tifo em um campo de concentração na Alemanha aos quinze anos de idade, a garota deixou ao mundo seu diário com páginas que mostram, em meio aos encantos da puberdade, o que é viver em tempos de genocídio.

O Diário de Anne Frank original fez parte da minha adolescência. Foi por meio dele que tive meu primeiro contato com essa parte da história, com os horrores de Hitler e a crença doentia das raças superiores. Seus escritos rodaram o mundo e deram voz aos milhões de judeus mortos no holocausto, sendo traduzidos para mais de setenta idiomas.

Desde 1960, Amsterdam, na Holanda abriga a “Casa de Anne Frank”, um museu que chama a atenção de todos para a história de vida da garota judia, com o objetivo promover uma reflexão sobre os perigos do antissemitismo, da discriminação e do racismo, além de reforçar a importância da democracia, liberdade e igualdade de direitos.

Para se ter uma ideia o local recebe cerca de um milhão de visitantes por ano, leitores que, assim como eu, sonhavam em conhecer o Anexo Secreto e sentir de perto ela, essa menina tão especial. Conhecer um lugar desses sempre é difícil e me remeteu muito ao dia em que fui até Auschwitz/Birkenau  , na Polônia.

 

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Tive a oportunidade de visitá-lo e conto tudo aqui para vocês:

Ingressos 

É importante planejar com antecedência a sua visita. Das 9h até às 15h30, o museu recebe apenas as pessoas que compraram antecipadamente o ingresso pela internet. Após esse horário é que abrem as bilheterias para a venda do dia. Quando fui, comprei o ticket 2 meses antes pelo site. No dia da visita, vi que já tinha uma fila grande de espera desde às 13h30. O valor do ingresso é de E$ 9,00, mais uma taxa de reserva de E$ 0,50 por ticket.

 



    Veja também:  + Minha visita ao complexo Auschwitz-Birkenau



A visita  

Você deve chegar na hora exata, pois os bilhetes são válidos apenas na data e horário escolhidos. Expirados não podem ser mais utilizados. Ao entrar na recepção você já recebe o áudio-guia que conduzirá a visita em diversas línguas, inclusive português. Infelizmente não é permitido tirar fotos dentro do museu. Começamos por toda a parte de baixo, nos armazéns e escritórios da Opekta, empresa do pai de Anne, distribuidora de pectina, agente gelatinoso usado no preparo de geléias.

De lá partimos para a parte de cima. Não existem móveis, apenas telas nas paredes que mostram em reconstituição como era antes da invasão. O Anexo Secreto fica atrás de uma estante, subindo um grande degrau. Atenção especial para quem tem problema de mobilidade.

Ter a oportunidade de entrar e visitar todos os cômodos, é algo emocionante. Pensar que Anne viveu ali com sua família e amigos durante anos é assustador.

Loja

Posters, postais, canetas… A loja da Anne Frank House reúne diversos objetos, estudos e livros em diversas línguas. Comprei o catálogo oficial do museu em português e recomendo bastante, pois como não podemos tirar fotos, o livro disponibiliza diversas imagens do abrigo, além de contar detalhes da história. Serão E$10,00 muito bem investidos.

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Dicas

  • É imprescindível ler antes o livro, para conseguir compreender um pouco da atmosfera que aquelas paredes carregavam. Tudo é muito bem explicativo, mas nada substitui o contato direto com a obra.
  • O Google Cultural Institute oferece uma exposição virtual em português sobre A Casa da Anne Frank. Confira AQUI

Como chegar na Anne Frank House

A casa está situada no canal Prinsengracht, nºs 263-267, no centro de Amsterdam. Partindo da Estação Central , leva cerca de 20 minutos caminhando, é pertinho! Os bondes 13, 14 e 17 – além dos ônibus 170, 172 e 174 – param perto do museu, no ponto “Westermarkt”.

Jazz em Malta

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Para quem curte jazz o The Bridged Bar, em Malta, é certamente o melhor lugar do país para escutar boa música, uma ótima alternativa para fugir dos clubes de Paceville e Saint Julian.

Localizado em uma pequena viela na capital Valletta, o bar reúne todas as sextas-feiras um público jovem e descontraído para shows gratuitos em uma escadaria.

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Almofadas coloridas espalhadas pelo chão   servem não apenas de conforto para quem senta, mas ajuda também a compor parte da decoração que é iluminada à luz de velas.

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Para completar a experiência são oferecidos vinhos, cervejas, petiscos e sanduíches por preços convidativos, tudo no estilo self-service. Há mesas ao ar livre, porém devem ser reservadas com antecedência.

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Os músicos começam a tocar por volta das 20h30, mas é bom chegar cedo para garantir lugar já que o local costuma lotar. Imperdível!

Serviços:
The Bridged Bar
258, Saint Ursula Street – Valletta – Malta
https://www.facebook.com/www.bridgebar.valletta   

De Split para Ancona – um passeio pelo Mar Adriático

Love is how you stay alive,even after you are gone.
Com praias, lagos, ilhas e paisagens de tirar o fôlego, a Croácia vem a cada dia mais se consolidando como um importante destino no verão europeu. Povo receptivo, moeda barata e infraestrutura: não é para menos!

Mas, para quem pretende conhecer esse paraíso, um aviso! Não existem vôos diretos das capitais brasileiras até as cidades croatas. A alternativa é fazer uma conexão em algum aeroporto europeu próximo. Meu vôo de volta tinha como saída o Fiumicino, de Roma.

Aí que entra a dica: o trajeto de Ferry Boat de Split, na Croácia e Ancona, na Itália. Ou vice-versa.

Diversas empresas fazem o serviço, porém escolhi a Blue Line , por atender as minhas expectativas em relação ao horário e bolso: €42,00 pelo trajeto .

Com a saída marcada para 20h15, o ticket pede para que você esteja às 18h30 no porto de Split.

Cheguei no horário marcado e fui direto para a imigração, que logo na entrada já carimbou meu passaporte (a Croácia não faz parte do Espaço Schengen).

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Pôr do sol no mar adriático

 

Pronto, já estava a bordo do M/F Regina Della Pace! Do deck dá para você ver o pôr-do-sol atrás dos morros que cercam Split, refletindo no mar adriático, enquanto bebe um drink em um dos diversos bares e lanchonetes espalhados pelo barco.

Por lá encontrei dois restaurantes, um que oferecia pratos à la carte e outro estilo self-service. Óbvio que só o último era compatível com o meu orçamento. €6 por um super prato cheinho de massa ao pomodoro.

Depois, aproveitei para ficar um pouco no Night Club, tomar um chocolate quente, apreciar os corajosos do karaokê e ver a final do MasterChef Hrvatska.

Como o meu ticket não dava direito a cabine, fiquei perambulando pela embarcação até ser vencida pelo cansaço e encarar definitivamente a minha poltrona. Não sei se era a época ou o horário, pois estava um pouco vazio. Parecia que tinha mais funcionários que passageiros.

No horário previsto a embarcação ancorou às 7h30, em Ancona, na Itália.

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Bar do deck

 

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Vista do deck

 

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Às vezes parecia que eu estava sozinha no barco

 

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Espaço do Night Club

 

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Sucos naturais

 

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Como não tinha cabine, dormi na poltrona

 

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Clique para ampliar

 

Serviço:
Ferry Boat Blue Line
Split X Ancona – Ancona X Split


Viagem de trem: de Moscou a São Petersburgo

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Não foi o charme e nem a possibilidade de me sentir em um filme dos anos 1920 que me fez optar por uma viagem de trem de Moscou a São Petersburgo. Longe disso. O que me levou a escolher as linhas ferroviárias na Rússia foi a certeza de economizar alguns rublos e hospedagem.

Optei por comprar a passagem com dois meses de antecedência pela Russian Train e acho que foi a melhor opção, já que não tive que tentar nenhum contato verbal em russo. O site com tradução em inglês só é confuso na hora de escolher os assentos. Como não tinha experiência nisso, acabei escolhendo na cara e na coragem.

Comprei meu bilhete de viagem noturna, com saída às 1h15 e chegada às 10h09, por $57.53 (Abril/2016), com saída pela Leningradskiy Railway Station (Ленинградский Вокзал), localizada no metrô Komsomolskaya. Do outro lado da rua. Aconselho chegar com uma certa antecedência, não apenas para admirar a arquitetura da estação de metrô (simplesmente maravilhosa), mas também para se localizar. Não se iluda, absolutamente TUDO é em russo. Me perdi e precisei da ajuda de alguns desconhecidos (que eu chamo de anjos) pelo caminho!

A estação de trem é bem equipada com banheiro, lanchonetes e Wi-Fi, o que faz também ser super procurada por moradores de rua que dormem em seus bancos.

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Minha passagem: russo e inglês

Foi bem confuso encontrar o meu assento, só consegui com a ajuda de alguns passageiros. O espaço é bem reduzido (lê-se pequeno e apertado). Mala grande (igual a minha) sofrem com os corredores reduzidos e o compartimento no alto do vagão. Se não fossem meus companheiros de trajeto…

Outro ponto que vale a pena citar é o atendimento após a compra. Recebi um e-mail com informações sobre o local da partida e frases úteis traduzidas do inglês para o russo caso fosse necessário usar:

Existe também a possibilidade do trem bala chamado Sapsan, que liga as duas cidades em apenas 4 horas de viagem. Como a minha ideia era viajar de noite, resolvi não investir.  Caso você preferia avião, também existe a opção da Siberia Airlines, que às vezes apresentam preços bem competitivos com os trens.



      Quer saber mais sobre a Rússia?

          + The Old Moscow Circus – o fantástico circo em Moscou

          + Como comprar ingressos para o Teatro Bolshoi

          + Dica de visita: Kremlin e o Mercado Izmailovsky  



Moscou a São Petersburgo – trem noturno

Existem dois tipos de vagões pela Russian Train . Os “Coupé”, que são mais confortáveis, com compartimentos e consequentemente mais caros e os “Platzkart”, com quatro beliches em cada compartimento, sem separação e mais barato. Adivinha qual eu escolhi? Claro que a última opção!

A cada 4 assentos existe uma mesa que é compartilhada. Cada dois assentos são 2 camas. Uma onde as duas pessoas sentam e a outra no alto. É preciso entrar em um consenso com seu companheiro, pois um tem que subir para que o outro possa dormir. O mesmo acontece de manhã. É preciso que o de baixo acorde para que o outro possa descer e sentar na mesa. Não espere wi-fi dentro do trem, viu.

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E-mail super útil que recebi dias antes da viagem

É oferecida toda a roupa de cama e travesseiro. Não sei se foi o cansaço, mas confesso que achei bem confortável. Esse trajeto é muito utilizado pelos próprios moscovitas, então acaba sendo também uma maneira de você se inserir na cultura local. Vi poucos turistas por ali.

Pela manhã no fundo do vagão são vendidas snacks e bebidas quentes em porta-copos de metal super interessantes. O banheiro não estava muito limpo, mas comparado com o banheiro modelo asiático do Terminal na chegada, aconselho você a se resolver no primeiro!

A facilidade de ir de trem para São Petersburgo é que a Moskovsky Rail Terminal (Московский вокзал) fica bem na avenida principal da cidade, a Nevsky Prospekt, onde estão localizados os principais hotéis e hostels. É ideal que você fique hospedado nessa região, pois é próximo dos principais pontos turísticos, restaurantes e lojas.

Serviço:
Russian Trains
www.russiantrains.com

Guia prático sobre a Ilha da Magia: Florianópolis-SC

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Quer conhecer Florianópolis? Confira então algumas dicas reunidas para lhe ajudar a aproveitar seus dias na Ilha da Magia.  Use sem moderação:

Chegando no Aeroporto de Florianópolis-SC

Se você não tiver com vontade de gastar com táxi, a melhor opção é pegar um ônibus logo na saída do aeroporto, do lado esquerdo do portão de desembarque. Pegue qualquer ônibus que te leve ao Corredor Sudoeste (Rodoviária/centro) Desça no ponto final e lá, no Terminal localize o ônibus que te leve ao seu destino.

Onde ficar em Floripa?

Fiquei hospedada na Lagoa da Conceição, o Hostel que fiquei hospedada fechou 🙁  Achei muito bacana ficar em uma área considerada mais central, pois conseguia me locomover por toda a ilha. Aliás, transporte é um grande problema por lá.

O bom de ficar na Lagoa é que tem todos os tipos de restaurantes, mercados, lojas, tudo. Dá para passear de noite, andar pela beira da lagoa e até nadar na parte mais para o norte.

Transporte em 

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Tudo é longe e as linhas de ônibus tem um intervalo de tempo muito grande entre um ônibus e outro. A melhor opção é sem dúvidas alugar um carro. No meu caso como dirijo, mas esqueci (rsrrs) o melhor foi fotografar TODOS os itinerários e horários de ônibus que encontrei pelo terminal. Assim, com um mapa na mão e os horários eu conseguia planejar meu dia!

A cidade possui terminais de ônibus interligados, ou seja, não saindo do terminal você paga apenas a tarifa do ônibus que você pegou e entra por trás no próximo.

Dá para entender melhor por AQUI.

Na região norte existe o Interpraias, ônibus que circula por todas as praias. Não se iluda em querer ir em todas. Ele demora muito para passar e quando passa sempre demora a chegar. O melhor é escolher uma que dá para ir a pé para outra. 

No terminal de ônibus ao lado do Terminal Central da cidade (integrado a rodoviária) estão os ônibus executivos, mais conhecidos como amarelinhos que levam os turistas para diversas praias badaladas com ar-condicionado!!! Peguei para ir até a Praia dos Ingleses, mas existe para diversos outros lugares. Compensa sempre pegar este ônibus para os lugares mais distantes do mapa, aproveitando para colocar o sono em dia, já que ele vai sempre por rodovias, sem grandes paisagens na janela. 

Praias mais centrais 

Barra da Lagoa:

É uma praia bem popular da região mais central da Ilha. Eu particularmente não gostei muito, achei muito ambientada, porém possui muitos restaurantes. Fui até o Projeto Tamar, que até o momento é o único da região Sul. Fiquei decepcionada. Para quem conheceu os projetos do nordeste, nem compensa visitar.

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Barra da Lagoa

Praia Mole:

A areia é muito fofa, as ondas são gigantes e vale a visita, ainda mais para quem gosta de música eletrônica (que não é o meu caso). Vale lembrar que o point LGBT e ao lado da praia de nudismo, a Galheta. Curiosa de carteirinha, eu fui! Mas não tive coragem de tirar a roupa, só fiquei observando e fui tomar um banho em uma bica de água doce.

 

Praia Mole

Praia Mole

 

Vale a pena cruzar toda a Galheta para subir as pedras do final da praia e ter uma vista privilegiada.

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Galheta

Praia da Joaquina:

É linda. Confesso que fiquei impressionada com o tamanho das Dunas. É bom não esquecer os óculos escuros, pois o chão reflete diretamente nos olhos. Para quem tem coragem vale a pena descer de Sandboard.

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Praia da Joaquina

Praias do Norte

Jurerê Internacional:

Sabe Punta del Este? É igual. Enormes mansões, carros importados e até carrinho vendendo champanhe na praia. Tudo isso seria desprezível se não fosse o mar de águas mais tranquilas e quentinhas da região. Nadar por ali é uma delícia. Comer nem tanto. Iriam me cobrar R$5,00 por um mini pastel. Minha sorte foi que conversando com o dono do quiosque ele foi com a minha cara e me deu desconto!!!

Praia dos Ingleses:

Dona de um centrinho próprio com lojas, mercados e restaurantes (preços legais), a praia dos Ingleses também tem dunas, mas ficam um pouco mais escondidas. Compensa andar a praia inteirinha para conseguir chegar até elas. Aliás, perto das Dunas, no canto da montanha que divide a Praia dos Ingleses da Praia do Santinho tem uma trilha. Fiz metade dela, mas acabei voltando pois estava sozinha e fiquei com medo. Placas informando sobre a existência de cobras e muitos lagartos passando pela minha perna me fizeram desistir… Acabei fazendo outro caminho, indo dos Ingleses para o Santinho pelas Dunas (25 minutos), o que também é bem legal. É importante fugir da ideia de pegar ônibus, pois eles SEMPRE deixam você na mão…

 

Dunas na Praia dos Ingleses

Dunas na Praia dos Ingleses

 

Praia do Santinho:

É onde tem o famoso resort Costão do Santinho. A praia é bem preservada, não muito ambientada e possui ondas muito fortes. A dica para quem gosta MUITO de andar é ir até o fim, bem onde tem o resort e fazer a trilha que leva até a praia Moçambique. O legal é que ela é toda estruturada por ser “cuidada” pelo hotel. O interessante é ver a inscrição rupestre que deu origem ao logotipo do resort.

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Praia do Santinho

 

Não fui, mas dizem que vale a visita: Canasvieira e Brava.

Praias do Sul

Praia da Armação/ Ilha do Campeche :

É dessa praia que saem os barcos mais baratos para a Ilha do Campeche, mais barato lê-se mais entre R$ 75,00 e R$90,00 (ida e volta), segundo minhas atuais pesquisas. Cheguei por lá às 12h e em 30 minutos estava neste que, sem dúvidas é um dos paraísos da terra. Água bem cristalina (gelada), areia fininha… hummm!!!

 

Barquinho que leva até a Ilha

Barquinho que leva até a Ilha

 

Na época em que eu fui estava lotada de argentino, me senti até em Mar del Plata… Mesmo esperando para almoçar, tive que me contentar em comer um sanduíche natural no sol já que mesas por lá foi algo raro. Além de curtir o visual, rola fazer mergulho e para quem gosta de trilha se aventurar pelo mato, mas.. o trekking não é livre. Cada trilha possui um preço e a duração varia entre 1h e 1h30, com valores entre R$10,00 e R$20,00. Fiz a trilha da Pedra Preta do Sul com inscrições rupestres e vista privilegiada.

 

Trilha da Pedra Preta do Sul

Trilha da Pedra Preta do Sul

 

Aproveitei as amizades que fiz e o horário de verão e fui para o Pântano do Sul, mas particularmente não recomendo…

Não fui, mas dizem que vale a visita: da Solidão (tem trilha e piscina natural)

 

Caribe? Não, Campeche!

Caribe? Não, Campeche!

 

Cachoeira

Costa da Lagoa:

É um passeio bem legal por dentro da Lagoa da Conceição. Dá para ir de trilha, mas preferi ir de barco(50 minutos). As embarcações saem de 1 em 1 hr e leva na maioria das vezes os moradores as suas casas. Ao entrar no barco, peça para te avisarem no ponto da cachoeira, ele para bem no Restaurante da … Cachoeira! Aliás, lugar delicioso para comer! Lá as pessoas já lhe indicaram o caminho que é feito pelo “povoado” em meio as casas até chegar na trilha e enfim na queda d’água. Tudo isso em 10 minutos. A cachoeira é bem pequena, mas é uma ótima opção para refrescar.

 

Costa da Lagoa

Costa da Lagoa

 Boa viagem! 

The Old Moscow Circus – o fantástico circo em Moscou

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A magia do “maior espetáculo da terra” sempre me fascinou e como fã dos palhaços russos Oleg Popoov e Slava Polúnin (do Slava Snow Show) não teria como ir pra Rússia e não assistir nenhum espetáculo. Escolhi então conhecer o mais antigo circo localizado na capital, o The Old Moscow Circus.

Mesmo após a revolução de 1917 os líderes da União Soviética reconheceram a importância da arte. Mantiveram e ampliaram escolas de circo e ballet como uma forma de aumentar o acesso da população. O The Old Moscow Circus é um exemplo dessa política. Inaugurado em 1880, ele tornou-se em 1929 um centro de treinamento de circo estatal, o primeiro do mundo.

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Entretenimento com animais na porta do circo



Ela até hoje é um referência quando o assunto é arte. Para se ter uma ideia, segundo A Gazeta Russa de 20 a 25% do elenco do mundialmente famoso grupo canadense Cirque du Soleil é oriundo de países antigamente constituídos pela URSS. Só com essa informação conseguimos compreender a potência soviética no assunto.

Comprando o ingresso para o Moscow Circus

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Blheteria em russo é театральная касса

Para conseguir o preço promocional tive que garantir meu ingresso um dia antes na bilheteria do circo (кассa) , que fica em uma entrada ao lado. O espetáculo possui oito setores com valores que vão de 500 a 3500 rublos. O valor do meu ticket saiu por 600 rublos. A localização do meu assento não era perfeita, mas pude assistir tranquila.

Estive pesquisando e agora o ingresso pode ser comprado pela internet nesse link: https://www.ticketland.ru O site é inteiro em russo, mas você pode habilitar a tradução na página do Chrome. Os horários dos espetáculos variam, mas aos finais de semana costuma ter mais de um horário disponível.

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Respeitável Público!

Como uma boa curiosa resolvi chegar um pouco mais cedo no dia do espetáculo para conseguir observar como os moscovitas consomem tal atração. Para o meu espanto (e tristeza, já que não gosto) acabei me deparando com a utilização de diversos animais sendo usados para tirar fotos com o público.

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Antes do primeiro sinal

Cachorros, camelos e até tigres e leões. Os dois últimos sendo conduzidos por adestradores, que com cordas tão curtas, não dariam conta de prevenir qualquer desastre.

Como em toda casa de espetáculo na Rússia, o circo possui um guarda-volumes gratuitamente para que você possa deixar seus casacos. Faça isso pois escolhi me arriscar e passei um terrível calor lá dentro. O assento é pequeno e o volume do casaco acaba incomodando também.

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No interior do circo, uma surpresa. Que arquitetura maravilhosa!!! Nunca imaginei que entraria em um espaço circense sem ter que me deparar com a nossa tão companheira lona. O picadeiro é tão lindo que abriga um palco especial para a orquestra tocar ao vivo.

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Cartaz do espetáculo

Durante o espetáculo é proibido fotos. Foram 2 horas e 20 minutos (com uma pausa rápida) de puro talento dos artistas russos, com técnicas tão limpas e perfeitas que facilmente conduziram o público para a magia da arte. Não vou dizer que não foi surpreendente o número final com diversos elefantes, mas preferia que eles estivessem em seu habitat natural.


Serviço:
The Old Moscow Circus – http://www.circusnikulin.ru
Endereço: Tsvetnoy Boulevard, 13 – Moscou – Rússia
Tel. +7 (495) 625-8970
Tickets online: https://www.ticketland.ru 

Conheça a cidade Santiago do Chile de metrô

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O metrô de  Santiago do Chile é a melhor opção para se locomover pela cidade, já que ele atende as principais localidades. A maioria dos pontos turísticos são próximos de alguma estação. Os vagões não são novos, muitas vezes estão cheios, mas mesmo assim vale a pena. Lembrando que em Santiago são praticados 3 tipos de cobranças, conforme o horário da viagem, fique atento!

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Tarifa vigente em novembro de 2016

Algumas das estações costumam ter grafites tanto na parte de dentro quanto de fora, então é legal ficar com a câmera por perto para clicar esses momentos. Outra coisa bacana são os pontos de wi-fi, com assento e tomadas patrocinados pela Nescafé e Claro.

Minha mãe “internetando” em terras chilenas

Abaixo, compartilho (saindo da região central) os principais pontos turísticos e as estações de metrô correspondentes. Assim fica mais fácil planejar os passeios!

Centro de SantiagoPasseo Ahumada e Calle Agustinas (Lojas, comidinhas, câmbio) – Pegar a linha 1 – vermelha e descer na Estação Universidad de Chile.

Palácio La Moneda (local obrigatório!!!)Linha 1 – vermelha e descer na estação La Moneda, onde está o Palácio e você pode conferir a troca de guarda.

Shopping Costanera CenterLinha 1 – vermelha, descer na Estação Tobalaba. É preciso andar um pouquinho. Na dúvida, pergunte.

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Mercado CentralLinha 1 – vermelha, descer na estação Los Heroes, depois fazer baldeação para a linha 2 – amarela e descer na estação Puente Cal Y Canto.

Plaza de ArmasLinha 1 – vermelha e ir até a estação Baquedano, depois trocar para a linha 5 – verde e descer na estação Plaza de Armas.

Cerro Santa Lucía e a vista mais charmosa da cidade Linha 1 – vermelha, descer na estação Santa Lucía. Não tem erro!

Cerro San Cristóbal, Zoológico, La Chascona e Shopping Pátio Bellavista – Linha 1 – vermelha, descer na estação Baquedano, atravessar a Plaza Itália e caminhar 3 quarteirões. A região é super movimentada, vale a pena gastar a sola do sapato por aqui!

Mapa do metrô de Santiago do Chile

Clique para ampliar e salve em todos os seus dispositivos!

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Como comprar ingressos para o Teatro Bolshoi

img_2981 Considerado Patrimônio Cultural Mundial pela ONU e a UNESCO, além de um dos mais fortes símbolos russos, o Teatro Bolshoi se destaca por possuir uma das mais importantes companhias de balé e ópera do mundo. Foi lá que em 1877, Tchaikovsky estreou o mundialmente conhecido “O Lago dos Cisnes”. Quando eu pensava em conhecer a Rússia logo surgia na mente toda a tradição cultural que esse povo carrega. Mais do que visitar lugares históricos, minha ânsia era a de assistir alguns espetáculos e vivenciar um pouco disso tudo. Pode pensar que é exagero, mas considerava o simples ato de pisar no Teatro Bolshoi uma experiência de vida, da mesma forma que estava na minha lista conhecer o Teatro de Artes de Moscou (mesmo que da porta) e assistir ao The Old Moscow Circus (conto um pouco AQUI).

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Antes do terceiro sinal

Minha vontade era assistir ao balé, mas por consequência do destino no período da minha estadia na Rússia eles estariam em tour por aqui. Uma curiosidade é que o Brasil é o único país que possui uma escola do Bolshoi, na cidade de Joinville, em Santa Catarina. O legal é que a companhia russa possui atualmente quatro brasileiros no elenco, entre eles três formados na escola brasileira. Mudança de planos e tive que me contentar em assistir um concerto. Eles oferecem visitas guiadas pelo teatro, mas não era bem isso que eu procurava.

Contrariando a informação que li em um blog de que “é praticamente impossível comprar ingressos pelo site, sendo estrangeiros, então o melhor é solicitar através de agências ou guias”, comprei sozinha o meu ticket no site oficial. Com cerca de um mês de antecedência consegui fazer a reserva do ingresso para a apresentação do Bolshoi Theatre Brass Ensembles Concert. O legal do site é que ele informa quantos ainda têm disponíveis, então dá para você se programar. Paguei a quantia de 500,00 Rublos, mais ou menos 26,00 Reais.



  Quer saber mais sobre a Rússia?

          + Viagem de trem: de Moscou a São Petersburgo

          + The Old Moscow Circus – o fantástico circo em Moscou

          + Como comprar ingressos para o Teatro Bolshoi

          + Dica de visita: Kremlin e o Mercado Izmailovsky  

 



Pisando no Bolshoi

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Comprando antes consegui um lugar pertinho do palco

Por estar chovendo bastante cheguei com uma certa antecedência, o que foi ótimo pois pude explorar a lojinha um pouco antes de entrar na sala de espetáculo. Um curiosidade é que na entrada além de mostrar meus pertences, a guarda pediu também que eu abrisse minha garrafa de água para que ela pudesse cheirar e verificar que não se tratava de vodka kkkk Lá dentro o público segue para uma sala onde é possível guardar seus casacos. Como estava bem frio pude acompanhar a elegância das vestimentas, em cores sóbrias e tecidos imponentes. Na verdade no site tem uma parte destinada a etiqueta, informando quais são as roupas mais apropriadas para frequentar o espaço.

Como estava frio fui toda de preto, com casaco e bota, mas realmente não pensei em levar uma roupa especial. Na sala do concerto, a Beethoven Hall, uma mescla de pessoas de diversas idades compunham o público. Vi crianças ficarem quietinhas acompanhando cada canção do programa. Não preciso nem dizer que fiquei encantada com o concerto. Todos os músicos do conjunto são solistas do Bolshoi. No Brass Ensemble eles executam estilos mais diversificados. Além da música clássica eles passeiam pelo jazz, folk e até a… bossa nova! O ponto principal para mim foi quando o maestro tocou “Chega de Saudade” do Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Confesso que me emocionei!

Serviço:
Teatro Bolshoi Endereço: Teatralnaya SQ, 1 – Moscou – Rússia
Informações: +7 (495) 455-5555 ou sales@bolshoi.ru http://www.bolshoi.ru
Metrô: Estação Teatralnaya (saída Theatre Bolshoi) ou Ryad Okhotnyi (saída para Theatre Square).

Viajando de ônibus pelo Leste Europeu

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Viajar pelo Leste Europeu é vantajoso em diversos sentidos. Além de ser um destino consideravelmente barato, com uma bagagem cultural, fatos históricos e gastronomia cheia de encantos, é também tudo muito compacto. Explico. Em 10 horas de viagem de ônibus você sai da Cracóvia, na Polônia e chega em Praga, na República Tcheca. Ou, de Riga, na Letônia e até a cidade de Kaunas, na Lituânia basta apenas 4 horas de rodovia.

A questão da extensão territorial para nós, que vivemos no Brasil, o quinto maior do mundo com 8.516.000 km², é relativamente complexa ao pensarmos que de São Paulo até Buenos Aires, na Argentina uma viagem de ônibus leva aproximadamente 37 horas. E do mesmo modo da capital paulista, até Santiago, no Chile a jornada pode atingir 56 horas de estrada.

Minha experiência

Como meu tempo de viagem pelo Leste Europeu estava relativamente tranquilo (40 dias), resolvi traçar minha rota – em sua grande maioria- em trajetos de ônibus, no intuito de economizar o máximo possível. Comprei a maioria das passagens com pelo menos dois meses de antecedência pela internet. Não tive nenhum problema, pois uma parte das companhias de ônibus possuem o site também em inglês.

As principais companhias oferecem ônibus estilo luxo, com assentos confortáveis, ar-condicionado, internet, água, chá e serviço de entretenimento (igual de avião). Claro, nem tudo são flores. Pode ser que em algum destino apareça um cacareco vindo lhe buscar (aconteceu comigo).

A vida também é feita de perrengues

Durante todo o trajeto só tive problemas saindo da Cracóvia, na Polônia. Na rodoviária ninguém falava inglês e eu não conseguia entender o motivo do atraso. Compreendi que deveria esperar, mas não sabia por quanto tempo. Resultado: depois de mais de uma hora chegou o ônibus. Eu estava tão apertada para ir ao banheiro (sim, eu não podia sair do ponto) que na hora que chegou dei gritos de alegria.

A animação era tanta que nem reparei na carcaça do lado de fora. Por dentro, ele vindo da Ucrânia, estava caindo aos pedaços. Tanto que não tinha banheiro. Foi preciso concentração e mímica para compadecer o motorista e convencê-lo de parar em um posto na estrada.

Empresas de ônibus e alguns preços

Viajando pela Rússia, Letônia, Lituânia e Polônia utilizei os serviços da Lux Express (http://www.luxexpress.eu). Já pela República Tcheca, Áustria (não é Leste Europeu) e Eslováquia, utilizei a Eurolines (http://www.eurolines.com).

Para chegar na Hungria fui de Orange Ways (http://www.orangeways.com/en) e pela Croácia viajei pela Auto Trans (https://www.autotrans.hr/hr-hr/naslovna).

Para se ter uma ideia de valores, gastei em maio de 2016:

Riga (Letônia) X Kaunas (Lituânia) – 18,80 Euros

Varsóvia (Polônia) X Cracóvia (Polônia) – 10 Euros

Cracóvia (Polônia) X Praga (República Tcheca) – 20 Euros

Budapeste (Hungria) X Zagreb (Croácia) – 12,50 Euros

Vale a pena ressaltar também a importância de verificar o ponto exato de saída e partida do ônibus. Em muitos locais o embarque e desembarque não são realizados em uma rodoviária e sim em pontos na rua. Se tiver dúvidas entre em contato com a empresa. Fique atento!

Precisamos falar sobre o desastre ambiental em Mariana-MG

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Anos se passaram após o rompimento da barragem da Samarco, ocasionando o maior desastre ambiental da história do país. Os moradores de Mariana, em Minas Gerais ainda sofrem com a tragédia. Para quem ainda não conhece a região vale a pena planejar uma viagem pra lá agora que as coisas estão mais calmas.

Além de garantir um ótimo roteiro, você certamente ajudará a reconstrução da cidade com o fortalecimento do turismo local.

Que tal? www.mariana.org.br

 

 

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